
Pique macho
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Sabores · La Paz
Prato de La Paz com espiga de milho andino, favas na casca, batatas e uma fatia de queijo frito, às vezes com carne, servido com llajwa. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.
Prato típico de La Paz, La Paz
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Plato paceño — La Paz, Bolívia
O plato paceño é um prato de ingredientes inteiros, colocados lado a lado: uma espiga de milho andino de grãos grandes, favas cozidas na casca, batatas cozidas com casca e uma fatia de queijo frito. Muitas versões acrescentam um pedaço de carne de boi assada ou na chapa. À parte vem a llajwa, o molho picante de tomate e locoto.
O nome diz de onde ele é. Em 2012, o município de La Paz declarou patrimônio cultural imaterial a "Gastronomia Tradicional Paceña", com uma lista de pratos e bebidas que inclui o plato paceño. A declaração veio acompanhada de uma pesquisa da prefeitura sobre a comida da cidade nos dias de festa e no cotidiano.
Essa pesquisa liga o prato à estação das chuvas e às primeiras colheitas: a partir de meados de janeiro, o milho novo chega aos mercados de La Paz, vindo das áreas rurais, junto com as batatas e as favas do altiplano. O livro da prefeitura registra o prato sobretudo no dia 24 de janeiro, data da Feira de Alasita. Uma versão popular, contada em jornais e guias, situa a origem no cerco de La Paz de 1781, quando a cidade ficou sem alimentos; é uma tradição, sem documento que a confirme.
O prato é seco, sem caldo, e se come aos poucos, alternando os ingredientes e acrescentando llajwa a cada garfada. Muita gente come o milho e as favas com a mão. As favas costumam ser servidas com a casca, que se retira na hora de comer.
Todos os ingredientes vêm do altiplano e dos vales próximos de La Paz, e o prato mostra bem a variedade de milho e batata da região. Sem a carne, é uma opção sem proteína animal além do queijo.
La Paz , La Paz
Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio cultural imaterial do município de La Paz em 2012.
Espiga de milho andino (choclo), favas na casca, batatas cozidas com casca, queijo fresco em fatia frita e, em muitas versões, um pedaço de carne de boi. Acompanha llajwa, molho de tomate e locoto.
Seco, com os ingredientes lado a lado no prato. Come-se alternando o milho, as favas, a batata e o queijo, com llajwa à parte. É comum comer o milho e as favas com a mão.
Durante o ano todo, sobretudo na estação do milho novo, a partir de meados de janeiro. A pesquisa da prefeitura de La Paz o associa ao dia 24 de janeiro, da Feira de Alasita.
Tire suas dúvidas
Uma espiga de milho andino, favas na casca, batatas cozidas com casca e uma fatia de queijo frito. Muitas versões trazem também um pedaço de carne de boi. A llajwa, molho picante de tomate e locoto, vem à parte.
Sim. Faz parte da "Gastronomia Tradicional Paceña", declarada patrimônio cultural imaterial do município de La Paz em 2012.
Depende da versão. A base é milho, favas, batata e queijo frito; muitas casas acrescentam um pedaço de carne de boi. Pergunte antes se preferir sem carne.
Sabores da Bolívia

Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.

Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.