
Hollandse Nieuwe
Arenque jovem e gordo da temporada, limpo, salgado e maturado pelo método tradicional e comido cru, com cebola picada. É especialidade tradicional garantida da União Europeia, e a chegada da nova safra é festejada em todo o país.
Sabores · Holanda
Sopa espessa de ervilha seca partida, com legumes e salsicha defumada, que no inverno chega a ficar tão grossa que a colher fica em pé. O preparo da erwtensoep, chamada também de snert, foi reconhecido como patrimônio imaterial da Holanda em julho de 2018.
Prato típico da Holanda
Também chamado: snert, Hollandse erwtensoep
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Erwtensoep — Holanda
A erwtensoep, sopa de ervilha, é o prato de inverno mais conhecido da Holanda. Também se chama snert, nome popular da versão bem grossa. É feita com ervilha seca partida, cozida devagar com aipo-rábano, alho-poró, cenoura, cebola e batata, além de carne: costeleta ou toucinho no cozimento e rookworst, a salsicha defumada, em fatias por cima.
A sopa é cozida por horas, até as ervilhas se desfazerem. Diz-se que a snert boa é tão espessa que uma colher fica em pé no prato. Muitas famílias preferem comê-la no dia seguinte, quando engrossa ainda mais.
Em julho de 2018, o modo de preparar a sopa entrou para o inventário nacional de patrimônio imaterial.
A erwtensoep aparece nos meses frios em casas, cafés e restaurantes, e é a comida associada às tardes de patinação no gelo, quando os canais congelam, e às caminhadas de inverno. Barracas de snert costumam servir a sopa em eventos ao ar livre nessa época.
É servida quente, com pão de centeio (roggebrood) coberto de toucinho defumado ou com pão comum e manteiga.
Holanda
Prato de inverno de todo o país; preparo reconhecido como patrimônio imaterial nacional.
Ervilha seca partida, aipo-rábano e talos de aipo, alho-poró, cenoura, cebola, batata, costeleta ou toucinho de porco e rookworst (salsicha defumada).
Em prato fundo, bem quente, com a rookworst em fatias por cima e pão de centeio com toucinho defumado ao lado.
Meses frios, de outono a inverno, e eventos ao ar livre no inverno, como dias de patinação.
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Os nomes são usados para a mesma sopa de ervilha. Na tradição descrita pelo patrimônio holandês, snert é a sopa que descansou pelo menos uma noite e ficou mais espessa.
Com fatias de rookworst por cima e, como acompanhamento, roggebrood, o pão escuro de centeio, com katenspek.
Nos meses frios, de outono a inverno, em casa, em cafés e em eventos ao ar livre, como dias de patinação.
Sabores da Holanda

Arenque jovem e gordo da temporada, limpo, salgado e maturado pelo método tradicional e comido cru, com cebola picada. É especialidade tradicional garantida da União Europeia, e a chegada da nova safra é festejada em todo o país.

Bolinhos fritos de massa fermentada, com ou sem passas e maçã, cobertos de açúcar de confeiteiro. São o doce da véspera de Ano-Novo na Holanda, vendidos em barracas que aparecem nas cidades no fim do ano.

Purê rústico de batata amassada com um legume, como couve-galega, chucrute ou cenoura com cebola, servido com salsicha defumada e molho. É o prato de inverno das casas holandesas, com variantes que têm nome próprio.

Pãozinho branco recheado de carne de porco bem temperada, o worstenbroodje é o salgado do Brabante do Norte e foi reconhecido como patrimônio imaterial holandês em 2016.

Pão branco fermentado com grandes pedaços de açúcar misturados à massa e canela, que caramelizam no forno. É o pão doce mais ligado à Frísia, e a tradição local o associa à visita aos pais depois do nascimento de um bebê.

Dois discos finos de waffle crocante colados por uma calda de xarope de caramelo e canela. Nasceu nas padarias de Gouda por volta de 1800, e o modo de fazê-la à mão está no inventário nacional de patrimônio imaterial.

Ovo cozido envolto num ragu cremoso temperado com especiarias, empanado e frito: o eierbal é o salgado das lanchonetes de Groninga. Entrou em 2017 no inventário nacional de patrimônio imaterial, por iniciativa de uma sociedade criada para defendê-lo.

Torta redonda de massa fermentada fina e recheio farto de fruta, pudim de arroz ou creme, às vezes com treliça ou farofa. Desde 2024 tem indicação geográfica protegida da União Europeia, partilhada pela Limburgo holandesa e pela belga.

Bandeja de batatas fritas coberta de shoarma, queijo gratinado, salada, molho de alho e sambal. Criado em 2003 numa lanchonete de Roterdã para o cabeleireiro Nataniël Gomes, levou o nome do salão dele e se espalhou pela Holanda.

Destilado de cereais com zimbro, antecessor do gin, que fez de Schiedam a cidade da jenever: no auge, centenas de destilarias funcionavam junto aos canais, e moinhos gigantes moíam o grão. A jenever tem indicação geográfica europeia partilhada por Holanda, Bélgica e áreas vizinhas.

Grande bola de massa choux recheada de chantili e coberta de chocolate amargo, o doce de 's-Hertogenbosch. Um confeiteiro local anunciava bolas de chocolate já em 1903 e passou a recheá-las de chantili em 1924.

Pãozinho fermentado enrolado em espiral com açúcar mascavo e canela, que carameliza no forno e fica pegajoso por dentro e por fora. É o doce mais conhecido da Zelândia e tem origem atribuída aos judeus sefarditas que se instalaram em Middelburg no fim do século 16.