
Brennivín
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Sabores · Islândia
Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.
Prato típico da Islândia
Também chamado: Hverabrauð, Seytt rúgbrauð
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Rúgbrauð — Islândia
O rúgbrauð é o pão de centeio da Islândia: escuro, denso, úmido e de sabor adocicado, quase como um bolo. A massa leva farinha de centeio, leite ou leitelho e xarope dourado, e não é sovada; vai para uma forma fechada e cozinha por muitas horas em calor baixo e úmido, o que carameliza os açúcares.
A historiadora da culinária Nanna Rögnvaldardóttir explica que, por muito tempo, a Islândia não teve fornos, e a primeira padaria só abriu em 1834. O pão era quase sempre achatado ou assado devagar sob uma panela virada sobre o fogo. Com pouca lenha, aproveitar uma fonte de calor natural para assar num recipiente fechado era uma solução prática.
É daí que vem o hverabrauð, o 'pão de fonte termal': a forma com a massa é enterrada no chão quente das áreas geotérmicas e desenterrada no dia seguinte. A prática continua em lugares como Laugarvatn, no Círculo Dourado, e nos arredores do lago Mývatn, no norte. Segundo a mesma historiadora, é um costume antigo, mas não se sabe exatamente de quando.
O rúgbrauð acompanha o plokkfiskur, o peixe defumado, o arenque e o þorramatur, sempre com bastante manteiga. Em casa e nas padarias, a maior parte é feita no forno, em fogo baixo.
Islândia
Pão de centeio de todo o país; o hverabrauð é feito nas áreas geotérmicas, como Laugarvatn e Mývatn.
Farinha de centeio, às vezes farinha de trigo, leite ou leitelho, xarope dourado ou açúcar, bicarbonato e sal.
Em fatias grossas, com manteiga; com peixe defumado, arenque, plokkfiskur ou þorramatur.
Todo dia, como pão; o hverabrauð é provado sobretudo nas áreas geotérmicas.
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O pão de centeio islandês, escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido.
O rúgbrauð assado enterrado no chão quente das áreas geotérmicas, como em Laugarvatn e nos arredores do lago Mývatn.
Com bastante manteiga, e acompanhando peixe defumado, arenque, plokkfiskur ou o þorramatur.
Sabores da Islândia

Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.

Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.

Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.

Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.