
Habichuelas con dulce
Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.
Sabores · República Dominicana
Purê de plátano verde cozido e amassado com manteiga ou óleo, coberto de cebola roxa no vinagre. É o café da manhã dominicano por excelência, muitas vezes servido com os tres golpes: queijo frito, salame e ovo frito.
Prato típico da República Dominicana
Também chamado: Mangú con los tres golpes, mangú de plátano
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Mangú — República Dominicana
O mangú é o café da manhã que mais identifica os dominicanos. O plátano verde é descascado, cozido em água com sal até amaciar e amassado com manteiga ou óleo, acrescentando aos poucos a água em que cozinhou, até virar um purê liso. Por cima vai a cebola roxa refogada no vinagre, que dá acidez e cor.
O mangú guarda uma herança africana adaptada à cozinha dominicana e é um dos pratos centrais do café da manhã. O plátano chegou às Antilhas no século 16 e, segundo o historiador Frank Moya Pons, entrou na dieta dos escravizados dos engenhos ao lado da carne e do casabe, até se tornar ingrediente central da cozinha do país.
A forma mais pedida é o mangú con los tres golpes: o purê servido com queijo branco frito, salame dominicano frito e ovo frito. Alguns acrescentam abacate. O mangú também aparece no almoço e no jantar, e há versões com outros tubérculos, como a yautía.
Sobre o nome, circula uma história popular de que viria de um soldado americano que, ao provar o purê durante a ocupação, teria dito man, it's good. É uma lenda popular, sem comprovação da origem do nome.
República Dominicana
Café da manhã nacional, de herança africana, segundo a Presidência da República.
Plátano verde, sal, manteiga ou óleo, cebola roxa, vinagre; nos tres golpes, queijo branco de fritar, salame dominicano e ovo.
Quente, em montinho achatado coberto de cebola no vinagre, com queijo frito, salame e ovo ao lado; às vezes com abacate.
Café da manhã do dia a dia; também no jantar.
Tire suas dúvidas
Queijo branco frito, salame dominicano frito e ovo frito, servidos junto com o mangú no café da manhã.
Não. O mangú tradicional é de plátano verde, cozido e amassado.
É uma lenda popular, sem comprovação da origem do nome.
Sabores da República Dominicana

Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.

O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.

Bebida de cascas, raízes, ervas e especiarias maceradas numa garrafa com rum, vinho tinto e mel. Passou de remédio caseiro do campo a bebida de identidade dos dominicanos, e o nome vem da damajuana, o garrafão de vidro.

Caldo espesso de carnes variadas e tubérculos, como plátano, mandioca, inhame e yautía, servido com arroz branco e abacate. Na versão de festa, leva sete carnes. Faz parte da identidade nacional e tem história ligada aos tempos coloniais.

Disco fino e crocante de massa de farinha de trigo frita, salgado, do tamanho de um prato. É o lanche de praia associado a Boca Chica, e o nome vem do inglês johnnycake, trazido por imigrantes das ilhas de língua inglesa do Caribe.

Carne de cabrito guisada e picante, perfumada com orégano, ají e alho, típica da Línea Noroeste e de Monte Cristi. A crença local diz que as cabras da região comem orégano silvestre, que tempera a carne antes mesmo do preparo.

Peixe fresco temperado com limão e cozido num molho de leite de coco com urucum, cilantro, cebola e alho. É prato-símbolo de Samaná, onde o coco marca a cozinha local.

Licor caseiro do fruto do arrayán, cozido com especiarias e misturado ao rum, bebido no Natal. Foi trazido a San Pedro de Macorís pelos cocolos, imigrantes afro-caribenhos que chegaram para trabalhar nos engenhos de açúcar.