
Cuban sandwich
Sanduíche de pão cubano com porco assado, presunto, queijo suíço, picles e mostarda, prensado na chapa. Em Tampa leva também salame. A Câmara Municipal o declarou sanduíche-símbolo da cidade em 2012.
Festa popular · Tampa
Festa de piratas de Tampa, na Flórida: um navio pirata entra na baía com centenas de barcos, os piratas tomam a chave da cidade e desfilam pela Bayshore Boulevard, jogando colares de contas para o público fantasiado.
Na foto: Tampa
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Gasparilla Pirate Festival — Tampa
No último sábado de janeiro; o desfile das crianças acontece no sábado anterior.
janeiro
As datas mudam a cada ano: confirme a data deste ano antes de viajar.
A festa
Todo fim de janeiro, Tampa se rende aos piratas. O Gasparilla Pirate Festival encena a invasão da cidade pela tripulação de José Gaspar, ou Gasparilla, pirata do folclore da Flórida que, segundo as histórias, atacava a costa oeste do estado entre os séculos XVIII e XIX e teria escondido um tesouro nunca encontrado. Historiadores do Tampa Bay History Center lembram que não há prova de que ele tenha existido, mas a lenda virou a maior festa popular da região da baía de Tampa.
A festa nasceu em 1904. Um grupo de moradores formou em segredo a Ye Mystic Krewe of Gasparilla, alugou fantasias de pirata em Nova Orleans e, em 4 de maio daquele ano, apareceu a cavalo no desfile da festa de maio da cidade para "capturar" Tampa. A brincadeira fez sucesso e virou tradição. A partir de 1911, a invasão passou a ser feita pelo mar, em navios emprestados; em 1937, a krewe comprou o primeiro navio próprio, o José Gasparilla, e em 1954, no cinquentenário da festa, estreou o atual José Gasparilla II, apresentado como o único navio pirata totalmente equipado do mundo. Na verdade, é uma barcaça de aço sem motor, rebocada por barcos.
No dia principal, o navio sai do sul da baía de Hillsborough acompanhado por rebocadores, barcos oficiais e uma grande flotilha de embarcações particulares, com salvas de canhão, e atraca no centro, junto ao centro de convenções. Ali, o prefeito entrega a chave da cidade ao capitão dos piratas. A krewe, que durante boa parte do século XX foi um clube fechado, hoje divide a festa com dezenas de outros grupos fantasiados, também chamados krewes.
À tarde vem o Desfile dos Piratas, pela Bayshore Boulevard, a longa avenida à beira da baía, até o centro. Carros alegóricos, bandas e piratas a pé jogam colares de contas coloridas para o público, que costuma ir fantasiado de pirata e acompanha tudo das calçadas. Os colares, herança das festas de carnaval do sul dos Estados Unidos, são o grande prêmio de quem assiste. Depois do desfile, a festa continua com música no centro até a noite, e bares, restaurantes e lojas se enfeitam com bandeiras de caveira.
Uma semana antes acontece o Gasparilla das Crianças, com um passeio de crianças pequenas em carrinhos decorados, desfile de carros temáticos, bandas, apresentações e fogos de artifício, numa versão pensada para famílias. Em fevereiro ou março, o navio faz a viagem de despedida em volta das ilhas Davis e Harbour, levando a bordo, como piratas por um dia, crianças que venceram o câncer. Em volta da festa, a temporada de Gasparilla tem ainda uma corrida de rua e eventos de arte e música. Para quem visita a Flórida no inverno, é uma festa de rua com personagem próprio e um bom motivo para conhecer Tampa além dos parques temáticos.
A chegada do navio pirata ao centro de Tampa, com a flotilha de barcos, os rebocadores e os tiros de canhão, no fim da manhã. A rendição do prefeito e a entrega da chave da cidade ao capitão dos piratas. O Desfile dos Piratas pela Bayshore Boulevard, com os krewes fantasiados, as bandas e a chuva de colares de contas. O Gasparilla das Crianças, no sábado anterior, com o passeio dos pequenos em carrinhos decorados, o desfile e os fogos de artifício. A viagem de despedida do navio, semanas depois, vista da orla. Nos outros dias, o navio atracado no centro, que pode ser visto do Riverwalk, o calçadão à beira do rio, e o bairro histórico de Ybor City, antigo centro das fábricas de charutos. Para quem gosta de correr, a corrida da temporada de Gasparilla, pela Bayshore Boulevard.
Ver a festa nas calçadas da Bayshore Boulevard não exige ingresso; há também arquibancadas e áreas reservadas, vendidas com antecedência no site oficial. Para a invasão, a orla do centro e o Riverwalk são bons pontos para ver o navio chegar; para o desfile, escolha um trecho da Bayshore e chegue cedo, porque o trânsito no centro e na avenida fica lento horas antes e a via fecha ao trânsito. Estacionamentos lotam, e a prefeitura costuma divulgar um plano de trânsito com linhas especiais; confira antes de sair. Vá fantasiado de pirata, como a maioria do público, e leve água, protetor solar, boné e um agasalho leve: as tardes de janeiro costumam ser amenas e as noites, mais frescas. Uma sacola ajuda a guardar os colares. Para famílias com crianças pequenas, o desfile infantil, uma semana antes, tem um ambiente mais tranquilo e horários mais cedo.
No fim de semana da festa, a hospedagem perto do centro e da Bayshore Boulevard é muito procurada; reserve com antecedência ou fique em Clearwater ou St. Petersburg, do outro lado da baía. Ingressos para arquibancadas e áreas reservadas costumam esgotar perto da data. Antes de viajar, consulte no site oficial a programação do ano, o percurso e os horários aproximados da invasão e do desfile. O aeroporto internacional de Tampa fica a poucos quilômetros do centro, e janeiro é época de clima ameno e seco na região.
Na cidade
Sabores dos Estados Unidos
janeiro
Tire suas dúvidas
O dia principal, com a invasão e o Desfile dos Piratas, costuma ser o último sábado de janeiro. O Gasparilla das Crianças acontece no sábado anterior.
É a festa dos piratas de Tampa, criada em 1904: uma krewe de moradores fantasiados invade a cidade num navio pirata, recebe a chave da cidade do prefeito e desfila pela Bayshore Boulevard jogando colares de contas.
Não para ficar nas calçadas da Bayshore Boulevard. As arquibancadas e áreas reservadas exigem ingresso comprado com antecedência.
Não há prova de que tenha existido. É uma figura lendária do folclore da Flórida, adotada como patrono da festa pela krewe criada em 1904.
Festas e eventos dos Estados Unidos
fevereiro/marçoNum sábado à noite, algumas semanas depois do Ano-Novo lunar, entre fevereiro e o começo de março; a festa em Chinatown se estende por vários dias.
Desfile noturno e iluminado do Ano-Novo lunar em São Francisco, organizado pela Câmara de Comércio Chinesa: carros alegóricos, dança do leão, acrobatas, bandas e, no fim, o Dragão Dourado carregado por dezenas de pessoas, entre bombinhas e lanternas.
marçoEm 17 de março, dia de São Patrício; quando a data cai num domingo, o desfile passa para o sábado, 16 de março.
Desfile irlandês pela Quinta Avenida, em Manhattan, no dia de São Patrício: gaiteiros, bandas, associações irlandesas e grupos de todo o país marcham a pé, sem carros alegóricos, passando diante da Catedral de São Patrício.
março/abrilDe meados ou fim de março a meados de abril, durante cerca de quatro semanas, acompanhando a floração das cerejeiras em Washington.
Festival de primavera em Washington que celebra a floração das cerejeiras doadas por Tóquio em 1912: semanas de eventos em volta do Tidal Basin e do National Mall, com festival de pipas, desfile na Constitution Avenue, fogos e uma grande festa de rua japonesa.
marçoDurante três dias seguidos de março, de sexta a domingo, em geral na última semana do mês.
Festival de música eletrônica em três dias no Bayfront Park, junto à baía de Biscayne, no centro de Miami, ponto alto de uma semana em que a cidade recebe festas e apresentações de DJs do mundo inteiro.
abrilEm abril, em dois fins de semana seguidos, de sexta a domingo, com a mesma programação nos dois.
Festival de música e arte no deserto do vale de Coachella, no Empire Polo Club, em Indio, na Califórnia: dois fins de semana de abril com palcos de rock, pop, hip-hop e música eletrônica, grandes instalações de arte e acampamento no próprio terreno.
abril/maioDurante oito dias seguidos, em geral na segunda quinzena de abril, por vezes até o começo de maio; cada localidade abre as suas casas e jardins em dias específicos.
Durante oito dias de primavera, casas particulares, jardins e propriedades históricas de toda a Virgínia abrem as portas ao público, decoradas com arranjos de flores feitos por clubes de jardinagem; a renda financia a restauração de jardins históricos do estado.