
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Santiago
Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.
Bebida típica de Santiago, Metropolitana de Santiago
Também chamado: terremoto chileno
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Terremoto — Santiago, Chile
O terremoto é servido num copo grande: vinho pipeño, um vinho branco jovem e simples, com uma ou duas bolas de sorvete de abacaxi. Muitas versões acrescentam granadina ou um pouco de fernet. É doce e gelado, e o sabor disfarça o álcool, o que ajuda a explicar o nome, uma brincadeira com o efeito da bebida.
A origem é atribuída a bares tradicionais de Santiago. A versão mais contada diz que, poucos dias depois do terremoto de março de 1985, jornalistas estrangeiros que cobriam o sismo provaram num bar da cidade um pipeño com sorvete e disseram que aquilo, sim, era um terremoto. Outro bar de Santiago também reivindica a criação, e há quem veja o drinque como variação do ponche a la romana, mistura mais antiga de espumante com sorvete de abacaxi.
O terremoto se tornou a bebida típica das Fiestas Patrias, em setembro, e é servido em fondas e ramadas de todo o país. Nos bares tradicionais, existe também a "réplica", um copo menor para quem quer continuar com menos.
Santiago , Metropolitana de Santiago
As versões sobre a origem do terremoto apontam bares tradicionais de Santiago, nos dias seguintes ao terremoto de 1985.
Vinho pipeño (vinho branco jovem), sorvete de abacaxi e, opcionalmente, granadina ou fernet.
Bem gelado, num copo grande, com o sorvete boiando por cima. Toma-se devagar, de canudo ou direto do copo. Tem álcool: aprecie com moderação.
Bebida das Fiestas Patrias, em setembro, e dos bares tradicionais de Santiago ao longo do ano.
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Vinho pipeño, um vinho branco jovem, e sorvete de abacaxi. Muitas versões acrescentam granadina ou fernet.
A tradição liga o nome ao terremoto de 1985, que atingiu Santiago, e ao efeito da bebida, que é doce mas tem álcool.
É um copo menor de terremoto, servido em bares tradicionais para quem quer continuar bebendo com menos quantidade. O nome brinca com os tremores que seguem um sismo. Aprecie com moderação.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.