
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Valparaíso
Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.
Prato típico de Valparaíso, Valparaíso
Também chamado: chorrillana porteña
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Chorrillana — Valparaíso, Chile
A chorrillana é uma montanha de batatas fritas coberta com tiras de carne bovina salteadas, cebola refogada até ficar macia e ovos, fritos ou mexidos. Vem numa travessa grande, para várias pessoas, e se come com garfo direto do centro da mesa. A base de carne e batata é a única constante: muitas versões acrescentam linguiça, salsichas ou outros ingredientes.
O prato é ligado à vida noturna de Valparaíso. Jornalistas de gastronomia o descrevem como a contribuição da cidade à comida popular chilena, nascida nas picadas, os bares simples do porto, para acompanhar cerveja e vinho. Um desses bares, no centro da cidade, afirma ter criado a receita nos anos 1970, como prato barato e farto para estudantes.
A origem, porém, é discutida. Outras versões falam de um "lomo a la chorrillana" servido em Copiapó, de uma receita da localidade de Chorrillos, perto de Lima, ou de uma ligação com a Guerra do Pacífico. Nenhuma delas tem prova definitiva, e o nome também não tem explicação segura.
Com o tempo, a chorrillana se espalhou por todo o Chile e virou prato comum de bares e fuentes de soda do país.
Valparaíso , Valparaíso
A imprensa especializada em gastronomia associa a chorrillana a Valparaíso, onde o prato se popularizou nos bares tradicionais do porto.
Batata frita, carne bovina em tiras, cebola, ovos, sal e pimenta. Algumas versões levam linguiça ou salsicha.
No centro da mesa, numa travessa para duas ou mais pessoas, com garfos para todos. Costuma acompanhar cerveja ou vinho.
Prato de bar e de encontro entre amigos, comum à noite e nos fins de semana.
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Batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo. Muitas versões acrescentam linguiça ou salsicha.
É a versão mais conhecida, defendida por um bar tradicional da cidade, que diz tê-la criado nos anos 1970. Outras versões apontam Copiapó, a localidade peruana de Chorrillos ou a Guerra do Pacífico. A origem segue discutida.
Em geral é servida para dividir, entre duas ou mais pessoas. Pergunte o tamanho da porção ao pedir, porque varia de um lugar para outro.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.