
Pique macho
Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.
Sabores · Tarija
Aguardente de uva moscatel de Alexandria com denominação de origem boliviana, produzida em vales de altitude. Os vales de Tarija são a primeira zona de produção da denominação e o centro da Rota do Vinho e do Singani.
Bebida típica de Tarija
Também chamado: Singani boliviano
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Singani — Tarija, Bolívia
O singani é uma aguardente obtida pela destilação de vinho de uva fresca, sobretudo da moscatel de Alexandria, que lhe dá um aroma floral marcado. É produzido, destilado e engarrafado somente nas zonas de origem fixadas pela lei boliviana, em vales de altitude.
A Lei 1334, de 1992, reconheceu a denominação de origem do singani e definiu as zonas de produção. A primeira é o Valle Central de Tarija; as demais ficam nos vales de Cinti e Tomina, em Chuquisaca, em vales de La Paz e em vales do sul de Potosí. A regulamentação boliviana exige vinhedos acima de 1.600 metros de altitude, e por isso o singani é tratado como um produto de altitude. Em 2016, a Lei 774 declarou o singani e os vinhos de altitude bolivianos patrimônio cultural do país.
O nome é ligado à antiga fazenda Siwingani, em San Lucas, na província de Nor Cinti, em Chuquisaca, onde se cultivava uva desde o período colonial, quando os vinhedos dos vales abasteciam a cidade mineira de Potosí. Tarija se tornou a principal região produtora, e o catálogo oficial de destinos da Bolívia apresenta o departamento pela Rota do Vinho de Altitude e do Singani.
No Valle de la Concepción, em Uriondo, a cerca de 25 km da cidade de Tarija, há bodegas e destilarias que recebem visitantes, e a Vendimia Chapaca, patrimônio imaterial do país, inclui degustação de vinhos e singanis e uma feira de singani artesanal.
O singani se bebe puro ou em coquetéis. O mais conhecido é o chuflay, com refrigerante de gengibre ou de limão.
Tarija
O Valle Central de Tarija é a primeira zona de produção da denominação de origem do singani (Lei 1334 de 1992).
Vinho de uva fresca, sobretudo moscatel de Alexandria, de vinhedos de altitude das zonas de origem, destilado e engarrafado nessas zonas.
Puro, em pequenas doses, ou em coquetéis, como o chuflay, com refrigerante de gengibre ou de limão e gelo.
Durante o ano todo. Na Vendimia Chapaca, em Uriondo, há degustação de vinhos e singanis e feira de singani artesanal; confirme as datas do ano.
Tire suas dúvidas
Uma aguardente boliviana destilada de vinho de uva fresca, sobretudo moscatel de Alexandria, de vinhedos de altitude. Tem denominação de origem desde 1992.
Somente nas zonas de origem fixadas por lei: o Valle Central de Tarija, os vales de Cinti e Tomina, em Chuquisaca, e vales de La Paz e do sul de Potosí. Tarija é a principal região produtora.
É o coquetel mais conhecido feito com singani, misturado com refrigerante de gengibre ou de limão e gelo.
Sim. No Valle de la Concepción, em Uriondo, a cerca de 25 km da cidade de Tarija, há bodegas e destilarias que recebem visitantes. Confirme antes os dias e horários de cada uma.
Sabores da Bolívia

Travessa para dividir, com carne de boi em tiras, salsicha, batata frita, cebola, tomate, locoto e ovo cozido. Criado em Cochabamba, foi escolhido em 2019 como o prato mais representativo do departamento.

Prato em camadas de Cochabamba: arroz, batata cozida e frita, um bife bem fino empanado, ovo frito e uma salada de cebola, tomate e locoto. O nome vem do quéchua e quer dizer achatado e fino.

Sopa espessa de La Paz com pedaços de carne de porco cozidos em caldo de ají amarelo, servida com mote de milho branco e chuño. Faz parte da gastronomia tradicional declarada patrimônio do município.

Prato de Oruro com charque de lhama desfiado e frito até ficar crocante, servido com mote de milho, batata, ovo cozido, queijo e llajwa. É uma especialidade tradicional da cidade de Oruro.

Sopa espessa de farinha de milho branco com carne, batata e ají vermelho, servida em tigela de barro com uma pedra vulcânica muito quente dentro, que faz o caldo ferver na mesa. É patrimônio nacional como culinária de Potosí.

Empanada assada de massa levemente adocicada e recheio suculento de carne, batata, ají e caldo, comida no meio da manhã em toda a Bolívia. A Lei 485 declarou patrimônio nacional a salteña potosina; a origem é disputada.

Arroz cozido com charque desfiado ou outras carnes, servido com ovo frito e banana-da-terra frita. É o prato mais consumido da cozinha cruceña, do Oriente boliviano.

Guisado de carne de porco em molho de ají vermelho, servido com mote de milho branco e batata. É listado entre os pratos emblemáticos de Sucre e tem feiras próprias na cidade.

Guisado picante de carne de boi picada com batata em cubos, ervilha e ají vermelho, servido com arroz e uma salada fresca. É o prato-bandeira de Tarija e o mais representativo da cozinha tarijenha, segundo o município.