
Brennivín
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Sabores · Islândia
Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.
Prato típico da Islândia
Também chamado: Thorramatur
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Þorramatur — Islândia
O þorramatur, 'comida de Þorri', é a refeição do Þorrablót, festa que acontece no mês de Þorri do antigo calendário islandês, entre meados de janeiro e meados de fevereiro. Famílias, associações e vilarejos se reúnem para comer, cantar e conversar, e o banquete reúne alimentos preparados com as técnicas antigas de conservação.
Na mesa aparecem o hákarl, tubarão fermentado e seco por meses; o svið, cabeça de carneiro chamuscada e cozida; o hangikjöt, cordeiro defumado; o arenque em conserva; e carnes guardadas em soro de leite, entre elas os testículos de carneiro curados.
Esses alimentos lembram o tempo em que conservar era a forma de atravessar o inverno sem geladeira. O hákarl, por exemplo, é fermentado porque a carne do tubarão é tóxica quando fresca, segundo o turismo de Reykjavík.
O þorramatur é servido com rúgbrauð e manteiga, e costuma ser acompanhado de um pequeno gole de brennivín gelado. O svið pode vir com purê de nabo ou batata.
Islândia
Banquete de inverno celebrado em todo o país no mês de Þorri.
Hákarl (tubarão fermentado), svið (cabeça de carneiro), hangikjöt (cordeiro defumado), arenque em conserva, carnes curadas em soro de leite; rúgbrauð e manteiga. O svið pode acompanhar purê de nabo ou batata.
Em bandeja ou bufê, um pouco de cada item, com pão de centeio e manteiga; o hákarl, em cubinhos.
Þorrablót, no mês de Þorri, entre meados de janeiro e meados de fevereiro.
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Uma seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa de meio de inverno.
No mês de Þorri do antigo calendário islandês, entre meados de janeiro e meados de fevereiro.
Entre outros, hákarl (tubarão fermentado), svið (cabeça de carneiro), cordeiro defumado, arenque e carnes curadas em soro de leite, com pão de centeio e manteiga.
Sabores da Islândia

Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.

Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.

Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.

Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.