
Caesar
Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.
Sabores · Montreal
Bagel menor, mais compacto e um pouco adocicado, enrolado à mão, mergulhado em água fervente com mel e assado em forno a lenha. Chegou a Montreal com imigrantes judeus do Leste Europeu no começo do século XX e virou uma das marcas da cidade.
Prato típico de Montreal, Quebec
Também chamado: Montreal bagel, Montreal-style bagel, beigel
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Bagel de Montréal — Montreal, Canadá
O bagel de Montréal é um pão em forma de anel, feito à mão. Depois de modelada, cada peça passa alguns instantes em água fervente adoçada com mel e vai para um forno a lenha. O resultado é um bagel mais achatado, mais compacto e um pouco mais doce que o de Nova York, com casca crocante, superfície irregular, dourada pelo fogo, e miolo firme, de mastigar.
A massa é simples e, segundo a Enciclopédia Canadense, leva malte e não leva sal; as receitas variam de uma padaria para outra. Os mais tradicionais vêm cobertos de gergelim ou de sementes de papoula. Em muitas padarias da cidade, os padeiros enrolam, cozinham e assam os bagels à vista de quem entra, e o forno a lenha é parte do espetáculo.
O bagel chegou a Montreal com imigrantes judeus do Leste Europeu no começo do século XX, sobretudo no Mile End e nos arredores do boulevard Saint-Laurent. A origem exata é contestada: mais de um padeiro é apontado como o primeiro a assar bagels na cidade, e não há como saber quem foi. Duas padarias do Mile End mantêm o método tradicional: uma se instalou na rue Fairmount em 1949, e a outra abriu em 1957.
Em Montreal, o bagel costuma ser comido ainda morno, puro ou com cream cheese. Também aparece nas cestas de café da manhã e em sanduíches, como o de salmão defumado com cream cheese, tomate e cebola. O bagel da cidade ficou conhecido fora do Canadá e, em 2008, um astronauta levou uma encomenda dele para a Estação Espacial Internacional.
Montreal , Quebec
Tradição das padarias judaicas de Montreal desde o começo do século XX.
Farinha de trigo, malte, fermento e água, sem sal; mel na água fervente em que o bagel é cozido antes de assar. Cobertura de gergelim ou de sementes de papoula. As receitas variam entre as padarias.
Morno, puro ou com cream cheese, muitas vezes logo depois de sair do forno. Também no café da manhã e em sanduíches, como o de salmão defumado com cream cheese, tomate e cebola.
O ano inteiro, sobretudo no café da manhã e como lanche.
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O de Montreal é menor, mais achatado, mais compacto e um pouco mais doce. É enrolado à mão, cozido rapidamente em água com mel e assado em forno a lenha, o que deixa a casca crocante e irregular.
O mel na água fervente deixa o bagel levemente adocicado e ajuda a dourar a casca no forno a lenha. É uma das marcas que o distinguem de outros estilos.
Ainda morno, puro ou com cream cheese, muitas vezes logo ao sair do forno. Vai bem com salmão defumado em sanduíche.
Sabores do Canadá

Coquetel de vodca com suco de tomate e de mariscos, molho inglês e molho de pimenta, servido num copo alto com a borda de sal de aipo, um talo de aipo e limão. Foi criado em Calgary em 1969 e é considerado o coquetel nacional do Canadá.

Tiras de carne bovina empanadas e fritas até ficarem crocantes, envolvidas num molho agridoce e picante com gengibre, alho e pimenta, com legumes salteados e arroz. Criado em Calgary nos anos 1970, num restaurante sino-canadense, espalhou-se pelas Pradarias e pelo país.

Peito bovino curado com sal e especiarias, defumado e cozido, servido em fatias altas no pão de centeio com mostarda. Trazido a Montreal por imigrantes judeus do Leste Europeu entre o fim do século XIX e o começo do XX, é um dos pratos mais ligados à cidade.

Doce em três camadas que não vai ao forno: base de biscoito, cacau, coco e amêndoas, creme amarelo de baunilha no meio e chocolate por cima. Leva o nome da cidade de Nanaimo, na ilha de Vancouver, que escolheu uma receita oficial na década de 1980.

Vinho de sobremesa feito com uvas que congelam naturalmente no pé e são colhidas e prensadas congeladas, o que concentra açúcar e acidez. Em Niagara-on-the-Lake, na Península do Niágara, as vinícolas o produzem e a cidade recebe um festival dedicado a ele no inverno.

Tortinha individual de massa de torta com recheio de manteiga, açúcar, xarope e ovo, que fica cremoso por dentro e mais firme por cima. A primeira receita impressa conhecida é de 1900, de Barrie, e a tortinha tem roteiros de padarias e festivais em Ontário.

Cidra licorosa feita só com maçãs de Quebec, cujo açúcar é concentrado pelo frio natural do inverno. Protegida como indicação geográfica, tem aromas de maçã fresca e cozida, mel e frutas secas.

Batata frita coberta com queijo fresco em grãos, que range nos dentes, e molho quente. Surgiu em lanchonetes do interior de Quebec no fim dos anos 1950 e virou um dos símbolos da cozinha da província.

Sanduíche de lombo de porco curado e não defumado, empanado em fubá, grelhado e servido quente num pão macio, em geral com mostarda. Ligado à história da carne de porco em Toronto, foi declarado prato-assinatura da cidade em 2016.