
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Szeged
Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.
Prato típico de Szeged, Csongrád-Csanád
Também chamado: szögedi halászlé, tiszai halászlé
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Szegedi halászlé — Szeged, Hungria
A Szegedi halászlé é a sopa de peixe da tradição do rio Tisza, cuja forma mais conhecida é a de Szeged. Começa por um caldo: peixes de carne branca, cabeças e rabos de carpa e muita cebola cozinham por bastante tempo, até se desfazer. Esse caldo é passado na peneira, temperado com sal e páprica, e só então recebe os pedaços de carpa, que cozinham pouco para não desmanchar.
O resultado é uma sopa vermelha e encorpada, mais grossa que outras sopas de peixe húngaras. Muitos cozinheiros de Szeged usam mais de um tipo de peixe no caldo, e a páprica de Szeged, cultivada na região, costuma ser a escolhida. A sopa não leva massa; vem com pão e com pimenta picante à parte, para cada um ajustar o ardor.
A sopa de peixe do Tisza foi inscrita em 2017 na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais. A ficha oficial a descreve como símbolo das tradições de pesca preservadas às margens do rio.
Em Szeged, a sopa é prato de todos os dias, servida em muitas casas de peixe à beira do Tisza, e também de festa: o Festival Internacional do Peixe do Tisza é realizado na cidade desde 1997. No país inteiro, sopas de peixe como esta fazem parte da ceia de Natal.
Szeged , Csongrád-Csanád
Szeged, às margens do Tisza, é a cidade mais associada à sopa de peixe da tradição do rio, preparada com caldo passado na peneira.
Carpa e outros peixes de rio de carne branca; cabeças, rabos e espinhas para o caldo; cebola; páprica moída; sal; pimenta picante fresca à parte.
Bem quente, muitas vezes num pequeno caldeirão ou numa tigela funda, com pão branco. A pimenta vem à parte, para cada um amassar no próprio prato.
Prato de todos os dias em Szeged e de festas; no país inteiro, sopas de peixe fazem parte da ceia de Natal.
Tire suas dúvidas
A sopa de peixe de rio de Szeged: um caldo grosso de peixes, cabeças de carpa e cebola, passado na peneira e temperado com páprica, onde cozinham os pedaços de carpa.
Não. A sopa de Szeged é servida com pão e com pimenta picante à parte.
Por causa da páprica moída, que entra em boa quantidade no caldo. A região de Szeged é conhecida pela produção de páprica.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.