
Brennivín
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Sabores · Islândia
Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.
Prato típico da Islândia
Também chamado: Plokkari
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Plokkfiskur — Islândia
O plokkfiskur é feito com peixe branco já cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e um molho branco cremoso, até formar uma massa espessa.
É um prato de casa, nascido do aproveitamento do peixe e da batata cozidos da véspera. O turismo de Reykjavík o descreve como um ensopado cremoso de peixe, batata e cebola, servido normalmente com rúgbrauð, o pão de centeio islandês. Para o Perlan, museu de natureza de Reykjavík, é um dos pratos de conforto preferidos dos islandeses.
Em casa, o plokkfiskur vai à mesa direto da panela. Em restaurantes, muitas vezes é gratinado no forno com queijo ou com uma crosta dourada por cima.
O acompanhamento clássico é uma fatia de rúgbrauð com bastante manteiga. Também se encontra em versões prontas para aquecer.
Islândia
Prato caseiro de peixe comum a toda a Islândia.
Peixe branco cozido (bacalhau ou hadoque), batata, cebola, leite, manteiga, farinha de trigo, sal e pimenta-branca.
Quente, com pão de centeio e manteiga; nos restaurantes, às vezes gratinado.
Refeição do dia a dia, em casa e em restaurantes de cozinha tradicional.
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Um prato islandês de peixe branco cozido, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco.
Tradicionalmente com rúgbrauð, o pão de centeio islandês, e manteiga.
Em geral bacalhau ou hadoque.
Sabores da Islândia

Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.

Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.

Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.

Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.