
Tacacá
Caldo quente de tucupi com goma de mandioca, jambu e camarão seco, servido numa cuia. Em Belém, é vendido pelas tacacazeiras em bancas de rua, no fim da tarde, e o ofício delas é reconhecido como patrimônio cultural.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Sabores · Manaus
Sanduíche de pão francês com lascas de tucumã, queijo coalho e banana pacovã frita. Café da manhã típico de Manaus, foi elevado por lei municipal a patrimônio cultural imaterial da cidade.
Prato típico de Manaus, Amazonas
Também chamado: x-caboquinho, xis-caboquinho
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X-Caboquinho — Manaus, Brasil
O X-Caboquinho junta, num pão francês, três ingredientes muito presentes em Manaus: lascas de tucumã, fruto alaranjado de uma palmeira amazônica, queijo coalho e banana pacovã frita, uma banana grande e firme. Muitas vezes o pão vai à chapa com manteiga, e o queijo derrete um pouco com o calor.
É comido sobretudo de manhã, com café, em cafés regionais, feiras e lanchonetes da cidade.
O tucumã dá ao sanduíche sua polpa alaranjada. Em Manaus, as lascas são vendidas prontas nas feiras.
Em 2019, uma lei municipal elevou o X-Caboquinho à condição de patrimônio cultural imaterial de Manaus, com a promessa de proteção e incentivo do município à tradição.
Há variações: com ovo, com mais queijo, em tapioca no lugar do pão. A versão clássica, porém, continua sendo pão, tucumã, queijo coalho e banana.
Manaus , Amazonas
Lei municipal de 2019 elevou o X-Caboquinho a patrimônio cultural imaterial de Manaus.
Pão francês, lascas de tucumã, queijo coalho, banana pacovã frita e manteiga.
Quente, com o pão tostado na chapa, acompanhado de café. É comum no café da manhã.
O ano todo, sobretudo no café da manhã.
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É um sanduíche de Manaus feito com pão francês, lascas de tucumã, queijo coalho e banana pacovã frita. É patrimônio cultural imaterial da cidade.
É o fruto de uma palmeira amazônica, de polpa alaranjada. Em Manaus, é vendido em lascas nas feiras e usado no X-Caboquinho.
Sobretudo no café da manhã, com café, em cafés regionais, feiras e lanchonetes de Manaus.
Sabores do Brasil

Caldo quente de tucupi com goma de mandioca, jambu e camarão seco, servido numa cuia. Em Belém, é vendido pelas tacacazeiras em bancas de rua, no fim da tarde, e o ofício delas é reconhecido como patrimônio cultural.

Feijão misturado com farinha de mandioca, torresmo, linguiça, ovo e couve. Herança dos tropeiros que cruzavam Minas Gerais, é o prato que mais representa a gastronomia de Belo Horizonte, segundo pesquisa do observatório de turismo da cidade.

Caldo forte e muito apimentado de peixe ou carne de caça com tucupi, de origem indígena, feito tradicionalmente em panela de barro. É considerado sagrado pelos povos Macuxi, Wapichana e Taurepang e é patrimônio cultural de Boa Vista.

Caldo com macarrão de trigo, carne em tiras, omelete e cebolinha, adaptado da receita de Okinawa pelos imigrantes que chegaram a Campo Grande no começo do século 20. É prato típico da cidade e tema de um festival anual na Feira Central.

Frango jovem marinado com vinho e sálvia e assado na brasa, servido em sequência com sopa de agnolini, polenta e radicci. Tradição das galeterias de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, ligada à imigração italiana.

Torta alta de massa fina e recheio farto de frango, linguiça, carne de porco, azeitona, palmito, queijo e ovo, às vezes com guariroba ou pequi. Segundo a tradição, nasceu na Cidade de Goiás, a antiga Vila Boa.

Peixe cozido com tomate, cebola, coentro e urucum na panela de barro, sem dendê nem leite de coco. Uma lei estadual a instituiu como comida típica do Espírito Santo, e a panela usada no preparo é feita pelas paneleiras de Goiabeiras, ofício registrado pelo IPHAN.

Refogado de várias carnes com pinhão cozido e legumes, feito em panela de ferro ou disco de arado. Prato da Serra Catarinense e da Festa Nacional do Pinhão, em Lages, foi declarado patrimônio cultural de Santa Catarina.

Sururu, pequeno molusco da Lagoa Mundaú, cozido ainda na casca com leite de coco, tomate, pimentão e coentro. É o jeito mais típico de servir o sururu em Maceió; o próprio sururu foi declarado patrimônio imaterial de Alagoas.

Erva-mate em infusão com água gelada, tomada na guampa com bomba de metal e passada de mão em mão numa roda. Herança guarani partilhada com o Paraguai, é bebida do dia a dia em Mato Grosso do Sul e patrimônio cultural do estado.

Pãozinho assado de polvilho, queijo curado, ovos, leite e gordura, crocante por fora e elástico por dentro. Quitanda ligada à tradição das fazendas mineiras, é símbolo da cozinha de Minas Gerais e oferecido às visitas com café.

Peixinhos fritos, as gingas, servidos sobre tapioca com coco. Prato símbolo da praia da Redinha, em Natal, criado por pescadores há mais de meio século e reconhecido como patrimônio imaterial do município e do estado.

Pato assado e depois cozido no tucupi com folhas de jambu, servido com arroz e farinha de mandioca. Estrela do almoço do Círio de Nazaré, em outubro, é patrimônio cultural imaterial do Pará.

Carne bovina cozida por muitas horas em panela de barro vedada com massa de farinha, servida com farinha de mandioca e banana. Prato típico do litoral do Paraná, tem indicação geográfica ligada a Morretes, Antonina e Paranaguá.

Aguardente de cana produzida nos alambiques de Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, onde a bebida é feita desde o período colonial. Foi a primeira cachaça com indicação geográfica no país e depois o primeiro destilado brasileiro com Denominação de Origem.

Bolo de massa amanteigada finíssima, enrolada em muitas camadas com goiabada. Adaptação pernambucana de um bolo português, é reconhecido por lei estadual como patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco.

Bebida sem álcool feita do suco de caju clarificado e cozido até ganhar cor de âmbar, engarrafada e servida gelada. A produção tradicional e as práticas ligadas à cajuína no Piauí são Patrimônio Cultural do Brasil, registradas pelo IPHAN.

Feijão-preto cozido com carnes bovinas e suínas salgadas ou defumadas, servido com arroz, couve, farofa e laranja. No Rio de Janeiro, é a comida de sábado dos botequins e das quadras das escolas de samba, e a feijoada carioca é patrimônio imaterial do estado.

Carne temperada só com sal grosso e assada em espeto ou grelha sobre brasas, com controle manual do fogo. Uma lei estadual de 2003 instituiu o churrasco à gaúcha como prato típico do Rio Grande do Sul e criou o Dia do Churrasco, em 24 de abril.

Bolinho de feijão-fradinho moído, frito no azeite de dendê e recheado com vatapá, caruru, camarão seco e pimenta. Vendido nos tabuleiros das baianas, é patrimônio cultural de Salvador, e o ofício das baianas de acarajé é registrado pelo IPHAN.

Arroz misturado ao cuxá, um refogado de folhas de vinagreira com gergelim torrado, camarão seco e farinha. Prato símbolo do Maranhão, já era vendido nas ruas de São Luís no século 19.

Feijão engrossado com farinha, servido com arroz, bisteca de porco, torresmo, couve, ovo frito, linguiça e banana à milanesa. Prato de segunda-feira nos restaurantes de São Paulo, é registrado como patrimônio imaterial do estado pelo Condephaat.