
Habichuelas con dulce
Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.
Sabores · Boca Chica
Disco fino e crocante de massa de farinha de trigo frita, salgado, do tamanho de um prato. É o lanche de praia associado a Boca Chica, e o nome vem do inglês johnnycake, trazido por imigrantes das ilhas de língua inglesa do Caribe.
Prato típico de Boca Chica, Província de Santo Domingo
Também chamado: Yanikeke, johnnycake
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Yaniqueque — Boca Chica, República Dominicana
O yaniqueque é uma massa simples de farinha de trigo, água, sal, um pouco de açúcar e alho, aberta bem fina e frita em óleo ou banha até ficar dourada e crocante. O formato largo e chato fez os dominicanos o compararem a um disco de vinil, um long play. É comido quente, sozinho ou acompanhando peixe frito.
O nome é a versão dominicana de johnnycake, nome de bolos de farinha das ilhas de língua inglesa do Caribe e da América do Norte. A tradição atribui a receita aos imigrantes dessas ilhas que chegaram ao leste do país. O sociólogo Carlos Andújar, professor da Universidade Autónoma de Santo Domingo, conta outra versão: a de um homem de San Pedro de Macorís que fazia uma torta de farinha, a torta do Johnny, que teria dado nome ao lanche.
Para Andújar, os yaniqueques de Boca Chica, praia a leste de Santo Domingo, são os mais famosos do país. Ali o lanche é vendido em barracas perto da areia e faz parte do passeio de fim de semana de quem sai da capital para o mar. O costume se espalhou para outras regiões, mas Boca Chica continua sendo o lugar mais associado a ele.
Além da versão tradicional, existe o yaniqueque recheado: a mesma massa dobrada em meia-lua, como uma empanada, com ovo, queijo, presunto, frango, carne ou frutos do mar. Muitos dominicanos também o comem no café da manhã, com uma xícara de chocolate quente.
Boca Chica , Província de Santo Domingo
Os yaniqueques de Boca Chica são apontados como os mais famosos do país, vendidos perto da praia.
Farinha de trigo, água, sal, um pouco de açúcar e alho, fritos em óleo ou banha; na versão recheada, ovo, queijo, presunto, frango, carne ou frutos do mar.
Quente e crocante, com as mãos, sozinho, com peixe frito ou com chocolate quente; a versão recheada é dobrada em meia-lua.
Lanche de praia e de fim de semana, também comido no café da manhã.
Tire suas dúvidas
Da palavra inglesa johnnycake, nome de bolos de farinha das ilhas de língua inglesa do Caribe. A origem exata é contada em versões diferentes.
Porque os de Boca Chica são considerados os mais famosos do país, segundo o sociólogo Carlos Andújar, e o lanche faz parte dos dias de praia ali.
Sim. A massa é dobrada em meia-lua, como uma empanada, e recheada com ovo, queijo, presunto, frango, carne ou frutos do mar.
Sabores da República Dominicana

Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.

O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.

Bebida de cascas, raízes, ervas e especiarias maceradas numa garrafa com rum, vinho tinto e mel. Passou de remédio caseiro do campo a bebida de identidade dos dominicanos, e o nome vem da damajuana, o garrafão de vidro.

Purê de plátano verde cozido e amassado com manteiga ou óleo, coberto de cebola roxa no vinagre. É o café da manhã dominicano por excelência, muitas vezes servido com os tres golpes: queijo frito, salame e ovo frito.

Caldo espesso de carnes variadas e tubérculos, como plátano, mandioca, inhame e yautía, servido com arroz branco e abacate. Na versão de festa, leva sete carnes. Faz parte da identidade nacional e tem história ligada aos tempos coloniais.

Carne de cabrito guisada e picante, perfumada com orégano, ají e alho, típica da Línea Noroeste e de Monte Cristi. A crença local diz que as cabras da região comem orégano silvestre, que tempera a carne antes mesmo do preparo.

Peixe fresco temperado com limão e cozido num molho de leite de coco com urucum, cilantro, cebola e alho. É prato-símbolo de Samaná, onde o coco marca a cozinha local.

Licor caseiro do fruto do arrayán, cozido com especiarias e misturado ao rum, bebido no Natal. Foi trazido a San Pedro de Macorís pelos cocolos, imigrantes afro-caribenhos que chegaram para trabalhar nos engenhos de açúcar.