
Brennivín
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Sabores · Nordeste
Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.
Prato típico de Nordeste
Também chamado: Leaf bread
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Laufabrauð — Nordeste, Islândia
O laufabrauð é um pão de festa feito com uma massa de farinha de trigo, leite, açúcar, sal e manteiga, aberta até ficar fina como papel. A massa é cortada em círculos, e cada disco recebe desenhos recortados à mão, com faca, ou com o laufabrauðsjárn, uma roda de latão que corta o padrão em forma de folha. As pontas recortadas são dobradas e entrelaçadas, e o disco é frito em óleo bem quente até dourar.
Segundo o Museu Nacional da Islândia, a referência mais antiga ao laufabrauð é do início do século XVIII. Na época do monopólio comercial, o grão era difícil de obter, e um pão muito fino permitia que todos tivessem um pedaço no Natal. Primeiro servido nas casas mais ricas, ele chegou ao povo no século XIX.
No fim do século XIX, o laufabrauð era o pão de festa da gente comum sobretudo no norte do país, onde as famílias se reuniam no Advento para preparar e recortar os discos. Fontes da comunidade islandesa situam sua origem nas regiões de Eyjafjörður e Suður-Þingeyjarsýsla. Só mais tarde o costume se espalhou por toda a Islândia.
Recortar o laufabrauð continua a ser um encontro de família antes do Natal, com várias gerações à mesa. Os discos acompanham a ceia de Natal, ao lado do cordeiro defumado.
Nordeste
Pão de Natal que se manteve sobretudo no norte da Islândia, com origem atribuída a Eyjafjörður e Suður-Þingeyjarsýsla.
Farinha de trigo, leite, manteiga, açúcar, sal e fermento químico; óleo ou gordura para fritar. Algumas receitas levam alcaravia.
Crocante, em pedaços, com manteiga ou acompanhando o cordeiro defumado da ceia de Natal.
Advento e Natal; preparado em família nas semanas antes da festa.
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Um pão de trigo finíssimo, recortado com desenhos de folhas e frito até ficar crocante, preparado para o Natal.
Com uma faca ou com o laufabrauðsjárn, uma roda de latão que corta o padrão; as pontas recortadas são dobradas e entrelaçadas antes de fritar.
Segundo o Museu Nacional da Islândia, no fim do século XIX ele era o pão de festa sobretudo no norte do país; depois o costume se espalhou por toda a Islândia.
Sabores da Islândia

Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.

Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.

Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.

Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.