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Milho branco quebrado (samp) cozido devagar com feijão até ficar cremoso, temperado com cebola e manteiga ou gordura. É o prato de todos os dias dos xhosa do Cabo Oriental e era o preferido de Nelson Mandela.
Sabores · Cabo Ocidental
Ensopado de carneiro ou cordeiro com as flores da waterblommetjie, planta aquática nativa do Cabo Ocidental, cebola, batata e azedinha. É prato de inverno, feito na curta temporada em que as flores são colhidas nos lagos e charcos da província.
Prato típico de Cabo Ocidental
Também chamado: waterblommetjie bredie, wateruintjiebredie, wateruintjie bredie
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Waterblommetjiebredie — Cabo Ocidental, África do Sul
Bredie é a palavra africâner para ensopado, e waterblommetjie quer dizer florzinha d'água. O waterblommetjiebredie é um ensopado de carneiro ou cordeiro, cozido devagar com cebola, batata e as flores e botões da Aponogeton distachyos, uma planta aquática nativa do Cabo. As flores fazem o papel de legume verde. Para dar acidez, a receita tradicional leva suring, a azedinha silvestre da região; muitas casas usam limão, vinagre ou vinho branco.
A planta cresce nos lagos rasos e charcos que se enchem com as chuvas de inverno do Cabo Ocidental e secam no verão. As flores brancas, perfumadas, aparecem no inverno e na primavera, e só podem ser colhidas enquanto a planta está florida, em geral de junho a meados de outubro, conforme o ano. Por isso o prato tem temporada: as flores frescas aparecem em feiras e mercados da província no inverno, e fora da época se usam flores em conserva ou congeladas.
A receita aparece em livros de cozinha do Cabo desde meados do século 20. Na região do Boland, em volta de Paarl, as vinícolas e restaurantes põem o prato no cardápio em agosto, e há um festival anual da waterblommetjie no começo de setembro.
O sabor das flores é suave e costuma ser comparado ao de vagem ou aspargo, com um toque ácido. O ensopado é servido com arroz, em geral num prato fundo, com o caldo do cozimento.
Carneiro ou cordeiro, flores e botões de waterblommetjie (Aponogeton distachyos), cebola, batata e suring (azedinha silvestre) ou outro ácido, como limão, vinagre ou vinho branco; sal e pimenta.
Quente, em prato fundo, com arroz branco e o caldo do ensopado. É refeição principal de almoço ou jantar de inverno.
Inverno e primavera, em geral de junho a meados de outubro, na temporada das flores frescas.
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É a Aponogeton distachyos, uma planta aquática nativa do Cabo, que cresce em lagos rasos e charcos cheios pelas chuvas de inverno. As flores e os botões são comestíveis.
No inverno e na primavera, em geral de junho a meados de outubro, quando as flores frescas são colhidas. Fora da época, há flores em conserva ou congeladas.
Um ensopado suave de carneiro, com as flores fazendo o papel de legume verde e um toque ácido da azedinha ou do limão.
Sabores da África do Sul

Milho branco quebrado (samp) cozido devagar com feijão até ficar cremoso, temperado com cebola e manteiga ou gordura. É o prato de todos os dias dos xhosa do Cabo Oriental e era o preferido de Nelson Mandela.

Carne moída temperada com curry e especiarias, misturada a pão embebido em leite e frutas secas e assada sob uma cobertura de leite e ovos. É um prato conhecido da cozinha cape malay da Cidade do Cabo, servido com arroz amarelo e chutney.

Pão comprido recheado de batata frita, carne, peixe ou frango, salada e molho, cortado em pedaços para dividir. Nasceu numa casa de peixe frito de Athlone, nos Cape Flats, e é o sanduíche da Cidade do Cabo.

Bolinho frito de massa macia, temperado com canela, cardamomo, gengibre, erva-doce e casca de tangerina, passado em calda quente e coberto de coco. É o café da manhã de domingo das famílias cape malay da Cidade do Cabo.

Bebida quente de cor âmbar feita das folhas oxidadas de um arbusto que só cresce nas montanhas do Cederberg e arredores. Clanwilliam, ao pé da serra, é o centro do cultivo e do beneficiamento, e o nome rooibos tem indicação geográfica protegida.

Curry servido dentro de um pão de forma cortado em quarto ou meio e escavado, com o miolo por cima. Criado pela comunidade de origem indiana de Durban, é o prato que a cidade usa para se apresentar.

Um quarto de pão de forma escavado e recheado em camadas: batata frita, salsichas, mortadela, hambúrguer, queijo, achar e molhos. É a comida de rua dos townships de Joanesburgo, como o Soweto, e de toda a província de Gauteng.

Bebida fermentada caseira feita com o suco dos frutos da marula, de janeiro a março. Em Limpopo, a temporada abre com a festa dos primeiros frutos, e Phalaborwa recebe todo ano o festival da marula, onde a bebida das cooperativas locais é servida.

Vinho tinto da Pinotage, uva criada em Stellenbosch, na África do Sul, pelo cruzamento de Pinot Noir com Cinsaut, que no Cabo se chamava Hermitage. Tem cor escura, aromas de frutas vermelhas e escuras e taninos macios.