
Pique macho
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Sabores · La Paz
Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.
Prato típico de La Paz, La Paz
Também chamado: Fricasé paceño, Fricasé de cerdo
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Fricasé — La Paz, Bolívia
O fricasé é uma sopa espessa e picante de carne de porco, típica de La Paz. Os pedaços de porco, muitas vezes com osso, cozinham devagar num caldo temperado com ají amarelo moído, alho, cominho e pimenta-do-reino. O prato chega à mesa num prato fundo, com mote, o milho branco cozido, chuño e bastante caldo, e costuma levar folhas de hortelã por cima.
Em 2012, o município de La Paz incluiu o "fricasé de cerdo" na lista da "Gastronomia Tradicional Paceña", declarada patrimônio cultural imaterial do município. A prefeitura é responsável por proteger e divulgar esses pratos em feiras e festas.
O nome vem do francês fricassée, carne cortada em pedaços e cozida num molho. Segundo informação atribuída à prefeitura de La Paz, o prato teria chegado à cidade no período colonial, por influência da cultura francesa a partir do começo do século 18. Em La Paz, a receita ganhou ingredientes andinos, como o chuño e o ají.
O ají amarelo dá a cor dourada do caldo e um ardor moderado. O chuño, a batata desidratada pelo frio do altiplano, absorve o caldo e tem textura firme. O mote é servido em grãos grandes.
Guias de viagem descrevem o fricasé como prato de fim de semana e de festa em La Paz, comido bem quente, muitas vezes pela manhã.
La Paz , La Paz
O fricasé de porco faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio cultural imaterial do município de La Paz em 2012.
Carne de porco em pedaços, ají amarelo moído e frito, cebola, alho, cominho, pimenta-do-reino e hortelã. Acompanham mote (milho branco cozido) e chuño (batata desidratada).
Bem quente, num prato fundo, com o mote no fundo, a carne e o chuño por cima e bastante caldo. Come-se de colher, segurando os ossos com a mão quando preciso.
Prato de fins de semana e de festas em La Paz, muitas vezes servido pela manhã, segundo guias de viagem.
Tire suas dúvidas
Uma sopa espessa de carne de porco cozida em caldo de ají amarelo, servida com mote, o milho branco cozido, e chuño, a batata desidratada. É um dos pratos da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município de La Paz.
Tem um ardor moderado, que vem do ají amarelo. A intensidade varia de casa para casa.
O nome vem do francês fricassée, carne em pedaços cozida num molho. Segundo informação atribuída à prefeitura de La Paz, o prato teria chegado à cidade no período colonial, por influência francesa, e ganhou ingredientes andinos.
Sabores da Bolívia

Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.

Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.