
Pique macho
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Sabores · Sucre
Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.
Prato típico de Sucre, Chuquisaca
Também chamado: Mondongo
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Mondongo chuquisaqueño — Sucre, Bolívia
O mondongo chuquisaqueño é um guisado de carne de porco, em geral costela, cozida num molho espesso de ají vermelho, com cebola, tomate e temperos. Vem acompanhado de mote, o milho branco cozido, e de batata. O ají colorado dá ao prato a cor vermelho-escura e um picante marcado, típico da cozinha dos vales de Chuquisaca.
Apesar do nome, em Sucre o mondongo não é feito de bucho: é um guisado de porco. O adjetivo chuquisaqueño o liga ao departamento de Chuquisaca, cuja capital é Sucre.
A apresentação oficial do destino Sucre, do programa do Bicentenário da Bolívia, cita o mondongo chuquisaqueño em primeiro lugar entre os pratos emblemáticos da identidade culinária local, ao lado do chorizo e do ckocko de frango. Guias de viagem o apresentam como um dos pratos mais conhecidos da cidade.
Sucre faz feiras dedicadas ao prato. A Feria del Mondongo y el Chorizo Chuquisaqueño acontece em datas cívicas, como o 25 de maio, que lembra o levante de 1809 na cidade. No Dia de Todos os Santos, uma feira gastronômica junto do cemitério geral tem o mondongo como prato principal, ao lado de pães e doces da festa.
O mote costuma ser servido com o palito, a parte central do milho, e a batata absorve o molho. É um prato de almoço, farto e quente.
Sucre , Chuquisaca
Citado na apresentação oficial do destino Sucre entre os pratos emblemáticos da identidade culinária local.
Carne de porco (em geral costela), ají vermelho moído, cebola, tomate, alho, cominho e outros temperos. Acompanham mote de milho branco e batata.
No almoço, num prato fundo, com o guisado de porco no molho de ají e o mote e a batata ao lado. Come-se de garfo, segurando os ossos da costela com a mão.
Durante o ano todo; aparece em feiras de Sucre em datas cívicas, como o 25 de maio, e no Dia de Todos os Santos.
Tire suas dúvidas
Não. Em Sucre, o mondongo é um guisado de carne de porco, em geral costela, num molho de ají vermelho, servido com mote e batata.
Sim, o molho de ají vermelho dá um picante marcado. A intensidade varia de cozinha para cozinha.
Em datas cívicas, como o 25 de maio, e no Dia de Todos os Santos, junto do cemitério geral. As datas e os locais variam a cada ano; confirme antes.
Sabores da Bolívia

Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.

Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.