
Chicha de Curacaví
Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.
Sabores · Santiago
Sanduíche quente de carne bovina fina na chapa com queijo derretido, em geral no pão marraqueta. Leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago.
Prato típico de Santiago, Metropolitana de Santiago
Também chamado: sándwich Barros Luco, churrasco Barros Luco
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Barros Luco — Santiago, Chile
O Barros Luco é um sanduíche simples: bifes finos de carne bovina feitos na chapa, cobertos de queijo que derrete com o calor, dentro de um pão quente. O pão mais comum é a marraqueta, o pão crocante de todo dia no Chile, mas também se usa hallulla ou pão de forma. O queijo costuma ser um queijo amarelo macio, que derrete bem.
O nome homenageia Ramón Barros Luco, presidente do Chile entre 1910 e 1915. Segundo o turismo oficial do país, ele frequentava um clube no centro de Santiago e pedia sempre o mesmo sanduíche de carne e queijo; os outros fregueses passaram a pedir igual, e o prato ganhou o nome dele. Outras versões situam a criação no restaurante do antigo Congresso ou numa confeitaria tradicional da Alameda, todas em Santiago.
O sanduíche tem um parente com nome de político: o Barros Jarpa, de presunto e queijo, também batizado em homenagem a um político chileno. Os dois viraram clássicos das fuentes de soda chilenas, e o Barros Luco é servido em todo o país.
Santiago , Metropolitana de Santiago
O sanduíche leva o nome do presidente Ramón Barros Luco, que o pedia em Santiago, segundo o turismo oficial do Chile.
Carne bovina em bifes finos, queijo amarelo que derrete bem, pão marraqueta ou hallulla, sal e um pouco de gordura para a chapa.
Quente, logo depois de montado, com as mãos. Em muitos lugares é possível pedir acréscimos, como abacate ou tomate.
Almoço rápido ou lanche em lanchonetes e restaurantes tradicionais; também é pedido no café da manhã reforçado.
Tire suas dúvidas
O Barros Luco leva carne bovina na chapa com queijo derretido; o Barros Jarpa leva presunto e queijo. Os dois têm nomes de políticos chilenos.
Ramón Barros Luco foi presidente do Chile de 1910 a 1915. O sanduíche ganhou o nome dele porque, segundo a tradição, ele o pedia sempre em Santiago.
Em geral a marraqueta, o pão crocante mais comum do Chile, mas também se faz com hallulla ou pão de forma.
Sabores do Chile

Bebida de mosto de uva fermentado, levemente doce, feita em Curacaví, perto de Santiago, com cozimento em tachos de cobre ou aço inoxidável. Tem denominação de origem desde 2017 e uma festa anual.

Torta de massa doce coberta de frutas da estação, como framboesa, morango, murta e groselha, herdada dos colonos alemães do sul do Chile. Em Frutillar, é o doce das casas de chá.

Forno de terra do povo rapanui: carnes, peixe, batata-doce, taro e banana cozidos lentamente sobre pedras vulcânicas quentes, envoltos em folhas de bananeira. É a preparação mais tradicional da cozinha de Rapa Nui.

Doces artesanais feitos por famílias de doceiros de La Ligua e vendidos por doceiras de avental branco e cesto, na cidade e na estrada. Têm indicação geográfica e são patrimônio cultural imaterial do Chile.

Mariscos, carnes, linguiça, batatas e pães de batata cozidos em um buraco na terra, sobre pedras quentes, cobertos de folhas grandes. É o prato mais ligado a Chiloé, no sul do Chile.

Cordeiro inteiro aberto numa cruz de ferro e assado devagar ao lado do fogo, prato das estâncias de ovelhas da Patagônia chilena. É o mais ligado à gastronomia de Magalhães.

Aguardente de uva com denominação de origem chilena, destilada de vinho de variedades definidas por lei nas regiões de Atacama e Coquimbo. O vale do Elqui e o povoado de Pisco Elqui são seu coração.

Drinque de vinho pipeño com sorvete de abacaxi, às vezes com granadina ou fernet. Seu nome é ligado aos bares de Santiago e ao terremoto de 1985 e virou bebida das Fiestas Patrias.

Travessa de batata frita coberta de tiras de carne bovina, cebola refogada e ovo, servida para dividir. É associada aos bares tradicionais de Valparaíso, onde se popularizou.