
Medio y medio
Mistura de vinho branco seco e vinho espumante doce em partes iguais, servida bem gelada. Está ligada ao Mercado del Puerto de Montevidéu, onde se toma no balcão antes do almoço e nas festas de fim de ano.
Sabores · Montevidéu
Massa recheada de carne com molho Caruso, de creme de leite, presunto, cogumelos, queijo e extrato de carne. O molho foi criado em Montevidéu nos anos 1950 e leva o nome do tenor Enrico Caruso.
Prato típico de Montevidéu, Montevidéu
Também chamado: capelettis a la Caruso, capellettis a la Caruso, salsa Caruso
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Capeletis a la Caruso — Montevidéu, Uruguai
Os capeletis a la Caruso são capeletis, pequenas massas recheadas de carne, servidos com o molho Caruso. O molho é uma variação do molho branco: leva leite, creme de leite, presunto cozido, cogumelos, queijo ralado e uma colher de extrato de carne, que dá o sabor mais intenso.
A receita nasceu em Montevidéu nos anos 1950. O cozinheiro Raymundo Monti, do restaurante Mario y Alberto, na esquina das ruas Constituyente e Tacuarembó, juntou presunto e cogumelos ao molho branco e acrescentou creme e extrato de carne. Fontes de imprensa uruguaias apontam 1954 como o ano.
O nome homenageia Enrico Caruso, tenor napolitano que cantou em Montevidéu em 1915, depois de se apresentar em Buenos Aires, e que gostava de massas. Caruso morreu em 1921 e nunca chegou a provar o prato que leva seu nome.
Para o colunista gastronômico Ángel Ruocco, do jornal El Observador, é "o único prato exclusivamente uruguaio". O molho se espalhou pelo país e pelos cardápios de Buenos Aires, e também acompanha outras massas recheadas.
Montevidéu , Montevidéu
O molho Caruso foi criado em Montevidéu, no restaurante Mario y Alberto, nos anos 1950.
Capeletis recheados de carne; molho de leite, creme de leite, presunto cozido, cogumelos, queijo ralado, extrato de carne e amido de milho para engrossar.
Quente, com o molho por cima e queijo ralado à mesa.
O ano todo.
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O cozinheiro Raymundo Monti, do restaurante Mario y Alberto, em Montevidéu, nos anos 1950.
Em homenagem ao tenor napolitano Enrico Caruso, que cantou em Montevidéu em 1915. Ele nunca provou o prato, criado décadas depois.
Leite, creme de leite, presunto cozido, cogumelos, queijo ralado e extrato de carne, engrossados como um molho branco.
Sabores do Uruguai

Mistura de vinho branco seco e vinho espumante doce em partes iguais, servida bem gelada. Está ligada ao Mercado del Puerto de Montevidéu, onde se toma no balcão antes do almoço e nas festas de fim de ano.

Torta de pão de ló, creme batido, merengue seco e pêssegos em calda, leve e aerada. Foi criada em Paysandú em 1927 e leva o nome de uma ave da região.

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Bolinhos fritos de massa leve com algas verdes frescas picadas, típicos dos balneários da costa de Rocha, como Cabo Polonio, Valizas e La Pedrera. Servem-se quentes, como entrada ou petisco.

Licor feito com o fruto alaranjado e agridoce da palmeira butiá, que forma grandes palmares no departamento de Rocha. A cidade de Castillos, no meio dos palmares, é conhecida como "cidade butiacera".

Vinho tinto da uva Tannat, de cor intensa e taninos marcados, a casta-símbolo do Uruguai. A uva chegou ao país pelas mãos de Pascual Harriague, que a adaptou em Salto no século 19.