
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Hungria
Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.
Doce típico da Hungria
Também chamado: kürtős kalács, kürtös kalács, chimney cake
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Kürtőskalács — Hungria
O kürtőskalács é feito com uma massa doce de fermento, cortada em tira longa e enrolada em espiral num rolo de madeira. A massa é passada no açúcar e assada girando sobre carvão em brasa, até o açúcar caramelizar e formar uma casca brilhante e crocante. Depois de tirado do rolo, o doce fica com a forma de um tubo oco, que se desfaz em espiral ao ser puxado com os dedos.
O nome junta kürtő, palavra para o cano de chaminé, e kalács, pão doce, por causa da forma cilíndrica. O doce vem da Transilvânia, onde era preparado pelos húngaros e pelos székely, comunidade de língua húngara que vive no leste da região, hoje parte da Romênia. Uma das primeiras receitas conhecidas está no livro de cozinha da condessa Mária Mikes, de Zabola, datado de 1784. No fim do século XVIII, o doce já era conhecido em toda a área de língua húngara.
Antigamente, o kürtőskalács era feito para casamentos, Natal e batizados. A cobertura de açúcar com nozes picadas se difundiu no começo do século XX. Hoje é vendido o ano todo em barracas, com coberturas de canela, nozes, chocolate ou coco. O doce também é conhecido em países vizinhos, como a Romênia, a Eslováquia e a República Tcheca, onde há versões aparentadas.
Em 2015, o kürtőskalács foi inscrito na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais. A ficha oficial o apresenta como doce húngaro e transilvano ao mesmo tempo.
Hungria
Doce de origem transilvana, fora do território húngaro atual, hoje vendido em feiras e mercados de todo o país.
Farinha de trigo, fermento, leite, ovos, manteiga e açúcar na massa; açúcar para caramelizar; coberturas de canela, nozes, chocolate ou coco.
Quente, logo depois de sair do rolo, puxando a espiral de massa com as mãos. Muitas vezes é comido na rua, na própria barraca.
Doce de feiras e festas, muito presente nos mercados de Natal; antigamente, de casamentos e batizados.
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Um doce de massa de fermento enrolada num rolo de madeira, assado sobre a brasa e coberto de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de tubo oco.
Da Transilvânia, onde era preparado pelos húngaros e pelos székely, comunidade de língua húngara do leste da região, hoje parte da Romênia. Uma das primeiras receitas conhecidas é de 1784.
Kürtő é o cano de chaminé e kalács é pão doce. O nome vem da forma cilíndrica do doce.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.