
Antwerpse handjes
Biscoito amanteigado com lâminas de amêndoa, ou bombom de chocolate, em forma de mão. Lembra a lenda do herói Brabo e do gigante Antigoon, que explica o nome Antwerpen, e é especialidade da cidade desde 1934.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Sabores · Antuérpia
Tortinha redonda de Lier, na província de Antuérpia, com massa crocante sem açúcar e recheio escuro de pão ralado, xarope de açúcar-cande e especiarias. O nome é protegido por indicação geográfica europeia.
Doce típico de Antuérpia
Também chamado: Lierse vlaaike, Lierse vlaaikes
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Liers vlaaike — Antuérpia, Bélgica
O Liers vlaaike é uma tortinha pequena, com cerca de 3 centímetros de altura e 5 a 6 de diâmetro, que cabe na mão. A massa é fina, alta e sem açúcar, e fica crocante no forno. O recheio, escuro e macio, tem sabor de especiarias e de açúcar-cande.
O recheio é feito de pão ralado, de pãezinhos secos, misturado com xarope claro de açúcar-cande, leite, um pouco de farinha e uma mistura de quatro especiarias: canela, cravo, noz-moscada e coentro. A mistura descansa algumas horas para o pão absorver o leite. Alguns padeiros guardam parte do recheio de uma fornada para a seguinte, para manter o sabor sempre igual.
Uma Liersche vlaai já é citada por volta de 1722, e um cônego de Gante anotou uma receita antes de morrer, em 1800. O escritor Felix Timmermans, natural de Lier, menciona o vlaaike em 1925. Antes da Segunda Guerra Mundial, as bases eram moldadas em pequenas formas de madeira, ainda guardadas na cidade.
Em 1999, padeiros criaram a Orde van het Liers Vlaaike, que zela pela qualidade, no dia de São Miguel, padroeiro dos padeiros. O vlaaike foi reconhecido como produto regional flamengo em 2007, e a União Europeia protege o nome como indicação geográfica: só pode ser feito em Lier e em Koningshooikt.
Lier é uma cidade da província de Antuérpia, cortada pelo rio Nete. Ali, o vlaaike é assado o ano todo, vendido avulso ou em rolos, servido em festas da cidade e levado como presente por quem vem de fora.
Antuérpia
Especialidade de Lier, cidade da província de Antuérpia, com indicação geográfica europeia.
Massa: farinha de trigo, manteiga e água, sem açúcar. Recheio: pão ralado, xarope claro de açúcar-cande, leite, farinha e especiarias (canela, cravo, noz-moscada e coentro).
Em temperatura ambiente, inteiro, com café ou chá. Guarda-se em lugar seco.
O ano todo; também em festas da cidade de Lier.
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É uma tortinha de Lier, na província de Antuérpia, com massa crocante sem açúcar e recheio de pão ralado, xarope de açúcar-cande, leite e especiarias. O nome é protegido pela União Europeia.
De pão ralado, xarope claro de açúcar-cande, leite, um pouco de farinha e quatro especiarias: canela, cravo, noz-moscada e coentro.
Na província de Antuérpia, no norte da Bélgica, às margens do rio Nete. O vlaaike só pode ser feito em Lier e em Koningshooikt, que faz parte do município.
Sabores da Bélgica

Biscoito amanteigado com lâminas de amêndoa, ou bombom de chocolate, em forma de mão. Lembra a lenda do herói Brabo e do gigante Antigoon, que explica o nome Antwerpen, e é especialidade da cidade desde 1934.

Torta salgada de Nivelles, no Brabante Valão, feita com queijo fresco fermentado, acelga, ovos e muita manteiga, servida bem quente. Uma confraria local avalia os produtores e dá selos de qualidade todos os anos.

Waffle retangular, leve e crocante por fora, macio por dentro, servido polvilhado com açúcar de confeiteiro. É a primeira especialidade apresentada pelo turismo oficial de Bruxelas e aparece em pinturas flamengas ligadas às festas.

Biscoito muito duro, feito só de mel e farinha de trigo, prensado em moldes de madeira esculpidos com animais, figuras e vistas da cidade. Tradição de Dinant, no vale do Mosa, deve ser amolecido na boca, e não mordido.

Tortinha de massa folhada recheada com matten, a coalhada de leite cru de vaca, ovos e açúcar. É feita em Geraardsbergen e Lierde, na província de Flandres Oriental, e tem indicação geográfica protegida pela União Europeia.

Ensopado cremoso de Gante, com caldo engrossado por creme, legumes como cenoura, alho-poró e salsão, batata e frango. As primeiras versões eram feitas com peixe de rio, e o peixe continua a aparecer em algumas cozinhas da cidade.

Peixe cozido, servido frio numa gelatina de vinagre com cebola, tradicionalmente em pote de grés. Tem indicação geográfica europeia, com produção em Chimay e em municípios vizinhos das províncias de Hainaut e de Namur.

Destilado de cereais aromatizado com zimbro e ervas, mais suave e adocicado que outros jenever. Tem indicação geográfica europeia: precisa ser destilado em Hasselt, Zonhoven ou Diepenbeek. A cidade mantém um museu da bebida numa antiga destilaria.

Waffle denso, de massa tipo brioche com pedaços de açúcar pérola que caramelizam na chapa. Arredondado e sem cantos, é comido quente e sem cobertura. Segundo a tradição, foi criado em Liège no século 18.

Torta aberta de arroz-doce cremoso sobre massa fina, típica de Verviers, na província de Liège. Come-se morna ou fria, a qualquer hora do dia, muitas vezes com café.

Torta redonda de massa fina fermentada com recheio farto de frutas, arroz-doce ou creme. É feita no Limburgo belga e no Limburgo holandês, e o nome é protegido por indicação geográfica europeia.

Croquete de molho cremoso com camarão-cinzento do Mar do Norte, empanado e frito, servido com salsa frita e limão. A versão de Ostende é reconhecida como produto regional flamengo, com regras para a origem do camarão e para o recheio.

Coelho cozido lentamente com cebola, ameixa-preta e uva-passa, servido com batata. É o prato do jantar do Lundi perdu, a segunda-feira depois do Dia de Reis, tradição de Tournai reconhecida como patrimônio imaterial pela Federação Valônia-Bruxelas.