
Habichuelas con dulce
Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.
Sabores · República Dominicana
O almoço de todos os dias: arroz branco, feijão guisado e carne guisada, com salada e, muitas vezes, tostones. O nome lembra as cores da bandeira nacional, e o arroz com feijão é uma base da identidade culinária do país.
Prato típico da República Dominicana
Também chamado: La Bandera, arroz con habichuelas y carne
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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La Bandera Dominicana — República Dominicana
La Bandera Dominicana é o almoço que se repete nas casas, nos refeitórios e nos pequenos restaurantes de todo o país. A base é a combinação de arroz branco e feijão guisado, repetida nas mesas dominicanas. Junto vem uma carne guisada, de frango, boi ou porco, uma salada e, muitas vezes, tostones de plátano verde.
O nome vem das cores: o branco do arroz, o vermelho do feijão e a carne, que completaria o tricolor da bandeira dominicana. Estudiosos lembram que a força do prato não está em rituais, mas na frequência com que é comido e na facilidade de preparo com ingredientes ao alcance de todos.
O prato reúne as heranças da cozinha dominicana: o arroz e o refogado de alho, cebola, tomate e cilantro chegaram com os espanhóis; o feijão e o modo de guisá-lo têm raízes africanas e indígenas. O feijão vermelho é o mais comum, mas há quem use o preto ou o branco, ou troque o feijão por guandules.
Um detalhe disputado à mesa é o concón, a camada de arroz que fica tostada e crocante no fundo da panela. Muitos dominicanos o consideram a parte preferida do almoço, e há quem o sirva à parte.
República Dominicana
Almoço do dia a dia em todo o país; a Presidência da República chama o arroz com feijão de prato-insígnia dominicano.
Arroz branco, feijão (em geral vermelho) guisado com sofrito de cebola, alho, pimentão, cilantro e tomate, carne guisada (frango, boi ou porco), salada e tostones.
No almoço, num só prato: arroz com o feijão por cima ou ao lado, a carne guisada, salada e tostones.
Almoço do dia a dia, em casa e nos refeitórios e restaurantes de comida caseira.
Tire suas dúvidas
Porque o branco do arroz, o vermelho do feijão e a carne lembram as cores da bandeira dominicana.
Arroz branco, feijão guisado, carne guisada, salada e, muitas vezes, tostones.
A camada de arroz tostada e crocante que fica no fundo da panela, muito apreciada pelos dominicanos.
Sabores da República Dominicana

Creme doce de feijão vermelho cozido, batido e coado, com leite de coco e leite evaporado, açúcar, batata-doce, passas e especiarias, servido com biscoitinhos por cima. É o doce da Quaresma e da Semana Santa em todo o país.

Bebida de cascas, raízes, ervas e especiarias maceradas numa garrafa com rum, vinho tinto e mel. Passou de remédio caseiro do campo a bebida de identidade dos dominicanos, e o nome vem da damajuana, o garrafão de vidro.

Purê de plátano verde cozido e amassado com manteiga ou óleo, coberto de cebola roxa no vinagre. É o café da manhã dominicano por excelência, muitas vezes servido com os tres golpes: queijo frito, salame e ovo frito.

Caldo espesso de carnes variadas e tubérculos, como plátano, mandioca, inhame e yautía, servido com arroz branco e abacate. Na versão de festa, leva sete carnes. Faz parte da identidade nacional e tem história ligada aos tempos coloniais.

Disco fino e crocante de massa de farinha de trigo frita, salgado, do tamanho de um prato. É o lanche de praia associado a Boca Chica, e o nome vem do inglês johnnycake, trazido por imigrantes das ilhas de língua inglesa do Caribe.

Carne de cabrito guisada e picante, perfumada com orégano, ají e alho, típica da Línea Noroeste e de Monte Cristi. A crença local diz que as cabras da região comem orégano silvestre, que tempera a carne antes mesmo do preparo.

Peixe fresco temperado com limão e cozido num molho de leite de coco com urucum, cilantro, cebola e alho. É prato-símbolo de Samaná, onde o coco marca a cozinha local.

Licor caseiro do fruto do arrayán, cozido com especiarias e misturado ao rum, bebido no Natal. Foi trazido a San Pedro de Macorís pelos cocolos, imigrantes afro-caribenhos que chegaram para trabalhar nos engenhos de açúcar.