
Pique macho
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Sabores · Potosí
Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.
Prato típico de Potosí, Potosí
Também chamado: Q'alapurka, K'alaphurka, Kalapurka, Calapurca
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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K'alapurka — Potosí, Bolívia
A k'alapurka é uma sopa espessa de farinha de milho branco, com carne de boi ou charque, batata, ají vermelho, cebola, alho e orégano. O que a distingue é a forma de servir: a sopa vem numa tigela de barro e, na hora, coloca-se dentro dela uma pedra vulcânica muito quente, que faz o caldo borbulhar e o mantém quente por mais tempo.
Em 2014, a Lei 485 declarou patrimônio nacional da Bolívia a culinária representativa do departamento de Potosí, e a k'alapurka é o primeiro prato da lista. A Gobernación de Potosí, ao escolher os pratos-bandeira do departamento, a apontou como prato da região central, a da cidade de Potosí.
A cidade fica a cerca de 4.000 metros de altitude, com manhãs e noites frias, e a sopa é conhecida como um prato para aquecer. Guias de viagem descrevem a k'alapurka como café da manhã potosino em dias frios, e o barulho da pedra ao cair na tigela é parte do ritual.
Algumas versões levam carne de porco frita, e o ponto do picante varia. O caldo amarelo-alaranjado costuma ser finalizado com ají moído e ervas por cima.
A grafia varia porque a palavra vem do quéchua: k'alapurka, q'alapurka, k'alaphurka ou kalapurka são formas encontradas em cardápios e documentos oficiais.
Potosí , Potosí
Patrimônio nacional pela Lei 485 de 2014 e prato da região central de Potosí segundo a Gobernación.
Farinha de milho branco, carne de boi ou charque (às vezes porco frito), batata, ají vermelho, cebola, alho, orégano e sal. Uma pedra vulcânica aquecida no fogo é colocada na tigela.
Numa tigela de barro, com a pedra quente dentro, que faz a sopa ferver na mesa. Espere a fervura baixar antes de começar.
Durante o ano todo, sobretudo nas manhãs frias de Potosí; guias de viagem a descrevem como café da manhã.
Tire suas dúvidas
A pedra vulcânica é aquecida no fogo e colocada dentro da tigela na hora de servir. Ela faz a sopa ferver na mesa e a mantém quente por mais tempo.
Sim. A Lei 485, de 2014, declarou patrimônio nacional da Bolívia a culinária representativa do departamento de Potosí, e a k'alapurka encabeça a lista.
De farinha de milho branco, carne de boi ou charque, batata, ají vermelho, cebola, alho e orégano. Algumas versões levam porco frito.
Sabores da Bolívia

Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.

Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.