
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · La Ligua
Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.
Doce típico de La Ligua, Valparaíso
Também chamado: dulces chilenos de La Ligua, chilenitos
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Dulces de La Ligua — La Ligua, Chile
Dulces de La Ligua é o nome de um conjunto de doces artesanais feitos na cidade de La Ligua, no norte da região de Valparaíso. Entre os mais conhecidos estão os chilenitos, discos de massa fina unidos com manjar, o doce de leite chileno, e cobertos de merengue. A receita e a forma de fazer passam de geração em geração entre as famílias de doceiros.
Tão importante quanto o doce é o jeito de vender. As doceiras e doceiros, de roupa branca e cesto, oferecem os doces aos viajantes. A tradição é atribuída ao século 17 e se popularizou no século 19, quando o trem chegou a La Ligua e os vendedores subiam nos vagões. Depois, a venda passou para os ônibus e para a estrada 5 Norte, onde continua.
Em 2014, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Chile registrou a indicação geográfica Dulces de La Ligua, pedida pela associação de fabricantes da cidade. A tradição também foi incluída no registro de patrimônio cultural imaterial do Chile, que reconhece tanto a técnica artesanal quanto a figura das vendedoras com seu traje e seu cesto.
La Ligua , Valparaíso
Os Dulces de La Ligua têm indicação geográfica registrada pelo INAPI para a comuna, e sua tradição está no registro de patrimônio cultural imaterial do Chile.
Farinha de trigo, ovos, manteiga, açúcar e manjar (doce de leite); merengue de claras e açúcar para cobrir, conforme o tipo de doce.
Com as mãos, como lanche ou com café ou chá. Costuma ser comprado em caixas para levar de presente.
Lanche de viagem e presente; muito procurado nas Fiestas Patrias, em setembro, e nos fins de semana de estrada cheia.
Tire suas dúvidas
São doces de massa fina unidos com manjar, o doce de leite chileno, e cobertos de merengue. Estão entre os doces mais conhecidos de La Ligua.
A venda aos viajantes é parte da tradição: começou nos trens, no século 19, passou para os ônibus e depois para a estrada 5 Norte, onde as doceiras de branco e cesto oferecem os doces.
Sim. Têm indicação geográfica registrada desde 2014 pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Chile, e a tradição está no registro de patrimônio cultural imaterial do país.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.