
Hokey pokey
Sorvete de baunilha com pedacinhos crocantes de caramelo aerado, o hokey pokey. É o segundo sabor de sorvete mais popular da Nova Zelândia, depois da baunilha, e a origem é disputada entre cidades do país.
Sabores · Nova Zelândia
Merengue assado com casca crocante e miolo macio, coberto de creme e frutas, muitas vezes kiwi. Os neozelandeses o tratam como doce nacional e disputam sua origem com a Austrália; a pesquisadora Helen Leach, de Otago, reuniu as receitas mais antigas.
Doce típico da Nova Zelândia
Também chamado: pav, pavlova cake
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Pavlova — Nova Zelândia
Para os neozelandeses, a pavlova é o doce de casa: aparece no Natal, nos churrascos de verão e nas reuniões de família, coberta de creme e frutas, quase sempre com fatias de kiwi. O nome homenageia a bailarina russa Anna Pavlova, cuja turnê de 1926 pela Nova Zelândia e pela Austrália teve enorme público nos dois países.
O estudo mais completo sobre a origem do doce foi feito em Dunedin, na Universidade de Otago, pela antropóloga culinária Helen Leach, autora de The Pavlova Story. Leach reuniu centenas de livros de receitas e rastreou o nome pavlova desde 1926, quando apareceu numa sobremesa de gelatina em camadas. O bolo de merengue com esse nome surge em publicações neozelandesas no fim dos anos 1920, e a autora defende que a receita evoluiu aos poucos, na troca de receitas entre cozinheiras, e não pela criação de um único chef.
Há outras histórias. Uma delas, citada numa biografia da bailarina, atribui o doce a um cozinheiro de hotel em Wellington durante a turnê, sem prova documental. Do outro lado do mar da Tasmânia, os australianos defendem o cozinheiro Bert Sachse, de Perth, que teria criado sua versão em 1935. As referências mais antigas ao nome também incluem sobremesas de gelatina; não devem ser confundidas com a pavlova de merengue. Sem decisão definitiva, a pavlova representa o país inteiro.
Na mesa neozelandesa, a cobertura mais comum leva kiwi, morango e maracujá. Supermercados vendem bases de merengue prontas, e em muitas casas a receita passa de geração em geração.
Nova Zelândia
A pavlova é tratada como doce nacional na Nova Zelândia, que disputa sua origem com a Austrália; não há cidade de origem documentada.
Claras de ovo, açúcar refinado, amido de milho, vinagre; creme de leite batido; kiwi, morango, maracujá e outras frutas da estação.
Em fatias, no fim da refeição, montada pouco antes de servir para manter o merengue crocante.
Natal e verão, de dezembro a fevereiro; aniversários e reuniões de família o ano inteiro.
Tire suas dúvidas
A antropóloga culinária Helen Leach, da Universidade de Otago, em Dunedin, autora de The Pavlova Story, que reuniu centenas de receitas antigas.
A cobertura mais comum leva kiwi, além de morango e maracujá, sobre creme batido.
Há uma história sobre um cozinheiro de hotel em Wellington durante a turnê de Anna Pavlova em 1926, mas ela não tem prova documental.
Sabores da Nova Zelândia

Sorvete de baunilha com pedacinhos crocantes de caramelo aerado, o hokey pokey. É o segundo sabor de sorvete mais popular da Nova Zelândia, depois da baunilha, e a origem é disputada entre cidades do país.

Vinho branco seco da uva sauvignon blanc, de aroma intenso, com notas de ervas e de frutas tropicais. Marlborough, no norte da Ilha Sul, é a maior região vinícola da Nova Zelândia, e o nome é indicação geográfica registrada desde 2018.

Vinho tinto da uva pinot noir, a variedade de destaque de Central Otago, a região vinícola mais ao sul da Nova Zelândia, entre os lagos e as montanhas do interior de Otago. Perfumado, de fruta intensa e textura sedosa; o nome é indicação geográfica registrada desde 2018.

Refeição maori de carnes e legumes cozidos no vapor de um forno de terra, tradição de todo o país. Em Rotorua, a aldeia de Whakarewarewa cozinha o hāngī no vapor geotérmico, em caixas sobre as fontes quentes, sem as pedras aquecidas da cova.

Fatia de pão de forma coberta com um creme de queijo, enrolada e tostada até dourar. É tradicional em cafés, padarias e eventos de arrecadação de Southland, no extremo sul da Nova Zelândia, onde ganhou o apelido de southern sushi.

Bolinho de ovo batido com whitebait, os peixinhos juvenis de espécies nativas que sobem os rios na primavera, frito em manteiga ou óleo. Na West Coast, onde pescar e comer whitebait faz parte da vida local, costuma ser servido entre fatias de pão com manteiga.