
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Hungria
Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.
Prato típico da Hungria
Também chamado: gulyás, magyar gulyásleves, goulash
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Gulyásleves — Hungria
Na Hungria, gulyás é uma sopa. O restaurateur Károly Gundel a descreveu como um prato de muito caldo, feito com cebola e páprica, batata em cubos e csipetke, pedacinhos de massa beliscados com os dedos e cozidos na própria sopa. A ficha oficial do Hungarikum acrescenta que um bom gulyás é feito sem roux, isto é, sem engrossar com farinha e gordura, e que a qualidade da páprica moída é essencial.
A palavra gulyás designava os vaqueiros que cuidavam do gado na Grande Planície húngara. Eles cozinhavam a carne com cebola em caldeirões de ferro sobre o fogo, os bogrács, e desse costume pastoril vêm a sopa e outros pratos de páprica, que se espalharam pela cozinha húngara no século XIX.
Fora da Hungria, o nome goulash costuma designar um ensopado grosso de carne. Na Hungria, esse ensopado se chama pörkölt; o gulyás continua sendo a sopa, comida com colher. Cada casa tem seu jeito de fazer, com variações na carne, nos legumes e no ponto da páprica.
A sopa foi inscrita em 2017 na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais. Aparece em cardápios de restaurantes de todo o país e é preparada ao ar livre, no caldeirão, em encontros de família e festas.
Hungria
Prato de origem pastoril da Grande Planície, hoje comido e preparado em todo o país, sem um lugar de origem mais preciso documentado.
Carne bovina em cubos, cebola, banha ou óleo, páprica moída, batata, cenoura e outros legumes conforme a receita e csipetke (massinha de farinha e ovo).
Quente, em prato fundo ou tigela, às vezes num pequeno caldeirão, com pão. Pode ser entrada ou prato único. Pimenta picante fresca costuma vir à parte.
Comida de todos os dias e de encontros ao ar livre, quando é feita no caldeirão sobre o fogo.
Tire suas dúvidas
Na Hungria, gulyás é uma sopa, com bastante caldo, batata e massinha. O ensopado grosso que muitos países chamam de goulash se chama pörkölt na Hungria.
Pequenos pedaços de massa de farinha e ovo, beliscados com os dedos e cozidos direto na sopa de gulyás.
Da palavra que designava os vaqueiros da Grande Planície húngara, que cozinhavam carne com cebola em caldeirões sobre o fogo.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.