Caxias do Sul
Caxias do Sul combina vida urbana e patrimônio ligado à imigração na Serra Gaúcha. O visitante pode conhecer monumentos e espaços culturais, além de percorrer roteiros rurais nos arredores da cidade.
Conheça o lugar
A Serra Gaúcha é o Brasil que cheira a inverno: ruas de arquitetura europeia, fondue na mesa, chocolate artesanal e hotéis com lareira acesa. Entre Gramado e Canela ficam os parques, os cânions e as cachoeiras; um pouco adiante, o Vale dos Vinhedos serve espumante direto da vinícola.
A região foi colonizada por alemães e italianos, e isso aparece em tudo. Em Gramado e Nova Petrópolis, a herança alemã está nas casas enxaimel, nos jardins e no café colonial. Em Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, a italiana está nas cantinas, nos Caminhos de Pedra e no passeio de trem Maria Fumaça entre os vinhedos. Canela guarda a Cascata do Caracol e a Catedral de Pedra, e São Francisco de Paula abre caminho para Cambará do Sul, onde os cânions Itaimbezinho e Fortaleza cortam os Campos de Cima da Serra.
É um destino que funciona o ano inteiro: no inverno, pelo frio e pelas noites de vinho; de novembro a janeiro, pelo Natal Luz de Gramado; e na primavera, pelos jardins floridos e pela vindima, que começa no verão. As distâncias são curtas, e em poucos dias dá para juntar gastronomia, compras, natureza e vinícolas numa viagem só.
Este destino reúne 10 cidades: Caxias do Sul, Gramado, Canela, Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula, Três Coroas, Cambará do Sul.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Caxias do Sul combina vida urbana e patrimônio ligado à imigração na Serra Gaúcha. O visitante pode conhecer monumentos e espaços culturais, além de percorrer roteiros rurais nos arredores da cidade.
Gramado combina jardins, lagos e arquitetura de influência europeia na Serra Gaúcha. O visitante pode caminhar pelo Lago Negro e alternar passeios ao ar livre com atividades culturais no centro.
Canela combina patrimônio arquitetônico e áreas de mata na Serra Gaúcha. O visitante pode conhecer a Catedral de Pedra e seguir por roteiros que aproximam a cidade de cascatas e paisagens florestais.
Bento Gonçalves tem sua paisagem e cultura ligadas à imigração italiana e ao cultivo da uva. O visitante pode percorrer roteiros rurais e conhecer construções históricas, caminhos e tradições locais.
Garibaldi preserva casarios históricos e tradições ligadas à imigração italiana e à produção de vinho. O visitante pode caminhar pelo centro e conhecer a paisagem rural dos vales da Serra Gaúcha.
Carlos Barbosa reúne memória ferroviária e tradições da imigração na Serra Gaúcha. O visitante pode passear pelo Parque da Estação e conhecer o centro, o artesanato e os caminhos rurais do município.
Nova Petrópolis reúne jardins e tradições da imigração alemã na Serra Gaúcha. O visitante pode percorrer a Praça das Flores, conhecer o Labirinto Verde e explorar caminhos rurais nos arredores.
São Francisco de Paula fica nos Campos de Cima da Serra, entre lagos, campos e matas de araucárias. Caminhadas junto ao Lago São Bernardo podem ser combinadas com passeios pela paisagem rural do município.
Três Coroas fica no Vale do Paranhana, entre rios e morros próximos à Serra Gaúcha. O visitante pode passear pelas margens do rio, conhecer a ponte coberta e explorar atividades de natureza no entorno.
Cambará do Sul está nos Campos de Cima da Serra, junto aos cânions da Serra Geral. O visitante pode percorrer trilhas nos parques nacionais e observar paredões rochosos, campos e matas de araucárias.
A experiência do lugar
Aberta em 1875, a Rua Buarque de Macedo reúne dezenas de construções erguidas sobretudo entre as décadas de 1880 e 1930, com influências francesas, portuguesas e italianas. O calçamento de paralelepípedos e a fiação subterrânea preservam o aspecto antigo do conjunto.
Cartão-postal da cidade, o lago é alimentado por oito nascentes e tem as margens urbanizadas, com pedalinhos e área de exercícios. No entorno há um pequeno santuário e um painel em homenagem aos tropeiros ligados à origem do município.
Inaugurado em 1954 por Getúlio Vargas na entrada da cidade, junto à BR-116, tem conjunto em bronze de Antônio Caringi que retrata um casal de agricultores com uma criança. Na cripta sob as esculturas funciona hoje o Museu do Imigrante.
Aberto em 1985 em uma área de 10 hectares, recria uma vila de colonos alemães com construções em enxaimel. Há capela, casa paroquial, salão de baile, ferraria, escola, cemitério e um museu histórico.
O parque se organiza em torno da estação ferroviária inaugurada em 1909, prédio tombado pelo patrimônio histórico municipal. O gramado arborizado tem bancos e playground e recebe eventos ao longo do ano.
Abriga a Cascata do Caracol, queda d'água de 131 metros que despenca em meio à mata de araucárias. Há mirantes, teleférico e escadaria para ver a cascata de vários ângulos.
Principal atrativo do Parque Nacional da Serra Geral, tem paredões com 7,5 quilômetros de extensão e até 900 metros de altura. Em dias claros, o mirante mais alto alcança a planície catarinense e o litoral gaúcho, e uma trilha leva à Pedra do Segredo.
Erguida entre 1953 e 1987 em estilo neogótico inglês, a Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes tem torre central de 65 metros. O carrilhão de 12 sinos de bronze, fundidos na Itália, foi instalado em 1972.
Com pedra fundamental lançada em 1895 e inauguração em 1899, fica na Praça Dante Alighieri e segue um neogótico simplificado inspirado na Basílica de Santo Antônio, em Bolonha. O interior tem três naves, altar-mor neogótico e vitrais vindos da Alemanha.
Inaugurado em 1989 ao lado da Praça das Flores, tem 28 metros de diâmetro e paredes de ciprestes com mais de 2 metros de altura. O traçado foi inspirado no labirinto do parque Schönbusch, em Aschaffenburg, na Alemanha.
Lago cercado por pinheiros e hortênsias, com caminho arborizado para caminhar e pedalinhos em forma de cisne. É um dos cartões-postais mais fotografados de Gramado.
No alto do morro fica a Igreja Nossa Senhora das Dores, alcançada por um caminho com estações da Via Sacra. O local recebe as cenas finais da encenação anual da Paixão de Cristo e tem vista panorâmica do município.
Área particular preservada a cerca de 5 quilômetros do centro, reúne oito quedas d'água distribuídas em quatro trilhas de dificuldades variadas. A mais alta, a Cascata da Ronda, tem cerca de 100 metros.
As corredeiras do Rio Paranhana fazem da cidade um dos principais destinos de rafting do Sul do país, com percurso de cerca de 8 quilômetros. Parques às margens do rio também oferecem tirolesa, arvorismo e rapel.
Fundada pelo imigrante italiano Manoel Peterlongo, foi a primeira do país a elaborar espumante pelo método champenoise. A sede de pedra basáltica tem residência em forma de castelo e cantina subterrânea aberta à visitação.
Na divisa com Santa Catarina, dentro do Parque Nacional da Serra Geral, tem mirante acessível por uma trilha curta e plana de cerca de 600 metros. Do mirante se avistam as cachoeiras gêmeas, que somam cerca de 100 metros de queda.
Construído entre 1913 e 1915 por Pedro Carlos Franzen com madeira de araucária, sem uso de pregos, funciona como museu desde 1985. Mantém móveis de época nos 18 cômodos, além de uma serraria antiga e casas de imigrantes alemães.
Fundada em 1931, a cooperativa reúne centenas de famílias de produtores de uva e é conhecida pelos espumantes. As visitas guiadas contam a história da vinícola e incluem degustações.
Criada em 1968, a unidade de conservação federal ocupa cerca de 1,6 mil hectares, com mata de araucária e áreas de espécies plantadas. Tem trilhas sinalizadas, um bosque de araucárias centenárias e mais de 200 espécies de aves; a visita exige agendamento.
Parque ao ar livre com centenas de miniaturas de castelos, vilarejos e estações de trem europeias em escala reduzida. Faz sucesso especialmente com famílias e crianças.
A 665 metros de altitude, é uma das rampas de voo livre do estado, usada para treinos de parapente e asa-delta. Do alto se tem uma vista ampla do vale e das paisagens ao redor; a visita requer agendamento.
Rampa municipal de voo livre inaugurada em 1989, fica a 710 metros de altitude, a cerca de 4 quilômetros do centro. O mirante oferece uma vista de 270 graus sobre o Vale do Caí.
Com cerca de 70 metros de extensão, a ponte coberta atravessa o Rio Paranhana e se inspira em tradições construtivas alemãs. Funciona em sentido único para veículos e recebe iluminação especial à noite.
Inaugurado em 1978 no Parque da Festa da Uva, o conjunto de 22 edificações reproduz a vila como era em 1885, seguindo as técnicas construtivas da época. Os prédios, quase todos de madeira, abrigam hoje comércios e espaços de visitação.
Trecho coberto da Rua Madre Verônica, no centro, inaugurado em dezembro de 1996 como ponto de encontro de moradores e visitantes. Concentra cafés e restaurantes e recebe eventos como a abertura do Natal Luz e shows do Festival de Cinema.
A cerca de 3 quilômetros do centro, o arroio Campo Bom forma duas quedas, a principal com cerca de 15 metros. O entorno tem paredões de rocha, matas de araucária, xaxins gigantes e campos nativos.
Reconstruída depois que um incêndio destruiu o templo anterior em 1920, foi inaugurada em 1924 com projeto neogótico vindo da França. A obra foi conduzida pelo frei Bruno de Gillonnay, com apoio da comunidade católica local.
A capela original de madeira, de 1917, deu lugar à atual igreja de pedra basáltica, cuja construção levou oito anos. No interior, os vitrais retratam passagens da vida do apóstolo Pedro ao lado de Jesus.
Às margens da RS-235, reúne mais de 30 jardins temáticos com cerca de 300 espécies de plantas, ligados por caminhos que somam 8 quilômetros. Um dos destaques é o túnel de glicínias, com 102 metros de extensão.
Fundado em 1991 pelos irmãos Urbani, reúne réplicas em funcionamento de máquinas a vapor, como olaria, pedreira e usinas de energia. A fachada reproduz o acidente de 1895 na estação de Montparnasse, em Paris, quando uma locomotiva atravessou a parede.
Erguida no fim do século 19 por Giuseppe Lucchese e os filhos, com pedras assentadas com barro, a casa virou museu em 1975. O acervo doado pela comunidade mostra utensílios, móveis, roupas e ferramentas da vida dos imigrantes italianos.
A araucária da Linha Imperial tem 35 metros de altura e 2 metros de diâmetro, a segunda maior do estado nessa medida. Atrativo turístico desde 1998, foi tombada como patrimônio natural do município em 2023.
Região vinícola de referência no país, com dezenas de cantinas abertas para visitação, degustação e almoço entre parreirais. A paisagem de colinas cobertas de uva é o retrato da colonização italiana no Sul.
Cooperativa fundada em 1931 por 16 famílias, hoje reúne mais de 1,1 mil associados e fica no centro da cidade. A visita guiada percorre as cantinas subterrâneas, com pipas e tanques, e termina com degustação.
Inaugurada em 1917 no alto do distrito de Ana Rech, substituiu uma capela de madeira de 1881 e tem duas torres e ampla escadaria de acesso. Moradores ajudaram na obra carregando os materiais de mão em mão morro acima.
Construída na década de 1980 em homenagem aos imigrantes italianos, a igreja tem o formato de uma pipa, barril usado na produção de vinho. No interior há vitrais, altar de madeira e bancos decorados com cachos de uva.
Inaugurada em 2021, a plataforma de vidro avança 35 metros sobre o Vale da Ferradura, a 360 metros de altura. Dali se vê a curva em forma de ferradura do Rio Caí, e o complexo inclui ainda um museu de ferros de passar.
Aberto em 2013, foi o primeiro parque de neve indoor das Américas, com 8,1 mil metros quadrados de área nevada. Oferece aulas de esqui e snowboard em pista de 120 metros, patinação no gelo e descidas de boia.
Locomotiva a vapor que percorre cerca de 23 km entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, com música ao vivo e degustação de vinhos e espumantes a bordo. As estações preservam o clima de começo do século.
Roteiro rural que preserva casas de pedra e madeira erguidas pelos imigrantes italianos, hoje transformadas em ateliês, moinhos, cantinas e cafés coloniais. É uma volta ao cotidiano das primeiras colônias.
Principal atração do Parque Nacional dos Aparados da Serra, com paredões verticais de cerca de 700 metros de profundidade e quase 6 km de extensão. As trilhas do Vértice e do Cotovelo levam aos melhores mirantes.
Templo budista tibetano de cores vibrantes encravado na serra, aberto à visitação guiada. A arquitetura oriental em meio à mata gaúcha causa surpresa em quem chega.
Sua base para explorar
A hospedagem faz parte da viagem. Escolha a região que combina com seu roteiro.
Hotel da rede Blue Tree na Rua Pinheiro Machado, com suítes temáticas que remetem às culturas gaúcha, italiana e alemã. Tem piscina aquecida coberta, sauna e espaços de eventos, para viagens de negócios e lazer.
Hotel fundado em 1916 perto da Catedral de Pedra, dirigido pela família Corrêa há quatro gerações, com cerca de 90 apartamentos e chalés em 8,5 hectares. Tem museu histórico próprio e atende tanto turistas quanto casamentos e eventos.
Hotel na Rua João Corrêa, no Centro, com 35 apartamentos em categorias que vão do padrão à suíte com banheira, além de quarto adaptado. Serve café com produtos regionais a quem fica a cerca de 20 minutos de Gramado.
Hotel aberto em 1998 na Avenida Borges de Medeiros, com 77 acomodações entre suítes, apartamentos e lofts, spa e o carrossel que virou cartão-postal da cidade. Serve a quem quer ficar a pé da Rua Coberta e da Igreja Matriz.
Hotel no prédio de 1953 inspirado nos castelos do Vale do Loire, herdeiro da hospedaria aberta em 1870 pelo imigrante Sebastiano Casacurta. Tem 31 quartos, adega e restaurante, e atende quem vem pelo enoturismo e pelos espumantes da cidade.
Hotel em frente ao Lago São Bernardo, em prédio construído nos anos 1930 como cassino e reaberto como hotel em 1978. Tem quartos com vista para o lago, parquinho e salão de festas, para famílias a cerca de 35 km de Gramado e Canela.
Hotel aberto em 1964 pela família Becker no prédio que abrigou o primeiro hotel e o primeiro hospital da cidade, apontado pelos donos como o mais antigo em atividade no município. Hoje funciona com energia solar e atende quem quer ficar no Centro.
Hotel econômico na Rua Doutor Carlos Barbosa, com jardim, terraço, bar e recepção 24 horas. Serve a quem visita a cidade a trabalho ou usa Carlos Barbosa como base para o trem Maria Fumaça, a cerca de 16 km.
Hotel boutique nos Caminhos de Pedra, com arquitetura de pedra inspirada nas casas dos primeiros imigrantes italianos, reformado em 2019 pelas famílias Benini e Parisotto. Serve a casais que querem ficar no roteiro rural das vinícolas.
Hotel de glamping da rede Casa Hotéis na Estrada do Faxinal, inspirado nos lodges africanos, com spa Bee Wellness e piscina aquecida de borda infinita. Dá acesso à Fazenda Camarinhas e serve a quem vem conhecer os cânions.
Hotel econômico na Rua Borges de Medeiros, que cita 70 anos de tradição na cidade, com apartamentos climatizados, café da manhã e estacionamento. Serve a famílias e viajantes a trabalho que querem ficar no Centro.
Hotel no bairro Planalto, a menos de 1 km do Centro de Eventos Fundaparque e a 1,5 km do Centro, com quatro espaços climatizados para até cerca de 2 mil pessoas. Atende quem vem a feiras, congressos e eventos corporativos.
Pousada no bairro Vila Suzana, a cerca de 2 km da Catedral de Pedra, com suítes com lareira, piscina ao ar livre, jardim, academia e quadra coberta de beach tennis. Serve a casais e famílias que preferem ficar fora do movimento do Centro.
Hotel com 47 anos de história na Rua Buarque de Macedo, reaberto em outubro de 2023 após reforma com 12 suítes das 54 originais. Mantém capela histórica, memorial do prédio e bistrô de espumantes, para casais e pequenos eventos.
Pousada familiar aberta em 2000 e conduzida pela família Schumann, com arquitetura de inspiração alemã e café colonial feito na casa. Tem jardins, piscina e área de piquenique para quem busca estadia tranquila a cerca de 35 minutos de Gramado.
Hospedagem em contêineres marítimos no Loteamento Novo, com cozinha, lareira e banheira externa em cada unidade. O café da manhã chega em cesta ao deck com vista para o vale de araucárias, para casais e famílias.
Pousada associada aos Roteiros de Charme, a 2,5 km do centro, com chalés com lareira e banheira de hidromassagem. Tem piscina, sauna e uma casa na árvore para refeições, para casais em busca de descanso no mato.
Pousada com 25 anos de funcionamento na Rua Rio Branco, perto do Parque da Estação, da Igreja Matriz e da rua comercial. Oferece quartos simples com café da manhã, para quem quer circular a pé pelo Centro.
Pousada às margens da RS-115, no bairro Sander, a 1,5 km do centro, com 22 quartos e café da manhã com vista para o Rio Paranhana. Tem piscina, trilhas e pesca, para quem vem ao rafting e à Serra.
Resort na Avenida das Hortênsias com mais de 200 apartamentos em 30 mil m² de área verde com araucárias, quatro restaurantes e centro de convenções para até 1.600 pessoas. Atende famílias e participantes de congressos que querem ficar perto do Centro.
Conjunto de quatro cabanas temáticas, uma para cada estação do ano, no loteamento Alpes de São Francisco, em meio à Mata Atlântica. Oferece trilhas e caminhadas guiadas, para casais que querem ficar na natureza.
Hotel instalado em um antigo seminário de padres restaurado, em área de 14 hectares no bairro Vila Suíça, com chalés montados em pipas centenárias de vinho. Atende famílias que buscam trilhas e cavalgadas sem sair da área urbana.
Chalés da família Fioreze em mata de araucárias na Linha Ávila, zona rural a cerca de 3 km do centro, com café da manhã servido em fogão a lenha. Serve a famílias com crianças, que podem alimentar os animais e pescar na propriedade.
Hotel no distrito de Fazenda Souza, a cerca de 18 km do centro, com 46 quartos, dois restaurantes, lago com trilhas e dois auditórios para 120 pessoas cada. Atende retiros, grupos e eventos em área rural.
Pousada fundada em 1985 na Rua Munique, com salas de estar, biblioteca, piscinas para adultos e crianças e amplo jardim. Serve café colonial e tem salas para eventos, atendendo famílias e grupos de trabalho.
Hotel da rede Ibis na Rua Buarque de Macedo, a sete minutos a pé do Parque da Estação, com espaço infantil, auditório e bar 24 horas. Atende viajantes a negócios e turistas a caminho da vinícola Chandon e do Parque Salto Ventoso.
Pousada na Capela de Santa Lúcia, no Vale dos Vinhedos, a 200 metros da vinícola Pizzato e a 3 km da Miolo. Serve a quem quer fazer o roteiro de vinícolas do vale hospedado a cerca de 12 km do centro da cidade.
Cabanas para casais e famílias dentro do Parque das Laranjeiras, na Estrada Geral de Linha Café, parque de rafting, rapel, tirolesa e canoagem. Serve a quem vai praticar esportes de aventura no Rio Paranhana.
Cabanas em forma de pipas de vinho na Linha Anunciata, em São José de Costa Real, cada uma com lareira, cozinha e ofurô. Tem trilhas entre vinhedos e área de piquenique junto ao lago, para casais em busca de estadia rural.
Pousada na Estrada da Reserva, no bairro Osvaldo Kroeff, com quartos com banheiro privativo, TV e pátio, e café da manhã em bufê. Serve a quem busca hospedagem simples como base para os passeios aos cânions.
Sabores do destino
Café colonial aberto em 1986 numa casa centenária da Rua João Leão, com vista para o vale. Serve à mesa mais de 45 itens entre doces e salgados, para quem quer conhecer a mesa de tradição alemã da cidade.
Café aberto em 1936 por Antônio Comunello na Rua Buarque de Macedo, inspirado nos cafés de Buenos Aires. De dia serve café, sorvete e baurus; à noite vira pub com música ao vivo e pizzas.
Café e restaurante aberto em 1999 na RS-020, no distrito de Tainhas, perto do entroncamento com a Rota do Sol. Serve lanches, pratos à la carte, almoço e produtos coloniais, parada para quem viaja pelos Campos de Cima da Serra.
Restaurante aberto em 2022 num antigo casarão da Rua Prefeito João Alfredo, com a chef Roberta Rech e o churrasqueiro Fernando Schimanoski. A cozinha parte da tradição gaúcha e da brasa, com área de fogo com parrilla e pitsmokers inaugurada em 2025.
Restaurante aberto em 2008 numa casa de madeira com porão de pedra erguida em 1935 por Pietro Strapazzon, restaurada em 1996 pelo projeto Caminhos de Pedra. A chef Jerusa Vanni conduz cozinha de raiz italiana, com mesa de vidro sobre um poço.
Bar e restaurante aberto em 1953 na Avenida Itália, no bairro São Pelegrino, que mantém como prato-símbolo o Bauru do Danúbio. Funciona no almoço, para quem quer provar um endereço tradicional da cidade.
Restaurante de cozinha tibetana na Rua Alagoas, no bairro Águas Brancas, criado pelo chef tibetano Ogyen Shak e por Drika Shak. Serve pratos tibetanos e asiáticos a quem visita Três Coroas e quer conhecer a culinária do Tibete.
Casa de fondue aberta em 1982 pela família Tomasini em um chalé de arquitetura alpina na Avenida das Hortênsias. Foi uma das primeiras do país especializadas no prato e atende a quem quer a sequência completa de queijo, carne e chocolate.
Pizzaria aberta em 2008 na Rua Rio Branco, perto da loja da Tramontina, com pizzas salgadas e doces no forno a lenha. Tem rodízio de pizzas e massas, para famílias e grupos no Centro.
Restaurante do Centro especializado em truta fresca, com ingredientes da horta orgânica própria, pinhão, queijo serrano e mel. As mesas foram feitas com madeira de casas demolidas da cidade e há opções vegetarianas e veganas.
Restaurante de decoração rústica na Rua Dona Úrsula, com cardápio de panquecas, frutos do mar e carta de vinhos nacionais e importados. Entre os pratos está o camarão na moranga, para jantares no Centro.
Galeteria às margens da BR-470, na cidade onde Paulo Geremia fundou a rede Di Paolo há três décadas. Serve rodízio de galeto com sopa de capeletti, polenta e massas em salão rústico de paredes de pedra.
Casa de fondue aberta em 2014 na Avenida Osvaldo Aranha, reconstruída depois de um incêndio em 2016. Serve sequências de queijo, carne e chocolate, com opção vegana, e mantém o Espaço Chez para petiscos e vinhos.
Restaurante no Vale dos Vinhedos dedicado à cozinha do pampa gaúcho, uruguaio e argentino, preparada no fogo. Resgata receitas, ingredientes e técnicas campeiras e aparece em listas das revistas Exame e Prazeres da Mesa de 2023.
Bistrô aberto pelos irmãos Klauck Moraes na casa dos anos 1950 do bisavô, ao lado da Igreja Matriz São Pedro, com receitas herdadas da avó que dá nome à casa. O cardápio gira em torno de risotos e tem jardim nos fundos.
Restaurante de cozinha espanhola e mediterrânea no bairro Exposição, com foco em frutos do mar. Serve tapas, paella e frutos do mar grelhados, para jantares em ambiente intimista.
Restaurante no Centro conhecido por um sanduíche de mais de 30 centímetros e cerca de 2,5 quilos, feito para quatro pessoas. Também serve xis e bufê livre ou por quilo, para quem busca refeição informal.
Restaurante no complexo Mátria Boulevard, na RS-235, que mistura cozinha serrana, argentina e uruguaia. O cardápio gira em torno da parrilla, com almoço para famílias e grupos de amigos.
Restaurante na Avenida 15 de Novembro decorado com objetos antigos de famílias de imigrantes alemães da região. Serve fondue de queijo, carne na pedra e chocolate, além de receitas germânicas, para quem quer jantar no Centro.
Restaurante e churrascaria na Avenida Santa Maria, no centro de Três Coroas, de perfil simples e bastante frequentado por moradores. O almoço é em bufê, com grelhados, saladas, pratos quentes e sobremesas, e é uma parada prática entre os passeios pelo Vale do Paranhana.
Chocolateria bean to bar na estrada VRS-855, nos Caminhos de Pedra, que produz o chocolate da amêndoa à barra. O prédio usa tijolos de demolição e funciona como loja e café com pratos salgados, parada para quem percorre o roteiro.
Restaurante à beira da BR-116, em Vila Cristina, que nasceu de um posto de combustível erguido em 1983 pelo pai de Simone Rizzi. Serve bufê regional e internacional, carnes na brasa e cafés, e vende azeite próprio.
Restaurante de gastronomia alemã às margens da RS-235, no bairro Dos Boêmios, com pratos tradicionais e releituras contemporâneas. Além do almoço, serve café, chá da tarde, drinques e vinhos, e recebe animais de estimação.
Cervejaria fundada em 2003 no Distrito Industrial de Canela, com restaurante, biergarten e pub em área de mata nativa. O cardápio tem cozinha alemã, massas, pizzas e petiscos, para quem quer provar o chope feito na casa.
Hamburgueria com bar e clima descontraído na Avenida João Corrêa, em Três Coroas. O cardápio reúne hambúrgueres artesanais com batatas caseiras e chope, e recebe moradores e visitantes em busca de uma refeição informal.
Cantina criada por Ademir Troian e Elaine Maestri, com rodízio de filé de truta com 12 molhos e galeto primo canto. Os pratos vêm com queijo grelhado e polenta, e a cozinha segue a tradição da imigração italiana.
Osteria familiar na Estrada do Sabor, na Linha São Jorge, com piso de chão batido, mesas de madeira e fotos de família. A chef Odete prepara receitas italianas de memória afetiva com ingredientes orgânicos e biodinâmicos.
Restaurante na Avenida Júlio de Castilhos, no Centro, com bufê livre de carnes grelhadas, queijos, saladas e pratos quentes. Atende moradores e visitantes que procuram refeição em bufê no centro da cidade.
Restaurante de cozinha italiana na Avenida das Hortênsias, perto da Igreja do Relógio, com massas, filés, peixes e fondue de carne na pedra. Mantém adega climatizada com rótulos nacionais e importados para quem quer jantar a pé do Centro.
Restaurante de culinária japonesa na Rua Assis Brasil, com sushis, temakis, pratos quentes e combinados. Atende no salão e por entrega, opção oriental para quem está na cidade.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, a cerca de 120 km de Gramado pela BR-116 e RS-115 (umas 2 horas de carro). Caxias do Sul tem aeroporto regional, a cerca de 40 km de Bento Gonçalves. Há ônibus de Porto Alegre para Gramado, Canela e Bento Gonçalves.
De junho a agosto, pelo frio e pelo clima de lareira. De outubro a janeiro, pelo Natal Luz de Gramado. De janeiro a março, pela vindima nas vinícolas do Vale dos Vinhedos. Julho e o período do Natal Luz são os mais cheios: reserve hospedagem com antecedência.
Reserve de 4 a 5 dias: dois ou três para Gramado e Canela, e um ou dois para o Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Para incluir os cânions de Cambará do Sul, some mais um dia, porque a estrada é longa e os passeios começam cedo.
Gramado é a melhor base para a maioria das pessoas: tem a maior oferta de hotéis e restaurantes, e Canela fica a 8 km. Canela costuma ser mais tranquila e em conta. Para quem vai priorizar vinícolas, vale passar uma ou duas noites em Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos. Para os cânions, há pousadas rurais em Cambará do Sul.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.
Tire suas dúvidas
Não é obrigatório para Gramado e Canela, que têm ônibus entre si, táxi e aplicativo. Para o Vale dos Vinhedos, os Caminhos de Pedra e os cânions de Cambará do Sul, o carro facilita muito, porque as atrações ficam espalhadas pela zona rural. Quem não dirige pode contratar passeios com transporte.
As duas são vizinhas e se completam. Gramado concentra o centro mais movimentado, as lojas, os restaurantes e os eventos, como o Natal Luz. Canela é mais tranquila e fica mais perto das atrações de natureza, como a Cascata do Caracol, o Parque da Ferradura e a Catedral de Pedra.
Pode nevar em dias raros de inverno, sobretudo nas partes mais altas, como Cambará do Sul e São Francisco de Paula, mas não dá para programar a viagem contando com neve. O que é garantido de junho a agosto é o frio, com geadas frequentes nas madrugadas.
Dá, mas o dia fica corrido: são cerca de 100 km entre as duas regiões. O melhor é dormir uma noite em Bento Gonçalves, visitar as vinícolas com calma e, se possível, fazer o passeio de trem Maria Fumaça até Garibaldi e Carlos Barbosa.
O Natal Luz costuma começar no fim de outubro e ir até meados de janeiro, com desfiles, espetáculos e a cidade toda decorada. É a época mais procurada do ano, junto com as férias de julho, então hospedagem e ingressos dos espetáculos devem ser reservados com antecedência.