
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Pisco Elqui
Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.
Bebida típica de Pisco Elqui, Coquimbo
Também chamado: pisco chileno
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Pisco — Pisco Elqui, Chile
O pisco é uma aguardente obtida pela destilação de vinho de uva. No Chile, o nome é protegido por denominação de origem: pelo regulamento, só se chama pisco a aguardente produzida e engarrafada nas regiões de Atacama e Coquimbo, a partir de vinho de variedades de uva definidas por lei e plantadas nessas regiões. O resultado pode ser transparente ou ganhar cor e aromas de madeira quando envelhece em barris.
O vale do Elqui, na região de Coquimbo, é a área mais associada à bebida. O turismo oficial do Chile apresenta Pisco Elqui, povoado do alto do vale, como o lugar onde nasceu o pisco chileno, com destilarias tradicionais que recebem visitantes e um museu dedicado à bebida. O próprio nome do povoado é uma homenagem: chamava-se La Unión e passou a se chamar Pisco Elqui em 1936, por lei, para reforçar a ligação do vale com o destilado.
O nome pisco também é usado no Peru, que tem a sua própria denominação de origem e as suas próprias regras. Cada país regula o pisco produzido no seu território.
No Chile, o pisco se toma puro ou em drinques. O mais conhecido é o pisco sour, com suco de limão e açúcar; outro comum é a piscola, com refrigerante de cola.
Pisco Elqui , Coquimbo
O turismo oficial do Chile apresenta Pisco Elqui como o povoado onde nasceu o pisco chileno.
Vinho de uvas de variedades definidas no regulamento da denominação de origem, cultivadas nas regiões de Atacama e Coquimbo.
Puro, em copo pequeno, ou em drinques como o pisco sour (com limão e açúcar) e a piscola (com refrigerante de cola). Tem teor alcoólico alto: aprecie com moderação.
Aperitivo antes das refeições, encontros e celebrações; nas destilarias do vale do Elqui, é provado em visitas guiadas.
Tire suas dúvidas
Pelo regulamento da denominação de origem, só nas regiões de Atacama e Coquimbo, no norte do Chile. O vale do Elqui, em Coquimbo, é a área mais associada à bebida.
Sim. No vale do Elqui, várias destilarias recebem visitantes com visita guiada e degustação, principalmente em Pisco Elqui e nos arredores de Vicuña. Na alta temporada, convém reservar.
É o drinque mais conhecido feito com pisco: leva suco de limão e açúcar, e muitas receitas acrescentam clara de ovo. É servido gelado, como aperitivo.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.