
Akvavit
Destilado nórdico aromatizado com alcarávia e, às vezes, endro, servido gelado em pequenos copos nos almoços de festa dinamarqueses, junto com arenque e cerveja. Na Dinamarca, a história industrial da bebida passa por Aalborg.
Sabores · Dinamarca
Bolinhas fofas de massa fritas numa frigideira de ferro com cavidades redondas e servidas com açúcar de confeiteiro e geleia. Apesar do nome, que quer dizer fatias de maçã, em geral não levam maçã: são o doce do Advento e do Natal dinamarquês.
Doce típico da Dinamarca
Também chamado: aebleskiver, æbleskive
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Æbleskiver — Dinamarca
As æbleskiver são bolinhas do tamanho de uma bola de golfe, douradas por fora e fofas por dentro. A massa leva farinha, leite ou leitelho, ovos e um pouco de açúcar, às vezes cardamomo. Assam numa æbleskivepande, frigideira de ferro fundido com cavidades em meia-esfera, e são viradas com agulha de tricô ou palito para ganhar a forma redonda.
O nome quer dizer fatias de maçã, e a história explica por quê. A æbleskive original era uma fatia de maçã mergulhada em massa fina e frita, e livros de cozinha do século 18 já trazem várias receitas desse tipo. Com a difusão da frigideira própria, no começo do século 19, as bolinhas assadas na pande se tornaram comuns, e a maçã ficou de lado.
A palavra aparece num livro de poemas de Natal de 1866, Peters Jul, com uma ilustração das bolinhas sendo viradas na frigideira.
As æbleskiver são o doce do Advento: aparecem em reuniões de família, festas de trabalho e de escola e mercados de Natal, muitas vezes com gløgg, o vinho quente com especiarias. Também se vendem prontas, para aquecer em casa.
Servem-se quentes, polvilhadas com açúcar de confeiteiro, com uma tigela de geleia ao lado para molhar.
Dinamarca
Doce do Advento e do Natal em todo o país.
Farinha de trigo, leite ou leitelho, ovos, açúcar, fermento, às vezes cardamomo; manteiga ou óleo para untar a frigideira; açúcar de confeiteiro e geleia para servir.
Quentes, com os dedos ou com garfo, passadas no açúcar de confeiteiro e na geleia; muitas vezes acompanhadas de gløgg.
Advento e Natal, sobretudo em novembro e dezembro, em casa, em festas e em mercados de Natal.
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Æbleskiver quer dizer fatias de maçã. A receita original era uma fatia de maçã frita em massa; com a frigideira própria, a maçã deixou de ser obrigatória e o nome ficou.
Ainda quentes, passadas no açúcar e na geleia, quase sempre com uma caneca de gløgg.
Nas semanas que antecedem o Natal, em reuniões de família e nas feiras natalinas.
Sabores da Dinamarca

Destilado nórdico aromatizado com alcarávia e, às vezes, endro, servido gelado em pequenos copos nos almoços de festa dinamarqueses, junto com arenque e cerveja. Na Dinamarca, a história industrial da bebida passa por Aalborg.

Bolinhos achatados de carne moída, em geral metade porco e metade vitela, fritos na manteiga até formar crosta. São comida de casa em toda a Dinamarca, servidos com batatas, molho escuro e picles ou repolho.

Salsichas quentes servidas no pão pelos pølsevogne, os carrinhos de cachorro-quente que circulam nas cidades dinamarquesas desde 1921, com mostarda, ketchup, remoulade, cebola frita e picles de pepino. Os primeiros carrinhos saíram em Copenhague.

Arroz-doce frio com chantili, amêndoas picadas e baunilha, servido com molho quente de cereja no fim da ceia de Natal. Uma amêndoa inteira fica escondida na travessa, e quem a encontra ganha um presente.

Compota engrossada de frutas vermelhas, como morango, framboesa, groselha e cereja, servida fria com creme de leite ou leite. É a sobremesa clássica do verão dinamarquês, e o nome é famoso por ser difícil de pronunciar.

Fatia de pão de centeio com manteiga e cobertura farta e arrumada com cuidado, comida com garfo e faca. É o almoço tradicional da Dinamarca, e a versão alta e enfeitada ficou famosa nos restaurantes de Copenhague no fim do século 19.

Fatias de barriga de porco fritas até ficarem crocantes, servidas com batatas cozidas e molho branco de salsinha. Foi escolhida prato nacional da Dinamarca numa votação promovida pelo ministério da alimentação em 2014.

Bolos de mel e especiarias feitos com uma massa que descansa por meses antes de ir ao forno, muitas vezes cobertos de chocolate. São produzidos em Christiansfeld, a cidade da Igreja Morávia, desde 1783, com receitas guardadas em segredo.

Massas doces de fermento com camadas de manteiga, em forma de caracol, laço, trança ou envelope, com recheio de creme, remonce ou fruta. A primeira padaria vienense da Dinamarca abriu em Copenhague nos anos 1840, e a cidade ficou ligada ao doce que o mundo chama de Danish pastry.

Pão de centeio com arenque defumado, gema crua, rabanete, cebolinha e cebola: o prato dos defumadouros de Bornholm. O nome quer dizer sol sobre Gudhjem, e a gema faz o papel do sol sobre a vila onde abriu o primeiro defumadouro da ilha.

Bolo macio de massa de fermento coberto por uma camada de manteiga e açúcar mascavo derretidos, que formam poças de calda na superfície. É tido como o bolo de Fyn, e os registros mais antigos estão em Odense, em 1830.