
Torrontés
Vinho branco aromático de uva nascida na Argentina, com perfume floral e frutado. Nos vinhedos altos do vale de Cafayate, em Salta, tem uma das suas expressões mais conhecidas e uma semana de festejos todo ano.
Sabores · Buenos Aires
A pizza de Buenos Aires: massa alta assada na fôrma, coberta de muita muçarela e comida em porções, muitas vezes de pé no balcão. Inclui a fugazzeta, recheada de queijo e coberta de cebola, e a fainá de grão-de-bico que a acompanha.
Prato típico de Buenos Aires, Cidade de Buenos Aires
Também chamado: pizza de muzzarella al molde, muzza, fugazzeta, pizza con fainá, pizza argentina
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Pizza porteña — Buenos Aires, Argentina
A pizza porteña é a pizza de Buenos Aires, criada pelos imigrantes italianos que chegaram à cidade entre o fim do século 19 e o começo do 20. O ponto de partida mais citado é o bairro de La Boca, perto do porto, onde viviam muitos genoveses com saber de padaria. Ali, a pizza chegou como tradição e se transformou com os ingredientes locais e o gosto dos moradores da cidade.
O estilo mais típico é a pizza al molde: massa alta e fofa, assada na fôrma, coberta por uma camada generosa de muçarela, que em Buenos Aires se escreve muzzarella e se pede como muzza. Também há a de media masa, de espessura média, e a a la piedra, de massa fina. A pizza porteña é pensada para dividir ou comer rápido, em porções, muitas vezes de pé, no balcão de mármore das pizzarias antigas.
A fugazzeta é a criação mais conhecida da cidade. Vem da fugassa genovesa, um pão com cebola: em Buenos Aires ganhou queijo em quantidade, recheando a massa, e cebola por cima. A tradição mais difundida atribui a invenção à família Banchero, de origem lígure, em La Boca, e conta que Juan Banchero cortou ao meio uma pizza de cebola e pôs queijo dentro para que não ficasse seca. A pizzaria da família foi declarada Sítio de Interesse Cultural pelo governo da cidade em 2002.
A fainá, uma massa fina de farinha de grão-de-bico assada, é a companhia clássica da pizza porteña, também de herança lígure. Há quem a coma ao lado, quem a ponha por cima da porção de pizza, num costume chamado de a caballo, e quem a use como pão.
A Subsecretaria de Patrimônio Cultural da Cidade de Buenos Aires reconheceu dezenas de pizzarias de valor patrimonial e tratou a pizza como parte da identidade dos moradores. Algumas casas abertas nas décadas de 1920 e 1930 ainda funcionam com fornos e salões da época.
Buenos Aires , Cidade de Buenos Aires
A pizza porteña nasceu entre os imigrantes italianos de Buenos Aires, com La Boca como ponto de partida, e a cidade reconhece pizzarias de valor patrimonial.
Massa de farinha de trigo, fermento, água e sal; muçarela em quantidade; molho de tomate. Na fugazzeta, queijo no recheio e cebola por cima. Na fainá, farinha de grão-de-bico, água, azeite e sal.
Em porções, à mesa ou de pé no balcão, muitas vezes com uma fatia de fainá ao lado ou por cima. Acompanha bem cerveja, refrigerante ou vinho tinto.
O ano todo, no almoço, no jantar ou depois do cinema e do teatro, na avenida Corrientes e nos bairros.
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De massa alta e fofa, assada na fôrma, com muita muçarela. Come-se em porções, muitas vezes de pé no balcão, e com uma fatia de fainá ao lado ou por cima.
Uma pizza porteña recheada de queijo e coberta de cebola, derivada da fugassa genovesa. A tradição atribui a invenção à família Banchero, do bairro de La Boca.
Uma massa fina de farinha de grão-de-bico, assada no forno. Em Buenos Aires acompanha a pizza: vai ao lado, por cima da porção ou serve de pão.
Sabores da Argentina

Vinho branco aromático de uva nascida na Argentina, com perfume floral e frutado. Nos vinhedos altos do vale de Cafayate, em Salta, tem uma das suas expressões mais conhecidas e uma semana de festejos todo ano.

Bolo escuro, denso e perfumado de frutas secas, nozes, açúcar mascavo e especiarias, herança dos colonos galeses que chegaram ao Chubut em 1865. É o centro do chá galês e pode ser guardado por muito tempo.

Alfajor da província de Córdoba, de massa macia feita com mel, recheado de doce de fruta, como marmelo ou pera, ou de doce de leite, e coberto por uma fina camada de glacê branco, sem chocolate.

Empanada de Tucumán recheada de matambre cortado a faca, cozido em caldo, com cebola, cebolinha, ovo cozido, cominho e páprica, sem batata nem azeitona. Famaillá, a Capital Nacional de la Empanada, sedia a festa e o campeonato nacional.

Vinho tinto de Malbec dos vinhedos antigos de Luján de Cuyo, em Mendoza, protegido pela Denominación de Origen Controlada Luján de Cuyo, considerada a primeira das Américas, com regras de uva, teor alcoólico e envelhecimento.

Prato simples de Misiones, de farinha, água e sal, às vezes com ovo, mexido na panela até virar uma massa esfarelada. Nasceu nos ervais da província, entre os trabalhadores da erva-mate, e se come com mate cocido no café da manhã.

Empanada pequena e muito suculenta de Salta, recheada de carne cortada a faca em cubinhos, batata, cebolinha, ovo cozido, páprica e cominho, assada de preferência em forno de barro e servida bem quente, com molho picante à parte.