Encontro das Águas
As águas pretas do rio Negro e as barrentas do Solimões correm lado a lado por quilômetros sem se misturar, por diferença de temperatura e densidade. O passeio de barco costuma seguir para os igapós e as vitórias-régias.
Amazonas Capital
No destino Manaus e Amazônia Central (Rio Negro).
A cidade
Manaus reúne patrimônio do ciclo da borracha e paisagens amazônicas às margens do Rio Negro. O Teatro Amazonas, os mercados e os espaços culturais do centro histórico contam diferentes capítulos da capital.
3 lugares para ficar em Manaus.
3 lugares escolhidos para comer.
O que saber antes de ir.
A experiência do lugar
As águas pretas do rio Negro e as barrentas do Solimões correm lado a lado por quilômetros sem se misturar, por diferença de temperatura e densidade. O passeio de barco costuma seguir para os igapós e as vitórias-régias.
Ópera de 1896 erguida no auge do ciclo da borracha, com cúpula de mosaicos coloridos e salão italiano restaurado. Vale a visita guiada e, se der, um concerto da orquestra.
Estrutura de ferro de 1883 inspirada nos mercados europeus, à beira do rio Negro. Concentra peixes amazônicos, ervas, guaraná em bastão e artesanato ribeirinho.
Orla urbana às margens do rio Negro, com faixa de areia que aparece na vazante, calçadão e quiosques. É onde o manauara vê o pôr do sol.
Museu a céu aberto dentro da Reserva Adolpho Ducke, com trilhas na mata, orquidário e lago de vitórias-amazônicas. A torre de 42 metros coloca o visitante acima da copa das árvores.
Área de cerca de 13 hectares de floresta mantida pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), aberta ao público em 1995. Tem trilhas, passarelas suspensas, recintos de peixes-bois e ariranhas e a Casa da Ciência, com exposições sobre a região.
Templo neoclássico erguido na Praça XV de Novembro depois que um incêndio destruiu a igreja anterior, em 1850, com inauguração em 1877. De frente para o porto, guarda objetos usados pelo papa João Paulo II na visita de 1980.
Construído em 1903 em estilo eclético como residência do comerciante alemão de borracha Karl Waldemar Scholz, depois serviu de sede do governo estadual. Restaurado, virou centro cultural com exposições, recitais e um acervo de 228 peças.