
Caesar
Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.
Sabores · Quebec
Cidra licorosa feita só com maçãs de Quebec, cujo açúcar é concentrado pelo frio natural do inverno. Protegida como indicação geográfica, tem aromas de maçã fresca e cozida, mel e frutas secas.
Bebida típica de Quebec
Também chamado: Québec Ice cider, cidre de glace, ice cider
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Cidre de glace du Québec — Quebec, Canadá
A cidre de glace du Québec é uma cidra doce e concentrada, obtida pela fermentação parcial do suco de maçãs cujos açúcares foram concentrados só pelo frio natural. Pela indicação geográfica protegida, a produção acontece em Quebec, com maçãs de colheita tardia cultivadas na província, sem corantes nem aromas acrescentados. A bebida pode ser tranquila ou espumante.
Há dois caminhos para concentrar o açúcar. Na crioconcentração, as maçãs são prensadas e o frio natural do inverno concentra os açúcares no suco. Na crioextração, o frio concentra os açúcares na fruta inteira, congelada na árvore ou depois da colheita; quando ficam na árvore, as maçãs permanecem nela pelo menos até 1º de dezembro. Em qualquer caso, a prensagem acontece entre 1º de dezembro e 1º de março.
As regras da indicação geográfica exigem pelo menos 140 gramas de açúcar residual por litro e teor alcoólico entre 9% e 13%, ambos vindos só do açúcar das maçãs. Cada produto passa por um painel de degustação antes de receber o nome. A indicação foi reconhecida pelo governo de Quebec em 30 de dezembro de 2014 e é fiscalizada pelo conselho das denominações reservadas da província (CARTV).
Segundo o CARTV, a bebida foi inventada em Quebec e nasceu da combinação entre a longa tradição dos pomares da província, a produção de cidra e o uso do frio para concentrar o açúcar; ganhou mercado a partir dos anos 2000. Os aromas lembram maçã fresca e cozida, flores, mel, açúcar mascavo, damasco e figo. Muitas cidrerias dos pomares recebem visitantes para degustação.
Suco de maçãs de colheita tardia cultivadas em Quebec, concentrado pelo frio natural do inverno. Sem corantes nem aromas acrescentados.
Bebe-se fresca, em pequenas doses, como vinho de sobremesa: acompanha sobremesas e queijos, ou é servida sozinha no fim da refeição.
O ano inteiro; a prensagem acontece no inverno, entre dezembro e março.
Tire suas dúvidas
É uma cidra doce feita com o suco de maçãs de Quebec concentrado pelo frio do inverno. A indicação geográfica exige maçãs da província e proíbe corantes e aromas acrescentados.
De duas formas: o frio natural concentra o açúcar no suco após a prensagem, ou na maçã inteira antes de prensar. Neste segundo método, a fruta pode congelar na árvore ou depois da colheita. A prensagem acontece entre dezembro e março.
A cidre de glace é feita de maçãs; o vinho de gelo, de uvas. Nos dois casos, o frio natural concentra o açúcar da fruta antes da fermentação.
Sabores do Canadá

Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.

Tiras de carne bovina empanadas e fritas até ficarem crocantes, envolvidas num molho agridoce e picante com gengibre, alho e pimenta, com legumes salteados e arroz. Criado em Calgary nos anos 1970, num restaurante sino-canadense, espalhou-se pelas Pradarias e pelo país.

Bagel menor, mais compacto e um pouco adocicado, enrolado à mão, mergulhado em água fervente com mel e assado em forno a lenha. Chegou a Montreal com imigrantes judeus do Leste Europeu no começo do século XX e virou uma das marcas da cidade.

Peito bovino curado com sal e especiarias, defumado e cozido, servido em fatias altas no pão de centeio com mostarda. Trazido a Montreal por imigrantes judeus do Leste Europeu entre o fim do século XIX e o começo do XX, é um dos pratos mais ligados à cidade.

Doce em três camadas que não vai ao forno: base de biscoito, cacau, coco e amêndoas, creme amarelo de baunilha no meio e chocolate por cima. Leva o nome da cidade de Nanaimo, na ilha de Vancouver, que escolheu uma receita oficial na década de 1980.

Vinho de sobremesa feito com uvas que congelam naturalmente no pé e são colhidas e prensadas congeladas, o que concentra açúcar e acidez. Em Niagara-on-the-Lake, na Península do Niágara, as vinícolas o produzem e a cidade recebe um festival dedicado a ele no inverno.

Tortinha individual de massa de torta com recheio de manteiga, açúcar, xarope e ovo, que fica cremoso por dentro e mais firme por cima. A primeira receita impressa conhecida é de 1900, de Barrie, e a tortinha tem roteiros de padarias e festivais em Ontário.

Batata frita coberta com queijo fresco em grãos, que range nos dentes, e molho quente. Surgiu em lanchonetes do interior de Quebec no fim dos anos 1950 e virou um dos símbolos da cozinha da província.

Sanduíche de lombo de porco curado e não defumado, empanado em fubá, grelhado e servido quente num pão macio, em geral com mostarda. Ligado à história da carne de porco em Toronto, foi declarado prato-assinatura da cidade em 2016.