
Caesar
Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.
Sabores · Ontário
Tortinha individual de massa de torta com recheio de manteiga, açúcar, xarope e ovo, que fica cremoso por dentro e mais firme por cima. A primeira receita impressa conhecida é de 1900, de Barrie, e a tortinha tem roteiros de padarias e festivais em Ontário.
Doce típico de Ontário
Também chamado: butter tarts, tartelette au beurre
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Butter tart — Ontário, Canadá
A butter tart é uma tortinha pequena, de massa de torta quebradiça, recheada com manteiga, açúcar mascavo, xarope e ovo. No forno, o recheio fica semissólido, com a parte de cima mais firme e crocante. A Enciclopédia Canadense a chama de quintessencialmente canadense.
O registro impresso mais antigo conhecido é uma receita de recheio para tortinhas publicada em 1900 num livro de receitas organizado pelas voluntárias do hospital Royal Victoria, em Barrie, Ontário, vendido para arrecadar fundos. A receita é atribuída a Mrs. Malcolm MacLeod, moradora da cidade, e o livro está guardado no arquivo do condado de Simcoe. É o primeiro registro conhecido, não a prova de uma origem: a Enciclopédia Canadense levanta a hipótese de que a tortinha descenda da tarte au sucre de Quebec e das receitas adaptadas pelas filles du roi, jovens francesas enviadas à Nova França entre 1663 e 1673.
Dois debates acompanham a butter tart. O primeiro é se deve levar passas: as receitas antigas não levavam, hoje passas ou groselhas secas são aceitas, e nozes já são vistas como um passo longe demais. O segundo é a textura: há quem prefira o recheio que escorre e quem o queira firme. Em Quebec, é comum trocar o xarope de milho por xarope de bordo.
Em Ontário, a tortinha tem roteiros de padarias, como o dos Kawarthas e Northumberland, com dezenas de paradas, concursos e festivais, como o de Midland. É fácil de encontrar em padarias, cafés e mercados da província.
Massa de torta; recheio de manteiga, açúcar mascavo, xarope (de milho ou de bordo) e ovo, às vezes com baunilha. Passas ou groselhas secas são opcionais.
Com a mão, em temperatura ambiente ou levemente morna, como sobremesa ou com café.
O ano inteiro; também em feiras e festivais de verão em Ontário.
Tire suas dúvidas
É uma tortinha de massa de torta com recheio de manteiga, açúcar mascavo, xarope e ovo, que fica cremoso por dentro e mais firme por cima.
Depende de quem faz. As receitas antigas não levavam; hoje passas ou groselhas secas são aceitas, mas muita gente prefere sem. Nozes já são vistas como outra receita.
O registro impresso mais antigo é uma receita de 1900, de um livro de Barrie, Ontário. A origem pode ser mais antiga: uma hipótese liga a tortinha à tarte au sucre de Quebec.
Sabores do Canadá

Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.

Tiras de carne bovina empanadas e fritas até ficarem crocantes, envolvidas num molho agridoce e picante com gengibre, alho e pimenta, com legumes salteados e arroz. Criado em Calgary nos anos 1970, num restaurante sino-canadense, espalhou-se pelas Pradarias e pelo país.

Bagel menor, mais compacto e um pouco adocicado, enrolado à mão, mergulhado em água fervente com mel e assado em forno a lenha. Chegou a Montreal com imigrantes judeus do Leste Europeu no começo do século XX e virou uma das marcas da cidade.

Peito bovino curado com sal e especiarias, defumado e cozido, servido em fatias altas no pão de centeio com mostarda. Trazido a Montreal por imigrantes judeus do Leste Europeu entre o fim do século XIX e o começo do XX, é um dos pratos mais ligados à cidade.

Doce em três camadas que não vai ao forno: base de biscoito, cacau, coco e amêndoas, creme amarelo de baunilha no meio e chocolate por cima. Leva o nome da cidade de Nanaimo, na ilha de Vancouver, que escolheu uma receita oficial na década de 1980.

Vinho de sobremesa feito com uvas que congelam naturalmente no pé e são colhidas e prensadas congeladas, o que concentra açúcar e acidez. Em Niagara-on-the-Lake, na Península do Niágara, as vinícolas o produzem e a cidade recebe um festival dedicado a ele no inverno.

Cidra licorosa feita só com maçãs de Quebec, cujo açúcar é concentrado pelo frio natural do inverno. Protegida como indicação geográfica, tem aromas de maçã fresca e cozida, mel e frutas secas.

Batata frita coberta com queijo fresco em grãos, que range nos dentes, e molho quente. Surgiu em lanchonetes do interior de Quebec no fim dos anos 1950 e virou um dos símbolos da cozinha da província.

Sanduíche de lombo de porco curado e não defumado, empanado em fubá, grelhado e servido quente num pão macio, em geral com mostarda. Ligado à história da carne de porco em Toronto, foi declarado prato-assinatura da cidade em 2016.