
Brennivín
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Sabores · Fiordes do Oeste
Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.
Prato típico de Fiordes do Oeste
Também chamado: Skata, Þorláksmessuskata
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Kæst skata — Fiordes do Oeste, Islândia
A kæst skata é raia fermentada. Os pedaços de peixe ficam guardados num recipiente por cerca de três semanas, conforme a temperatura, e a fermentação produz amônia, que conserva a carne e dá ao prato um cheiro forte e característico. Depois, a raia é cozida.
Segundo o turismo dos Fiordes do Oeste, o prato nasceu ali, e foi dessa região que o costume de comê-lo em 23 de dezembro se espalhou pelo resto do país. Esse dia é o Þorláksmessa, a festa de São Þorlákur, bispo do século XII e padroeiro da Islândia. Na tradição católica de jejum antes do Natal, evitava-se a carne nessa data e comia-se peixe.
A raia é servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio adocicado. Muita gente a come em casa; outros vão a restaurantes que preparam o prato nessa data, e é comum reunir amigos e parentes numa 'festa da raia', em que se comenta o quanto o peixe está forte.
O cheiro é parte da tradição: ele impregna a casa, as roupas e o cabelo, e há quem prefira comer a skata fora de casa por isso. Uns consideram a refeição indispensável no dia 23; outros evitam o prato.
Fiordes do Oeste
Costume nascido nos Fiordes do Oeste e depois espalhado por toda a Islândia.
Raia fermentada, batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio.
Quente, com batata e nabo cozidos, regada com o sebo de cordeiro derretido, e com pão de centeio e manteiga.
Dia 23 de dezembro, o Þorláksmessa, véspera da véspera de Natal.
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Raia fermentada por algumas semanas e depois cozida, servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio.
No dia 23 de dezembro, o Þorláksmessa, festa de São Þorlákur, padroeiro do país.
A fermentação produz amônia, que conserva o peixe e dá ao prato seu cheiro característico.
Sabores da Islândia

Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.

Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.

Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.

Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.