
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Budapeste
Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.
Doce típico de Budapeste, Budapeste
Também chamado: Gundel-palacsinta, Márai-palacsinta
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Gundel palacsinta — Budapeste, Hungria
A palacsinta é o crepe fino da cozinha húngara, servido doce ou salgado. A versão Gundel é recheada com uma pasta de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizada com rum, dobrada em triângulo e coberta com calda de chocolate. Em algumas mesas, é flambada na frente do cliente.
O nome vem do restaurante Gundel, no Parque da Cidade (Városliget) de Budapeste, dirigido pela família Gundel desde 1910. Károly Gundel, dono da casa, é uma das figuras centrais da gastronomia húngara do século XX. A herança dele e do restaurante foi inscrita em 2014 na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais da Hungria.
A história contada pelo próprio restaurante atribui a receita a Ilona Matzner, chamada Lola, mulher do escritor Sándor Márai. Segundo esse relato, ela preparou o crepe para o banquete que se seguiu à estreia de uma peça de Márai, em 1940, no Gundel. Károly Gundel gostou do doce, pediu a receita e o pôs no cardápio como palacsinta Márai. Depois que o escritor emigrou e o restaurante foi estatizado, em 1949, o nome mudou para Gundel palacsinta.
O crepe passou dos salões do Gundel para os cardápios de restaurantes e confeitarias de todo o país. É uma das sobremesas mais pedidas em restaurantes de cozinha húngara.
Budapeste , Budapeste
O crepe leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, onde entrou no cardápio na década de 1940.
Massa de crepe de farinha, ovos e leite; recheio de nozes moídas, passas, casca de laranja cristalizada, açúcar e rum; calda de chocolate amargo.
Quente, dobrada em triângulo, com a calda de chocolate por cima. Em algumas casas é flambada na mesa.
Sobremesa de restaurante e de almoços de domingo, sem data fixa.
Tire suas dúvidas
Um crepe recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, com rum, servido com calda de chocolate. É uma das sobremesas mais conhecidas da Hungria.
Por causa do restaurante Gundel, em Budapeste, que o pôs no cardápio. Segundo o próprio restaurante, ele se chamava palacsinta Márai e mudou de nome depois que o escritor Sándor Márai emigrou e a casa foi estatizada.
Pode ser. A receita básica leva só a calda de chocolate, mas algumas casas flambam o crepe na mesa.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.