
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Hanga Roa
Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.
Prato típico de Hanga Roa, Valparaíso
Também chamado: 'umu, umu tahu, umu ta'o, curanto rapanui
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Umu — Hanga Roa, Chile
O umu é a forma tradicional de cozinhar em Rapa Nui, a ilha polinésia do Chile no meio do Pacífico. Cava-se um buraco no chão, forrado de pedras vulcânicas, e acende-se uma fogueira até as pedras ficarem muito quentes. Sobre elas vão folhas de bananeira e, por cima, os alimentos: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana. Tudo é coberto de novo com folhas e terra e cozinha lentamente no vapor e no calor das pedras.
O turismo oficial do Chile apresenta o umu como a preparação mais tradicional da cozinha rapanui, cuja base são o atum, a batata-doce, o taro e a banana. Os materiais educativos do Ministério da Educação do Chile para a língua rapanui tratam o 'umu como o equivalente ao curanto e descrevem vários tipos, cada um com sua finalidade.
O umu tem caráter comunitário e ritual. O umu tahu é feito para pedir proteção e bons auspícios no começo de uma atividade, como a estreia de um barco ou de uma rede; o umu hatu, para agradecer quando ela termina. Há umus para casamentos, nascimentos e para homenagear os mortos.
Durante a Tapati, a festa da cultura rapanui realizada em fevereiro em Hanga Roa, o umu é o preparo central das competições e das celebrações.
Hanga Roa , Valparaíso
Hanga Roa é a única cidade de Rapa Nui e o centro da Tapati, a festa da ilha em que o umu é o preparo tradicional; o turismo oficial do Chile o apresenta como a preparação mais tradicional da cozinha rapanui.
Carnes (frango, porco ou outras), peixe, batata-doce (kūmara), taro, banana e folhas de bananeira, cozidos sobre pedras vulcânicas.
Depois de aberto o forno, os alimentos são distribuídos entre os presentes, muitas vezes em pratos de folha ou travessas, e comidos juntos.
Celebrações familiares e comunitárias, inícios e encerramentos de atividades importantes e a Tapati, em fevereiro.
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É o forno de terra tradicional do povo rapanui: alimentos envoltos em folhas de bananeira cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, num buraco coberto de terra.
O umu tahu é feito para pedir proteção e bons auspícios antes de uma atividade importante; o umu hatu, para agradecer quando ela termina.
Em celebrações da comunidade e, principalmente, durante a Tapati, a festa da cultura rapanui realizada em fevereiro em Hanga Roa. As datas mudam a cada ano; confirme antes de viajar.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.