
New York cheesecake
Torta densa e cremosa de cream cheese, ovos e creme, sobre base de biscoito, servida sem cobertura. O estilo nasceu em Nova York depois da invenção do cream cheese, no estado, em 1872.
Esporte · Nova York
A maior maratona do mundo atravessa os cinco distritos de Nova York no primeiro domingo de novembro, da ponte Verrazzano-Narrows, em Staten Island, à chegada no Central Park, com o público torcendo nas calçadas do Brooklyn, do Queens, do Bronx e de Manhattan.
Na foto: Nova York
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Maratona de Nova York — Nova York
No primeiro domingo de novembro.
novembro
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A festa
No primeiro domingo de novembro, Nova York para para ver dezenas de milhares de corredores atravessarem a cidade. A Maratona de Nova York, organizada pela New York Road Runners, associação sem fins lucrativos de corrida, percorre 42 km pelos cinco distritos da cidade e é considerada a maior maratona do mundo. Corredores de mais de uma centena de países, de atletas de elite a amadores, correm com torcida nas calçadas em praticamente todo o trajeto.
A primeira edição, em 1970, foi organizada por dois corredores de um clube local e teve quatro voltas no Central Park, com 127 inscritos e 55 corredores na chegada. Em 1976, para marcar o bicentenário da independência americana, a prova saiu do parque e passou a cruzar os cinco distritos, por sugestão de um corredor veterano da cidade e com apoio das autoridades de Manhattan. A partir daí foi crescendo até virar um dos grandes eventos da cidade. Desde 2000 tem uma categoria para cadeirantes, e hoje faz parte do circuito das grandes maratonas mundiais, ao lado de provas como Boston, Londres e Berlim. Mais de um milhão de pessoas já cruzaram a linha de chegada desde a primeira edição.
A largada é em Staten Island, na ponte Verrazzano-Narrows, que fecha para os corredores. O percurso atravessa cinco pontes. Depois da largada, cruza o Brooklyn por bairros de perfis muito diferentes, passa pela ponte Pulaski para o Queens, cruza para Manhattan pela ponte de Queensboro e sobe a Primeira Avenida, onde a torcida é das mais barulhentas. Pela ponte da Willis Avenue chega ao Bronx, volta a Manhattan pela ponte da Madison Avenue, desce a Quinta Avenida ao lado do Central Park e entra no parque para a chegada, perto do Columbus Circle.
Para quem não corre, a maratona é uma festa de rua: bandas tocam em vários pontos do percurso, moradores levam cartazes e gritam o nome dos corredores escrito nas camisetas, e cada bairro torce do seu jeito. Para quem corre, cruzar a cidade inteira a pé num único dia é a principal razão para viajar. É também uma boa forma de conhecer bairros fora do roteiro mais comum.
A prova é também uma grande ação de solidariedade: muitos corredores participam por instituições beneficentes e arrecadam dinheiro para causas diversas. Há largadas separadas para cadeirantes e atletas com deficiência, e os últimos corredores chegam ao Central Park já à noite, ainda recebidos com aplausos. A maratona só deixou de acontecer em poucas ocasiões, como em 2012, quando foi cancelada depois da passagem de um furacão pela cidade.
A passagem dos corredores pelo Brooklyn depois da ponte Verrazzano-Narrows; a largada não recebe espectadores. Os bairros do Brooklyn, com bandas e moradores torcendo nas calçadas. A Primeira Avenida, em Manhattan, onde a torcida forma paredões dos dois lados logo depois da ponte de Queensboro. A passagem pelo Bronx e a volta a Manhattan, já nos quilômetros finais. A Quinta Avenida ao longo do Central Park e a chegada no parque. A chegada dos últimos corredores, já à noite. Nos dias anteriores, a feira da maratona, com retirada de números e lojas de corrida, e a corrida de 5 km que termina na linha de chegada da maratona, aberta a outros corredores.
Para torcer, escolha um ou dois pontos e use o metrô para mudar de lugar: o percurso é longo e muitas ruas e pontes ficam fechadas ao trânsito. A Primeira Avenida e a Quinta Avenida concentram mais público; trechos do Brooklyn e do Queens costumam ser menos apertados e dão para ver os corredores ainda inteiros. Se for acompanhar alguém, combine com antecedência o lado da rua e o ponto exato, use o aplicativo oficial para seguir o corredor em tempo real e calcule a passagem pelo ritmo dele; o sinal de celular costuma ficar fraco perto da chegada. Leve cartaz com o nome do corredor, agasalho e algo para comer: as manhãs de novembro costumam ser frias. Assistir das ruas não exige ingresso; as arquibancadas da chegada são reservadas. Na saída do Central Park, os corredores atravessam uma longa área de recuperação; combine o reencontro num ponto fora do parque.
Para correr, a vaga é conseguida por sorteio, por índice de tempo, por programas da organizadora ou por instituições beneficentes e agências credenciadas; os prazos variam conforme a forma de inscrição e são divulgados com antecedência, e o sorteio é muito concorrido. A hospedagem em Manhattan fica disputada no fim de semana da prova; reserve cedo. Confira no site oficial as formas de inscrição, o mapa do percurso e as orientações para o público. Quem vai correr deve chegar alguns dias antes, para retirar o número na feira e se adaptar ao fuso e ao clima.
Na cidade
Sabores dos Estados Unidos

Torta densa e cremosa de cream cheese, ovos e creme, sobre base de biscoito, servida sem cobertura. O estilo nasceu em Nova York depois da invenção do cream cheese, no estado, em 1872.

Pizza grande, de massa fina e crocante, mas flexível a ponto de dobrar a fatia ao meio. Nasceu entre padeiros napolitanos de Nova York e é vendida em fatias por toda a cidade.

Sanduíche de pastrami, carne bovina curada, temperada e defumada, fatiada quente no pão de centeio com mostarda. É o sanduíche das delicatéssens judaicas de Nova York.
novembro
Tire suas dúvidas
No primeiro domingo de novembro, todos os anos.
A prova sai de Staten Island pela ponte Verrazzano-Narrows, passa pelo Brooklyn, pelo Queens, por Manhattan e pelo Bronx e termina no Central Park, em Manhattan, cruzando os cinco distritos da cidade.
As vagas vêm do sorteio da organizadora, do índice de tempo, de programas de corridas da própria New York Road Runners ou de instituições beneficentes e agências credenciadas. As inscrições abrem com muitos meses de antecedência.
Em qualquer ponto do trajeto. A Primeira e a Quinta Avenida, em Manhattan, reúnem mais gente; bairros do Brooklyn e do Queens costumam ter mais espaço.
Festas e eventos dos Estados Unidos
janeiroNo último sábado de janeiro; o desfile das crianças acontece no sábado anterior.
Festa de piratas de Tampa, na Flórida: um navio pirata entra na baía com centenas de barcos, os piratas tomam a chave da cidade e desfilam pela Bayshore Boulevard, jogando colares de contas para o público fantasiado.
janeiroEm 1º de janeiro, pela manhã; se o dia 1º for domingo, a parada fica para segunda-feira, 2 de janeiro.
Desfile de Ano-Novo em Pasadena, vizinha de Los Angeles, com carros alegóricos cobertos inteiramente de flores, sementes e outros materiais naturais, bandas marciais e grupos a cavalo pela Colorado Boulevard. No mesmo dia, o estádio Rose Bowl recebe o jogo de futebol americano universitário que leva o mesmo nome.
fevereiro/marçoNum sábado à noite, algumas semanas depois do Ano-Novo lunar, entre fevereiro e o começo de março; a festa em Chinatown se estende por vários dias.
Desfile noturno e iluminado do Ano-Novo lunar em São Francisco, organizado pela Câmara de Comércio Chinesa: carros alegóricos, dança do leão, acrobatas, bandas e, no fim, o Dragão Dourado carregado por dezenas de pessoas, entre bombinhas e lanternas.
marçoEm 17 de março, dia de São Patrício; quando a data cai num domingo, o desfile passa para o sábado, 16 de março.
Desfile irlandês pela Quinta Avenida, em Manhattan, no dia de São Patrício: gaiteiros, bandas, associações irlandesas e grupos de todo o país marcham a pé, sem carros alegóricos, passando diante da Catedral de São Patrício.
marçoNum domingo de março, no encerramento do Carnaval Miami.
Festa de rua latina que ocupa a Calle Ocho, a rua principal de Little Havana, em Miami, num domingo de março: palcos de música, dança, barracas de comida cubana e latino-americana e muita gente fantasiada com as cores das bandeiras dos países de origem.
março/abrilDe meados ou fim de março a meados de abril, durante cerca de quatro semanas, acompanhando a floração das cerejeiras em Washington.
Festival de primavera em Washington que celebra a floração das cerejeiras doadas por Tóquio em 1912: semanas de eventos em volta do Tidal Basin e do National Mall, com festival de pipas, desfile na Constitution Avenue, fogos e uma grande festa de rua japonesa.