Danúbio Bar e Restaurante
Bar e restaurante aberto em 1953 na Avenida Itália, no bairro São Pelegrino, que mantém como prato-símbolo o Bauru do Danúbio. Funciona no almoço, para quem quer provar um endereço tradicional da cidade.
Sabores do destino
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
30 lugares em Serra Gaúcha.
Bar e restaurante aberto em 1953 na Avenida Itália, no bairro São Pelegrino, que mantém como prato-símbolo o Bauru do Danúbio. Funciona no almoço, para quem quer provar um endereço tradicional da cidade.
Restaurante de cozinha espanhola e mediterrânea no bairro Exposição, com foco em frutos do mar. Serve tapas, paella e frutos do mar grelhados, para jantares em ambiente intimista.
Restaurante à beira da BR-116, em Vila Cristina, que nasceu de um posto de combustível erguido em 1983 pelo pai de Simone Rizzi. Serve bufê regional e internacional, carnes na brasa e cafés, e vende azeite próprio.
Casa de fondue aberta em 1982 pela família Tomasini em um chalé de arquitetura alpina na Avenida das Hortênsias. Foi uma das primeiras do país especializadas no prato e atende a quem quer a sequência completa de queijo, carne e chocolate.
Bistrô aberto pelos irmãos Klauck Moraes na casa dos anos 1950 do bisavô, ao lado da Igreja Matriz São Pedro, com receitas herdadas da avó que dá nome à casa. O cardápio gira em torno de risotos e tem jardim nos fundos.
Restaurante de cozinha italiana na Avenida das Hortênsias, perto da Igreja do Relógio, com massas, filés, peixes e fondue de carne na pedra. Mantém adega climatizada com rótulos nacionais e importados para quem quer jantar a pé do Centro.
Restaurante aberto em 2022 num antigo casarão da Rua Prefeito João Alfredo, com a chef Roberta Rech e o churrasqueiro Fernando Schimanoski. A cozinha parte da tradição gaúcha e da brasa, com área de fogo com parrilla e pitsmokers inaugurada em 2025.
Casa de fondue aberta em 2014 na Avenida Osvaldo Aranha, reconstruída depois de um incêndio em 2016. Serve sequências de queijo, carne e chocolate, com opção vegana, e mantém o Espaço Chez para petiscos e vinhos.
Cervejaria fundada em 2003 no Distrito Industrial de Canela, com restaurante, biergarten e pub em área de mata nativa. O cardápio tem cozinha alemã, massas, pizzas e petiscos, para quem quer provar o chope feito na casa.
Restaurante aberto em 2008 numa casa de madeira com porão de pedra erguida em 1935 por Pietro Strapazzon, restaurada em 1996 pelo projeto Caminhos de Pedra. A chef Jerusa Vanni conduz cozinha de raiz italiana, com mesa de vidro sobre um poço.
Restaurante no Vale dos Vinhedos dedicado à cozinha do pampa gaúcho, uruguaio e argentino, preparada no fogo. Resgata receitas, ingredientes e técnicas campeiras e aparece em listas das revistas Exame e Prazeres da Mesa de 2023.
Chocolateria bean to bar na estrada VRS-855, nos Caminhos de Pedra, que produz o chocolate da amêndoa à barra. O prédio usa tijolos de demolição e funciona como loja e café com pratos salgados, parada para quem percorre o roteiro.
Café aberto em 1936 por Antônio Comunello na Rua Buarque de Macedo, inspirado nos cafés de Buenos Aires. De dia serve café, sorvete e baurus; à noite vira pub com música ao vivo e pizzas.
Galeteria às margens da BR-470, na cidade onde Paulo Geremia fundou a rede Di Paolo há três décadas. Serve rodízio de galeto com sopa de capeletti, polenta e massas em salão rústico de paredes de pedra.
Osteria familiar na Estrada do Sabor, na Linha São Jorge, com piso de chão batido, mesas de madeira e fotos de família. A chef Odete prepara receitas italianas de memória afetiva com ingredientes orgânicos e biodinâmicos.
Pizzaria aberta em 2008 na Rua Rio Branco, perto da loja da Tramontina, com pizzas salgadas e doces no forno a lenha. Tem rodízio de pizzas e massas, para famílias e grupos no Centro.
Restaurante no Centro conhecido por um sanduíche de mais de 30 centímetros e cerca de 2,5 quilos, feito para quatro pessoas. Também serve xis e bufê livre ou por quilo, para quem busca refeição informal.
Restaurante de culinária japonesa na Rua Assis Brasil, com sushis, temakis, pratos quentes e combinados. Atende no salão e por entrega, opção oriental para quem está na cidade.
Café colonial aberto em 1986 numa casa centenária da Rua João Leão, com vista para o vale. Serve à mesa mais de 45 itens entre doces e salgados, para quem quer conhecer a mesa de tradição alemã da cidade.
Restaurante na Avenida 15 de Novembro decorado com objetos antigos de famílias de imigrantes alemães da região. Serve fondue de queijo, carne na pedra e chocolate, além de receitas germânicas, para quem quer jantar no Centro.
Restaurante de gastronomia alemã às margens da RS-235, no bairro Dos Boêmios, com pratos tradicionais e releituras contemporâneas. Além do almoço, serve café, chá da tarde, drinques e vinhos, e recebe animais de estimação.
Café e restaurante aberto em 1999 na RS-020, no distrito de Tainhas, perto do entroncamento com a Rota do Sol. Serve lanches, pratos à la carte, almoço e produtos coloniais, parada para quem viaja pelos Campos de Cima da Serra.
Restaurante no complexo Mátria Boulevard, na RS-235, que mistura cozinha serrana, argentina e uruguaia. O cardápio gira em torno da parrilla, com almoço para famílias e grupos de amigos.
Restaurante na Avenida Júlio de Castilhos, no Centro, com bufê livre de carnes grelhadas, queijos, saladas e pratos quentes. Atende moradores e visitantes que procuram refeição em bufê no centro da cidade.
Restaurante de cozinha tibetana na Rua Alagoas, no bairro Águas Brancas, criado pelo chef tibetano Ogyen Shak e por Drika Shak. Serve pratos tibetanos e asiáticos a quem visita Três Coroas e quer conhecer a culinária do Tibete.
Restaurante e churrascaria na Avenida Santa Maria, no centro de Três Coroas, de perfil simples e bastante frequentado por moradores. O almoço é em bufê, com grelhados, saladas, pratos quentes e sobremesas, e é uma parada prática entre os passeios pelo Vale do Paranhana.
Hamburgueria com bar e clima descontraído na Avenida João Corrêa, em Três Coroas. O cardápio reúne hambúrgueres artesanais com batatas caseiras e chope, e recebe moradores e visitantes em busca de uma refeição informal.
Restaurante do Centro especializado em truta fresca, com ingredientes da horta orgânica própria, pinhão, queijo serrano e mel. As mesas foram feitas com madeira de casas demolidas da cidade e há opções vegetarianas e veganas.
Restaurante de decoração rústica na Rua Dona Úrsula, com cardápio de panquecas, frutos do mar e carta de vinhos nacionais e importados. Entre os pratos está o camarão na moranga, para jantares no Centro.
Cantina criada por Ademir Troian e Elaine Maestri, com rodízio de filé de truta com 12 molhos e galeto primo canto. Os pratos vêm com queijo grelhado e polenta, e a cozinha segue a tradição da imigração italiana.