
Liers vlaaike
Tortinha redonda de Lier, na província de Antuérpia, com massa crocante sem açúcar e recheio escuro de pão ralado, xarope de açúcar-cande e especiarias. O nome é protegido por indicação geográfica europeia.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Sabores · Antuérpia
Biscoito amanteigado com lâminas de amêndoa, ou bombom de chocolate, em forma de mão. Lembra a lenda do herói Brabo e do gigante Antigoon, que explica o nome Antwerpen, e é especialidade da cidade desde 1934.
Doce típico de Antuérpia, Antuérpia
Também chamado: Antwerps handje
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Antwerpse handjes — Antuérpia, Bélgica
A mão é o símbolo de Antuérpia, e os Antwerpse handjes a transformam em doce. Há duas versões principais: o biscoito amanteigado, coberto de lâminas de amêndoa, e o bombom de chocolate em forma de mão, com ou sem recheio de marzipã. Algumas versões de chocolate levam licor.
A forma vem da lenda mais conhecida sobre o nome da cidade. Segundo a tradição, o gigante Druon Antigoon cobrava pedágio de quem passava pelo rio Escalda e cortava a mão de quem não pagava. O soldado romano Silvius Brabo venceu o gigante, cortou a mão dele e a atirou no rio. Daí viria Antwerpen, de hand werpen, atirar a mão. A cena está na fonte de Brabo, na Grote Markt.
A mão aparece no brasão de Antuérpia desde o século 16, mas o doce é do século 20. Em 1934, a associação dos confeiteiros da cidade abriu um concurso para dar a Antuérpia uma especialidade própria. Venceu o confeiteiro Jos Hakker, com um biscoito de manteiga e amêndoas em forma de mão.
A produção parou durante a Segunda Guerra Mundial e voltou nos anos 1950, quando os confeiteiros passaram a proteger receita, forma, nome e embalagem. Só produtores autorizados podem vendê-los com esse nome. A versão de chocolate surgiu depois, a partir de 1971.
Em Antuérpia, os handjes de chocolate enchem as vitrines das chocolatarias do centro, e os de biscoito são vendidos em latas e caixas. Os dois aguentam bem a viagem e são vendidos também no centro de visitantes, como lembrança da cidade.
Antuérpia , Antuérpia
Criado em 1934 pelos confeiteiros de Antuérpia como especialidade da cidade, em homenagem à lenda que explica o nome Antwerpen.
Biscoito: farinha de trigo, manteiga, açúcar, ovos e lâminas de amêndoa. Bombom: chocolate, às vezes com recheio de marzipã ou de licor.
O biscoito acompanha café ou chá; o bombom se come como guloseima ou sobremesa. Os dois são vendidos em caixas e latas e aguentam viagem.
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São biscoitos de manteiga com amêndoas, ou bombons de chocolate, em forma de mão. São a especialidade de Antuérpia desde 1934 e lembram a lenda que explica o nome da cidade.
Segundo a tradição, o soldado Silvius Brabo venceu o gigante Druon Antigoon, que cortava a mão de quem não pagava pedágio no rio Escalda, e atirou a mão do gigante no rio. Hand werpen, atirar a mão, teria dado o nome Antwerpen.
Têm a mesma forma e a mesma origem, mas são doces diferentes. O biscoito, de manteiga e amêndoas, é a versão de 1934; o bombom de chocolate veio depois.
Sabores da Bélgica

Tortinha redonda de Lier, na província de Antuérpia, com massa crocante sem açúcar e recheio escuro de pão ralado, xarope de açúcar-cande e especiarias. O nome é protegido por indicação geográfica europeia.

Torta salgada de Nivelles, no Brabante Valão, feita com queijo fresco fermentado, acelga, ovos e muita manteiga, servida bem quente. Uma confraria local avalia os produtores e dá selos de qualidade todos os anos.

Waffle retangular, leve e crocante por fora, macio por dentro, servido polvilhado com açúcar de confeiteiro. É a primeira especialidade apresentada pelo turismo oficial de Bruxelas e aparece em pinturas flamengas ligadas às festas.

Biscoito muito duro, feito só de mel e farinha de trigo, prensado em moldes de madeira esculpidos com animais, figuras e vistas da cidade. Tradição de Dinant, no vale do Mosa, deve ser amolecido na boca, e não mordido.

Tortinha de massa folhada recheada com matten, a coalhada de leite cru de vaca, ovos e açúcar. É feita em Geraardsbergen e Lierde, na província de Flandres Oriental, e tem indicação geográfica protegida pela União Europeia.

Ensopado cremoso de Gante, com caldo engrossado por creme, legumes como cenoura, alho-poró e salsão, batata e frango. As primeiras versões eram feitas com peixe de rio, e o peixe continua a aparecer em algumas cozinhas da cidade.

Peixe cozido, servido frio numa gelatina de vinagre com cebola, tradicionalmente em pote de grés. Tem indicação geográfica europeia, com produção em Chimay e em municípios vizinhos das províncias de Hainaut e de Namur.

Destilado de cereais aromatizado com zimbro e ervas, mais suave e adocicado que outros jenever. Tem indicação geográfica europeia: precisa ser destilado em Hasselt, Zonhoven ou Diepenbeek. A cidade mantém um museu da bebida numa antiga destilaria.

Waffle denso, de massa tipo brioche com pedaços de açúcar pérola que caramelizam na chapa. Arredondado e sem cantos, é comido quente e sem cobertura. Segundo a tradição, foi criado em Liège no século 18.

Torta aberta de arroz-doce cremoso sobre massa fina, típica de Verviers, na província de Liège. Come-se morna ou fria, a qualquer hora do dia, muitas vezes com café.

Torta redonda de massa fina fermentada com recheio farto de frutas, arroz-doce ou creme. É feita no Limburgo belga e no Limburgo holandês, e o nome é protegido por indicação geográfica europeia.

Croquete de molho cremoso com camarão-cinzento do Mar do Norte, empanado e frito, servido com salsa frita e limão. A versão de Ostende é reconhecida como produto regional flamengo, com regras para a origem do camarão e para o recheio.

Coelho cozido lentamente com cebola, ameixa-preta e uva-passa, servido com batata. É o prato do jantar do Lundi perdu, a segunda-feira depois do Dia de Reis, tradição de Tournai reconhecida como patrimônio imaterial pela Federação Valônia-Bruxelas.