
La Bandera Dominicana
O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.
Sabores · República Dominicana
Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.
Doce típico da República Dominicana
Também chamado: Habichuela con dulce
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Habichuelas con dulce — República Dominicana
As habichuelas con dulce são o doce que anuncia a Quaresma na República Dominicana. A partir da Quarta-Feira de Cinzas, as panelas aparecem nas casas, e na Sexta-Feira Santa o doce vem de sobremesa depois de um almoço sem carne, de peixe ou bacalhau. É costume preparar grandes quantidades e dividir com vizinhos e parentes.
O preparo é trabalhoso. O feijão vermelho é cozido até ficar macio, batido e coado, e o creme volta ao fogo com leite de coco, leite evaporado, açúcar, canela, cravo, gengibre, uma pitada de sal, cubos de batata-doce e passas. O resultado é um creme doce e espesso, servido quente ou frio, com biscoitinhos doces por cima.
A origem não está definida. A versão mais aceita é a do historiador José G. Guerrero, diretor do Museo de Historia y Geografía: o militar francês Dorvo Soulastre, que chegou a Santo Domingo em 1798, registrou, dias antes do Domingo de Ramos, uns feijõezinhos açucarados servidos à francesa. Outras versões falam de influências africanas, canárias e de outras partes do Caribe.
O doce é uma especialidade da República Dominicana. Há variações regionais: algumas famílias deixam grãos inteiros, outras trocam os biscoitos por casabe tostado, e no sul há versões com favas ou guandules.
República Dominicana
Doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país, tratado pelas fontes dominicanas como exclusivo da República Dominicana.
Feijão vermelho, leite de coco, leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas, canela, cravo, gengibre e sal; biscoitinhos doces para servir.
Em copo ou tigela, quente ou gelado, com biscoitinhos doces por cima; muitas famílias dividem o doce com vizinhos.
Quaresma e Semana Santa, sobretudo na Sexta-Feira Santa.
Tire suas dúvidas
Na Quaresma e na Semana Santa, sobretudo na Sexta-Feira Santa.
De feijão vermelho batido e coado com leite de coco, leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias.
Não está definida. A versão mais aceita, do historiador José G. Guerrero, liga o doce aos feijões açucarados que um militar francês registrou em Santo Domingo em 1798.
Sabores da República Dominicana

O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.

Bebida de cascas, raízes, ervas e especiarias maceradas numa garrafa com rum, vinho tinto e mel. Passou de remédio caseiro do campo a bebida de identidade dos dominicanos, e o nome vem da damajuana, o garrafão de vidro.

Purê de plátano verde cozido e amassado com manteiga ou óleo, coberto de cebola roxa no vinagre. É o café da manhã dominicano por excelência, muitas vezes servido com os tres golpes: queijo frito, salame e ovo frito.

Caldo espesso de carnes variadas e tubérculos, como plátano, mandioca, inhame e yautía, servido com arroz branco e abacate. Na versão de festa, leva sete carnes. Faz parte da identidade nacional e tem história ligada aos tempos coloniais.

Disco fino e crocante de massa de farinha de trigo frita, salgado, do tamanho de um prato. É o lanche de praia associado a Boca Chica, e o nome vem do inglês johnnycake, trazido por imigrantes das ilhas de língua inglesa do Caribe.

Carne de cabrito guisada e picante, perfumada com orégano, ají e alho, típica da Línea Noroeste e de Monte Cristi. A crença local diz que as cabras da região comem orégano silvestre, que tempera a carne antes mesmo do preparo.

Peixe fresco temperado com limão e cozido num molho de leite de coco com urucum, cilantro, cebola e alho. É prato-símbolo de Samaná, onde o coco marca a cozinha local.

Licor caseiro do fruto do arrayán, cozido com especiarias e misturado ao rum, bebido no Natal. Foi trazido a San Pedro de Macorís pelos cocolos, imigrantes afro-caribenhos que chegaram para trabalhar nos engenhos de açúcar.