
Galeto al primo canto
Frango jovem marinado com vinho e sálvia e assado na brasa, servido em sequência com sopa de agnolini, polenta e radicci. Tradição das galeterias de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, ligada à imigração italiana.
Gastronomia · Caxias do Sul
Festa da colheita da uva e da imigração italiana em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, com desfile de carros alegóricos no centro, uva servida no parque, comida colonial e cultura ítalo-gaúcha.
Na foto: Caxias do Sul
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Festa Nacional da Uva — Caxias do Sul
A cada dois anos, nos anos pares, entre meados de fevereiro e o começo de março, na época da vindima.
fevereiro/março · a cada dois anos
As datas mudam a cada ano: confirme a data deste ano antes de viajar.
A festa
A Festa Nacional da Uva celebra a colheita e os imigrantes italianos que chegaram à Serra Gaúcha a partir de 1875 e fizeram da uva e do vinho a base da economia da região. Nasceu de uma exposição de uvas em 1931, em Caxias do Sul, e se tornou uma das festas mais antigas do Brasil. É realizada a cada dois anos, nos anos pares, no fim do verão, quando os parreirais estão em plena vindima.
O centro da festa é o Parque de Eventos, com pavilhões de exposição de uvas, vinhos, sucos e produtos coloniais, uma feira agroindustrial, palcos de música e a Réplica de Caxias do Sul 1885, conjunto de casas, capela e coreto que reproduz a vila dos primeiros anos da imigração. Durante a festa, a uva é distribuída ao público, e as cantinas e famílias do interior mostram o trabalho da colheita.
O ponto alto é o desfile cênico, que percorre as ruas do centro da cidade em diferentes dias. Carros alegóricos, grupos artísticos e moradores dos distritos contam a história da imigração, do trabalho no campo e da vida comunitária, e a rainha e as princesas da festa, escolhidas entre as moças da cidade, desfilam no alto das alegorias. Os distritos do interior também participam com os Jogos Coloniais, competições inspiradas no cotidiano rural.
A Festa da Uva é uma boa forma de conhecer a cultura ítalo-gaúcha da Serra: o dialeto vêneto ainda ouvido nas famílias, a polenta, o galeto e o vinho de mesa, as cantorias e a religiosidade das capelas do interior. Como a festa acontece no meio da vindima, também é a época de visitar vinícolas e cantinas da região.
O desfile cênico no centro de Caxias do Sul, à noite. Os pavilhões de uvas e vinhos do Parque de Eventos e a Réplica de Caxias do Sul 1885. Uma refeição colonial, com polenta, galeto e vinho de mesa. Uma visita a uma cantina do interior durante a vindima.
Compre antes o ingresso do desfile, que se repete em datas diferentes ao longo da festa. Reserve um dia para o Parque de Eventos e outro para o interior, onde fica a maior parte das cantinas e vinícolas. Mesmo em pleno verão, a noite na serra esfria: leve um agasalho leve. Quem estiver em Bento Gonçalves, Garibaldi ou Gramado chega a Caxias do Sul em pouco tempo de carro.
Uva de mesa, sucos e vinhos da Serra; polenta frita e brustolada, galeto al primo canto, sopa de capeletti, salame, queijo e cuca colonial.
Caxias do Sul recebe muitos visitantes nas semanas da festa. Garanta a hospedagem cedo e veja no site oficial os dias de desfile, que mudam a cada edição.
Na cidade
Sabores do Brasil
fevereiro/março
fevereiro/marçoDo sábado à terça-feira de Carnaval, com a saída do Homem da Meia-Noite na virada de sábado para domingo; o Carnaval cai em fevereiro ou março, de acordo com a Páscoa.
A festa nas ladeiras de pedra do centro histórico de Olinda, patrimônio mundial: blocos e troças sem trio elétrico, orquestras de frevo a pé e bonecos gigantes, com o Homem da Meia-Noite à frente.
fevereiro/marçoDe quinta-feira à Quarta-feira de Cinzas da semana de Carnaval, que cai em fevereiro ou março, de acordo com a Páscoa.
Carnaval de rua de Salvador, guiado pelos trios elétricos e pelos blocos afro, em três circuitos principais: a orla da Barra a Ondina, o centro no Campo Grande e o Pelourinho.
fevereiro/marçoNa semana de Carnaval, em fevereiro ou março, com abertura oficial no Marco Zero antes do Sábado de Zé Pereira, quando sai o Galo da Madrugada; a programação principal segue até a terça-feira.
O Carnaval de rua da capital pernambucana, ao som do frevo e do maracatu: o Galo da Madrugada no centro no Sábado de Zé Pereira, a abertura no Marco Zero e polos com palcos e cortejos espalhados pelos bairros.
Tire suas dúvidas
A cada dois anos, nos anos pares, entre meados de fevereiro e o começo de março, durante a vindima. O calendário de cada edição sai no site oficial.
Desfile de carros alegóricos no centro da cidade, pavilhões de uvas, vinhos e produtos coloniais, a réplica da vila de 1885, shows, comida ítalo-gaúcha e distribuição de uva ao público.
No Parque de Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. O desfile cênico percorre as ruas do centro da cidade.
Festas e eventos do Brasil
fevereiro/marçoEm fevereiro ou março, conforme o calendário do Carnaval, que muda a cada ano com a data da Páscoa.
Os desfiles das escolas de samba no Sambódromo da Marquês de Sapucaí e os blocos de rua espalhados pela cidade durante os dias de Carnaval.
fevereiroEm 2 de fevereiro, com abertura da Casa de Iemanjá para receber presentes na véspera, 1º de fevereiro.
Homenagem dos pescadores do Rio Vermelho, em Salvador, a Iemanjá, orixá das águas salgadas: devotos e visitantes levam flores e presentes, que seguem em balaios em barcos até o mar aberto no fim da tarde.
março/abrilDo Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa, em março ou abril, conforme a data da Páscoa; os tapetes de serragem são feitos na madrugada do Sábado de Aleluia para o domingo.
As celebrações da Semana Santa nas igrejas barrocas e ladeiras de Ouro Preto, com procissões noturnas e, no Domingo de Páscoa, as ruas cobertas por tapetes de serragem colorida feitos por moradores e visitantes.
janeiroEm 20 de janeiro, dia do padroeiro da cidade, que é feriado municipal no Rio de Janeiro.
O dia do padroeiro do Rio de Janeiro, com missas e a procissão que leva a imagem do santo da Tijuca até a Catedral Metropolitana, no Centro.
janeiroNa quinta-feira anterior ao segundo domingo depois do Dia de Reis (6 de janeiro), que é o domingo da Festa do Senhor do Bonfim; por isso cai sempre em janeiro, em geral na segunda ou na terceira quinta-feira do mês.
Cortejo a pé de vários quilômetros da Cidade Baixa até a Colina Sagrada, em Salvador, onde baianas vestidas de branco lavam com água de cheiro as escadarias da Basílica do Senhor do Bonfim.
maio/junhoNos dias que antecedem o domingo de Pentecostes, 50 dias depois da Páscoa; por isso cai em maio ou junho.
A festa religiosa mais tradicional de Paraty, com novena, cortejos pelo centro histórico e a missa solene e a procissão no domingo de Pentecostes.