
Caesar
Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.
Sabores · Nanaimo
Doce em três camadas que não vai ao forno: base de biscoito, cacau, coco e amêndoas, creme amarelo de baunilha no meio e chocolate por cima. Leva o nome da cidade de Nanaimo, na ilha de Vancouver, que escolheu uma receita oficial na década de 1980.
Doce típico de Nanaimo, Colúmbia Britânica
Também chamado: Nanaimo bars, Nanaimo square
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Nanaimo bar — Nanaimo, Canadá
A Nanaimo bar é um doce em quadrados, montado em três camadas e firmado na geladeira, sem ir ao forno. A base mistura manteiga, açúcar, cacau e ovo cozidos juntos com farelo de biscoito, coco e amêndoas picadas. A camada do meio é um creme amarelo de manteiga, creme de leite, custard powder, o pó para creme de baunilha e açúcar de confeiteiro. Por cima, vai chocolate meio amargo derretido com manteiga.
A receita mais antiga conhecida com essa forma está num livro de receitas de 1952, organizado pelas voluntárias do hospital de Nanaimo, onde o doce aparece com outros nomes, como chocolate square. O nome Nanaimo bar aparece em 1953, num livro de receitas de Edith Adams. Como o doce surgiu e quem deu o nome ninguém sabe ao certo.
Na década de 1980, o prefeito de Nanaimo abriu um concurso para escolher a receita definitiva. A vencedora, de Joyce Hardcastle, moradora da cidade, virou a receita oficial, divulgada até hoje pelo turismo local. A receita combina base de biscoito e coco, creme de baunilha e cobertura de chocolate.
A Nanaimo bar ficou conhecida no Canadá inteiro e aparece em cafés, padarias e mercados do país. Em Nanaimo, cafés e confeitarias da cidade servem versões próprias, e o Nanaimo Museum guarda a história dos primeiros livros de receitas em que o doce apareceu.
Nanaimo , Colúmbia Britânica
Doce que leva o nome da cidade; receita oficial escolhida pela prefeitura na década de 1980.
Base: manteiga, açúcar, cacau, ovo, farelo de biscoito, coco ralado e amêndoas picadas. Meio: manteiga, creme de leite, custard powder (pó para creme de baunilha) e açúcar de confeiteiro. Cobertura: chocolate meio amargo e manteiga.
Gelado ou em temperatura fresca, cortado em quadrados pequenos, com café ou chá.
O ano inteiro, como sobremesa ou lanche.
Tire suas dúvidas
É um doce em quadrados de três camadas: base de biscoito, cacau, coco e amêndoas; creme amarelo de baunilha no meio; e chocolate por cima. É firmado na geladeira, sem ir ao forno.
Por causa da cidade de Nanaimo, na Colúmbia Britânica. A receita mais antiga conhecida está num livro de receitas do hospital da cidade, de 1952, e o nome Nanaimo bar aparece num livro de receitas de Edith Adams em 1953.
Sim. Na década de 1980, a prefeitura de Nanaimo fez um concurso, e a receita de Joyce Hardcastle, moradora da cidade, virou a oficial, divulgada pelo turismo local.
Sabores do Canadá

Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.

Tiras de carne bovina empanadas e fritas até ficarem crocantes, envolvidas num molho agridoce e picante com gengibre, alho e pimenta, com legumes salteados e arroz. Criado em Calgary nos anos 1970, num restaurante sino-canadense, espalhou-se pelas Pradarias e pelo país.

Bagel menor, mais compacto e um pouco adocicado, enrolado à mão, mergulhado em água fervente com mel e assado em forno a lenha. Chegou a Montreal com imigrantes judeus do Leste Europeu no começo do século XX e virou uma das marcas da cidade.

Peito bovino curado com sal e especiarias, defumado e cozido, servido em fatias altas no pão de centeio com mostarda. Trazido a Montreal por imigrantes judeus do Leste Europeu entre o fim do século XIX e o começo do XX, é um dos pratos mais ligados à cidade.

Vinho de sobremesa feito com uvas que congelam naturalmente no pé e são colhidas e prensadas congeladas, o que concentra açúcar e acidez. Em Niagara-on-the-Lake, na Península do Niágara, as vinícolas o produzem e a cidade recebe um festival dedicado a ele no inverno.

Tortinha individual de massa de torta com recheio de manteiga, açúcar, xarope e ovo, que fica cremoso por dentro e mais firme por cima. A primeira receita impressa conhecida é de 1900, de Barrie, e a tortinha tem roteiros de padarias e festivais em Ontário.

Cidra licorosa feita só com maçãs de Quebec, cujo açúcar é concentrado pelo frio natural do inverno. Protegida como indicação geográfica, tem aromas de maçã fresca e cozida, mel e frutas secas.

Batata frita coberta com queijo fresco em grãos, que range nos dentes, e molho quente. Surgiu em lanchonetes do interior de Quebec no fim dos anos 1950 e virou um dos símbolos da cozinha da província.

Sanduíche de lombo de porco curado e não defumado, empanado em fubá, grelhado e servido quente num pão macio, em geral com mostarda. Ligado à história da carne de porco em Toronto, foi declarado prato-assinatura da cidade em 2016.