
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Magalhães e Antártica Chilena
Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.
Prato típico de Magalhães e Antártica Chilena
Também chamado: cordero magallánico al palo, asado de cordero al palo
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Cordero al palo — Magalhães e Antártica Chilena, Chile
No cordero al palo, o cordeiro inteiro é aberto e preso numa armação de ferro em forma de cruz, cravada no chão de forma inclinada ao lado de uma fogueira. A carne assa devagar, durante horas, com o calor das brasas e não com a chama direta, e é virada para que os dois lados dourem. O tempero é simples, à base de sal.
O prato é ligado às estâncias, as grandes fazendas de ovelhas que ocuparam a Patagônia chilena. A criação começou em Magalhães em 1876, quando o governador da região trouxe o primeiro rebanho das ilhas Malvinas, e nas décadas seguintes a lã e a carne de ovelha se tornaram a base da economia regional.
O turismo oficial do Chile diz que, na gastronomia de Magalhães, o cordeiro ao palo é o prato mais aplaudido. Muitas estâncias da região, perto de Punta Arenas e de Puerto Natales, recebem visitantes com cavalgadas, demonstrações de tosquia e um assado de cordeiro no quincho, o galpão de churrasco.
Magalhães e Antártica Chilena
O turismo oficial do Chile diz que, na gastronomia de Magalhães, o cordeiro ao palo é o prato mais aplaudido; a criação de ovelhas nas estâncias formou a economia da região.
Cordeiro inteiro e sal.
A carne é cortada da cruz e servida em pedaços. Come-se em grupo, ao redor do fogo ou no quincho.
Almoços nas estâncias, festas e encontros no campo e no verão austral, de dezembro a março, quando mais visitantes chegam à região.
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É o cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado lentamente ao lado do fogo, durante horas. É o prato típico das estâncias da Patagônia chilena.
Em restaurantes de Punta Arenas e de Puerto Natales e em estâncias da região que recebem visitantes, muitas vezes com cavalgada e demonstração de tosquia.
Porque a região foi ocupada por grandes fazendas de ovelhas a partir de 1876, e a criação para lã e carne se tornou a base da economia de Magalhães.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.