
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Hungria
Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.
Doce típico da Hungria
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Szaloncukor — Hungria
O szaloncukor é o doce do Natal húngaro. São pequenos bombons, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhados em papel metalizado colorido e pendurados nos galhos da árvore de Natal. Durante as festas, a família vai tirando os doces da árvore e comendo, até sobrarem só os enfeites.
O costume chegou à Hungria no século XIX. Segundo a ficha oficial, o doce veio de fora, mas mudou tanto no país que passou a ser considerado húngaro. O nome significa "doce de salão".
Os recheios mais vendidos são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo, e todo ano surgem sabores novos. As regras de qualidade do szaloncukor estão no Código Alimentar Húngaro, e a associação dos fabricantes de doces organiza um concurso anual de melhor szaloncukor.
O doce foi inscrito em 2024 na Coleção dos Hungarikumok. Nas semanas antes do Natal, aparece em caixas e pacotes nas lojas e confeitarias de todo o país.
Hungria
Doce de Natal comum a todo o país, sem um lugar de origem documentado.
Fondant de açúcar, recheios de geleia de fruta, marzipã, coco, caramelo ou nozes, cobertura de chocolate e embrulho de papel metalizado.
Pendurado na árvore de Natal e tirado aos poucos durante as festas, desembrulhado na hora de comer.
Natal: enfeita a árvore durante as festas.
Tire suas dúvidas
Um bombom de Natal húngaro, em geral de fondant coberto de chocolate e embrulhado em papel colorido, pendurado nos galhos da árvore de Natal.
Os mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo, mas todo ano surgem sabores novos.
O costume chegou ao país no século XIX. O doce veio de fora, mas ganhou forma própria na Hungria e hoje é considerado um doce húngaro.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.