Kota vem de quarter, quarto em inglês: a base é um quarto de pão de forma branco, escavado. Dentro vão camadas de recheio. A versão clássica leva slap chips, as batatas fritas grossas, mortadela (polony), salsichas grossas chamadas russians ou vienas, às vezes um hambúrguer, queijo, achar, a conserva picante de origem indiana, e molhos de tomate, churrasco ou pimenta doce. Em parte do Soweto, a kota pode levar carne moída com purê de batata.
É a comida de rua dos townships, os bairros criados para a população negra na época da segregação, e se vende nas pequenas lojas de bairro, as spaza shops, e em lanchonetes, em geral num saquinho plástico transparente. Barata e farta, virou parte da vida do Soweto, o grande township a sudoeste do centro de Joanesburgo. O órgão de turismo de Gauteng a apresenta como a resposta de Joanesburgo ao gatsby da Cidade do Cabo, e o Soweto tem um festival anual da kota.
A origem não é documentada. O organizador do festival do Soweto diz que a kota começou em Orlando East, no Soweto, por volta de 1959, com o nome de township sandwich ou township burger, como uma forma barata de fazer um hambúrguer. Outros veem parentesco com o bunny chow de Durban, também servido num pão escavado. Segundo um chef de Joanesburgo, as primeiras kotas levavam cortes baratos, e a versão de hoje se espalhou pelos townships a partir dos anos 1990.
Come-se com as mãos, segurando o pão, que amolece e esquenta com a batata e as frituras. Em alguns lugares a kota também é chamada de spatlo.