
Antwerpse handjes
Biscoito amanteigado com lâminas de amêndoa, ou bombom de chocolate, em forma de mão. Lembra a lenda do herói Brabo e do gigante Antigoon, que explica o nome Antwerpen, e é especialidade da cidade desde 1934.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Sabores · Dinant
Biscoito muito duro, feito só de mel e farinha de trigo, prensado em moldes de madeira esculpidos com animais, figuras e vistas da cidade. Tradição de Dinant, no vale do Mosa, deve ser amolecido na boca, e não mordido.
Doce típico de Dinant, Namur
Também chamado: couques de Dinant
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Couque de Dinant — Dinant, Bélgica
A couque de Dinant leva só dois ingredientes: mel e farinha de trigo. A massa é muito firme e é prensada em moldes de madeira de faia, nogueira ou pereira, esculpidos à mão, que deixam na superfície desenhos em relevo: animais, personagens, vistas de Dinant. Depois vai a um forno muito quente até ganhar cor de caramelo.
Ao esfriar, a couque endurece e pode ser guardada por muito tempo. Por isso o conselho dos próprios confeiteiros é não morder: o costume é quebrar em pedaços pequenos e deixar amolecer na boca.
A origem é desconhecida. Uma lenda, que as próprias fontes chamam de fantasiosa, conta que o biscoito nasceu em 1466, durante o cerco de Dinant por Carlos, o Temerário: sem comida, os moradores só teriam mel e farinha, e com eles fizeram uma massa para assar. Em Dinant, há famílias de confeiteiros que fazem couques desde o século 19.
A couque de Rins é a variante mais macia. Leva o nome de François Rins, confeiteiro de Dinant que acrescentou açúcar à massa de mel e farinha. O nome não tem relação com a cidade francesa de Reims, um engano comum.
As couques, com seus desenhos, são uma lembrança tradicional de Dinant, vendidas em confeitarias da cidade, ao pé da colegiada e da cidadela.
Dinant , Namur
Biscoito tradicional de Dinant, feito por confeiteiros da cidade e apresentado pelo turismo das Ardenas como sua especialidade.
Mel e farinha de trigo. A couque de Rins leva também açúcar.
Em pedaços pequenos, deixando amolecer na boca: a couque é dura demais para morder. Pode acompanhar café. Quem prefere algo mais macio escolhe a couque de Rins.
Tire suas dúvidas
É um biscoito muito duro, feito de mel e farinha de trigo, prensado em moldes de madeira esculpidos com desenhos em relevo. É a especialidade tradicional de Dinant.
A massa de mel e farinha é muito firme e assa em forno bem quente; ao esfriar, endurece. O costume é quebrar em pedaços pequenos e deixar amolecer na boca.
A couque de Rins leva açúcar além do mel e da farinha, e por isso é mais macia. O nome vem de François Rins, confeiteiro de Dinant, e não da cidade francesa de Reims.
Sabores da Bélgica

Biscoito amanteigado com lâminas de amêndoa, ou bombom de chocolate, em forma de mão. Lembra a lenda do herói Brabo e do gigante Antigoon, que explica o nome Antwerpen, e é especialidade da cidade desde 1934.

Tortinha redonda de Lier, na província de Antuérpia, com massa crocante sem açúcar e recheio escuro de pão ralado, xarope de açúcar-cande e especiarias. O nome é protegido por indicação geográfica europeia.

Torta salgada de Nivelles, no Brabante Valão, feita com queijo fresco fermentado, acelga, ovos e muita manteiga, servida bem quente. Uma confraria local avalia os produtores e dá selos de qualidade todos os anos.

Waffle retangular, leve e crocante por fora, macio por dentro, servido polvilhado com açúcar de confeiteiro. É a primeira especialidade apresentada pelo turismo oficial de Bruxelas e aparece em pinturas flamengas ligadas às festas.

Tortinha de massa folhada recheada com matten, a coalhada de leite cru de vaca, ovos e açúcar. É feita em Geraardsbergen e Lierde, na província de Flandres Oriental, e tem indicação geográfica protegida pela União Europeia.

Ensopado cremoso de Gante, com caldo engrossado por creme, legumes como cenoura, alho-poró e salsão, batata e frango. As primeiras versões eram feitas com peixe de rio, e o peixe continua a aparecer em algumas cozinhas da cidade.

Peixe cozido, servido frio numa gelatina de vinagre com cebola, tradicionalmente em pote de grés. Tem indicação geográfica europeia, com produção em Chimay e em municípios vizinhos das províncias de Hainaut e de Namur.

Destilado de cereais aromatizado com zimbro e ervas, mais suave e adocicado que outros jenever. Tem indicação geográfica europeia: precisa ser destilado em Hasselt, Zonhoven ou Diepenbeek. A cidade mantém um museu da bebida numa antiga destilaria.

Waffle denso, de massa tipo brioche com pedaços de açúcar pérola que caramelizam na chapa. Arredondado e sem cantos, é comido quente e sem cobertura. Segundo a tradição, foi criado em Liège no século 18.

Torta aberta de arroz-doce cremoso sobre massa fina, típica de Verviers, na província de Liège. Come-se morna ou fria, a qualquer hora do dia, muitas vezes com café.

Torta redonda de massa fina fermentada com recheio farto de frutas, arroz-doce ou creme. É feita no Limburgo belga e no Limburgo holandês, e o nome é protegido por indicação geográfica europeia.

Croquete de molho cremoso com camarão-cinzento do Mar do Norte, empanado e frito, servido com salsa frita e limão. A versão de Ostende é reconhecida como produto regional flamengo, com regras para a origem do camarão e para o recheio.

Coelho cozido lentamente com cebola, ameixa-preta e uva-passa, servido com batata. É o prato do jantar do Lundi perdu, a segunda-feira depois do Dia de Reis, tradição de Tournai reconhecida como patrimônio imaterial pela Federação Valônia-Bruxelas.