
Silpancho
Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.
Sabores · Cochabamba
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Prato típico de Cochabamba, Cochabamba
Também chamado: Pique a lo macho
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Pique macho — Cochabamba, Bolívia
O pique macho é uma travessa grande, feita para dividir. Sobre uma base de batatas fritas vão pedaços de carne de boi salteados, salsicha ou embutido, cebola, tomate e locoto, a pimenta andina, cortado em rodelas. Por cima, ovo cozido e, em muitas versões, mostarda e maionese. O caldo da carne e o picante do locoto molham as batatas.
O prato nasceu em Cochabamba, num restaurante do casal Honorato Quiñones e Evangelina Rojas. As versões da família e da imprensa divergem sobre o ano de criação: começou como um petisco noturno para amigos e clientes, com várias carnes, embutido, batata e locoto, e virou hábito da casa. O nome, segundo a família, foi dado pelos próprios clientes, entre eles funcionários da companhia aérea Lloyd Aéreo Boliviano, que trabalhavam perto.
Em 2019, a Gobernación de Cochabamba fez uma votação pública para escolher os pratos mais representativos do departamento, e o pique macho ficou em primeiro lugar, à frente do falso conejo, do chicharrón, do silpancho e do p'ampaku. A Secretaria de Culturas certificou o restaurante da família como criador do prato.
Pique quer dizer petisco, algo para beliscar. A palavra macho se refere ao tamanho da porção e ao picante do locoto: uma travessa costuma alimentar várias pessoas.
O pique macho se espalhou por toda a Bolívia e é servido em restaurantes de várias cidades, mas continua ligado a Cochabamba, cidade conhecida pela comida farta.
Cochabamba , Cochabamba
Criado em Cochabamba e escolhido em 2019 pela Gobernación como o prato mais representativo do departamento.
Carne de boi em tiras, salsicha ou embutido, batatas fritas, cebola, tomate, locoto (pimenta andina) em rodelas e ovo cozido. Muitas versões levam mostarda e maionese.
Numa travessa no centro da mesa, para dividir. Cada um se serve com garfo ou palito, misturando batata, carne e locoto.
Durante o ano todo, no almoço ou à noite, como prato para compartilhar entre amigos e família.
Tire suas dúvidas
Uma travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Nasceu em Cochabamba e se come em toda a Bolívia.
Pique quer dizer petisco. Segundo a família da criadora, o nome foi dado pelos clientes, e o macho se refere à porção grande e ao picante do locoto.
Pode ser, por causa do locoto, a pimenta andina servida em rodelas. Dá para separar o locoto e comer o resto do prato.
Depende do tamanho pedido, mas a travessa costuma alimentar várias pessoas. Pergunte o tamanho das porções antes de pedir.
Sabores da Bolívia

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.

Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.