
Habichuelas con dulce
Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.
Sabores · República Dominicana
Caldo espesso de carnes variadas e tubérculos, como plátano, mandioca, inhame e yautía, servido com arroz branco e abacate. Na versão de festa, leva sete carnes. Faz parte da identidade nacional e tem história ligada aos tempos coloniais.
Prato típico da República Dominicana
Também chamado: Sancocho dominicano, sancocho de siete carnes, salcocho
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Sancocho — República Dominicana
O sancocho é o prato de reunião dos dominicanos. Numa panela grande cozinham carnes, tubérculos e temperos até o caldo engrossar: plátano verde, mandioca, inhame, yautía, auyama, às vezes milho, com sofrito de alho, cebola, cilantro e orégano. Serve-se bem quente, com arroz branco e fatias de abacate, e ninguém estranha que se sue à mesa, mesmo no calor.
Sua história é ligada à colônia e à formação da identidade dominicana. Uma versão atribui sua origem ao caldo dos imigrantes canários, chamado salcocho e enriquecido pelas heranças espanhola, africana e taína. O historiador Frank Moya Pons associa o prato à abundância de gado na ilha durante a colônia.
O sancocho pode ser de uma só carne, de frango, boi ou porco, ou o famoso sancocho de siete carnes, que mistura várias delas. As sete carnes são, em muitos casos, uma tradição sem receita fixa: o que vale é a fartura da panela.
O prato acompanha dias de chuva, visitas de parentes, aniversários, batizados e a volta de quem mora fora. A canção El sancocho prieto, de 1951, é conhecida em todo o país, e na fala do dia a dia dizer que algo é um sancocho significa que está tudo misturado.
República Dominicana
Prato de reunião e de identidade nacional, com história que remonta à colônia, segundo a Presidência da República.
Carnes variadas (frango, boi, porco, cabrito, costelinha, linguiça), plátano verde, mandioca, inhame, yautía, auyama, às vezes milho, cebola, alho, cilantro, orégano, limão e sal.
Bem quente, em prato fundo, com arroz branco à parte e fatias de abacate; há quem coloque o arroz dentro do caldo.
Reuniões de família, dias de chuva, aniversários, batizados e festas de fim de ano.
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A versão de festa do sancocho, que mistura várias carnes no mesmo caldo. O número sete é mais tradição do que regra.
Com arroz branco e abacate.
Uma versão liga o prato ao salcocho dos imigrantes canários, enriquecido pelas heranças espanhola, africana e taína durante a formação da cozinha dominicana.
Sabores da República Dominicana

Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.

O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.

Bebida de cascas, raízes, ervas e especiarias maceradas numa garrafa com rum, vinho tinto e mel. Passou de remédio caseiro do campo a bebida de identidade dos dominicanos, e o nome vem da damajuana, o garrafão de vidro.

Purê de plátano verde cozido e amassado com manteiga ou óleo, coberto de cebola roxa no vinagre. É o café da manhã dominicano por excelência, muitas vezes servido com os tres golpes: queijo frito, salame e ovo frito.

Disco fino e crocante de massa de farinha de trigo frita, salgado, do tamanho de um prato. É o lanche de praia associado a Boca Chica, e o nome vem do inglês johnnycake, trazido por imigrantes das ilhas de língua inglesa do Caribe.

Carne de cabrito guisada e picante, perfumada com orégano, ají e alho, típica da Línea Noroeste e de Monte Cristi. A crença local diz que as cabras da região comem orégano silvestre, que tempera a carne antes mesmo do preparo.

Peixe fresco temperado com limão e cozido num molho de leite de coco com urucum, cilantro, cebola e alho. É prato-símbolo de Samaná, onde o coco marca a cozinha local.

Licor caseiro do fruto do arrayán, cozido com especiarias e misturado ao rum, bebido no Natal. Foi trazido a San Pedro de Macorís pelos cocolos, imigrantes afro-caribenhos que chegaram para trabalhar nos engenhos de açúcar.