
Kjötsúpa
Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.
Sabores · Islândia
Aguardente de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada, em pequenas doses. Lançada em 1935, quando a Islândia voltou a permitir destilados, tornou-se a bebida do Þorrablót.
Bebida típica da Islândia
Também chamado: Íslenskt brennivín, Svarti dauði
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Brennivín — Islândia
O brennivín é uma aguardente clara feita de grãos e aromatizada com alcaravia, semente de sabor próximo ao do cominho. A palavra quer dizer 'vinho queimado', isto é, destilado, e em islandês serve para aguardente em geral; mas é a bebida lançada em 1935 que todos associam ao nome.
A história passa pelas proibições. As restrições às bebidas alcoólicas foram relaxadas em etapas: o vinho voltou a ser permitido em 1922 e os destilados em 1935; a cerveja forte só foi liberada em 1989. Com o fim da proibição dos destilados, o monopólio estatal de bebidas passou a produzir uma aguardente de alcaravia, e assim nasceu o brennivín.
O rótulo preto e sóbrio, escolhido segundo se conta para não tornar a bebida atraente, acabou virando sua marca, e lhe rendeu o apelido de 'Morte Negra'. Em 1992, o monopólio estatal encerrou a produção e vendeu os equipamentos a uma empresa privada. Outras destilarias islandesas fazem aguardentes no mesmo estilo.
O brennivín é servido bem gelado, em pequenas doses, e é a bebida tradicional do Þorrablót, quando acompanha o þorramatur e, em especial, o hákarl.
Islândia
Aguardente de toda a Islândia, ligada ao Þorrablót.
Destilado de grãos, alcaravia e água.
Bem gelado, puro, em pequenas doses, acompanhando o þorramatur.
Þorrablót, no meio do inverno, e outras festas tradicionais.
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Uma aguardente islandesa de grãos aromatizada com alcaravia, servida bem gelada em pequenas doses.
Desde 1935, quando a Islândia voltou a permitir os destilados e o monopólio estatal passou a produzir essa aguardente de alcaravia.
Por causa do rótulo preto e sóbrio da garrafa, adotado desde o lançamento e que virou a marca da bebida.
Sabores da Islândia

Sopa de cordeiro cozida com batata, cenoura, nabo ou rutabaga e ervas, num caldo encorpado. É o prato de inverno mais ligado às casas islandesas, com uma receita diferente em cada família.

Peixe branco cozido, em geral bacalhau ou hadoque, desfiado e misturado com batata, cebola e molho branco. Prato caseiro clássico da Islândia, servido com pão de centeio e manteiga.

Pão de centeio escuro, denso e adocicado, cozido por muitas horas em calor baixo e úmido. Nas áreas geotérmicas, é assado enterrado no chão quente e recebe o nome de hverabrauð.

Seleção de carnes e peixes conservados à moda antiga, servida no Þorrablót, a festa do mês de Þorri, no meio do inverno. Vem acompanhada de pão de centeio, manteiga e brennivín.

Raia fermentada por algumas semanas, cozida e servida com batata, nabo, sebo de cordeiro derretido e pão de centeio. É o prato do dia 23 de dezembro, costume que nasceu nos Fiordes do Oeste e se espalhou pela Islândia.

Discos de massa de trigo finíssimos, recortados com desenhos de folhas e fritos até ficarem crocantes. É o pão de Natal das famílias islandesas, tradição que se manteve sobretudo no norte do país antes de se espalhar.